Essa pose de menina-meiga-santinha é só disfarce.
No fundo eu escondo o veneno alecrim-doce de uma mulher.

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sábado, 14 de maio de 2011

BabySling´s - bem pertinho do seu coração, onde seu bebê quer estar


Mais perto de seu coração -  Descubra porque tantas mães e pais no mundo inteiro carregam seus filhos com um Baby Sling!
Estudos científicos provaram que o uso frequente do Baby Sling reduz cólicos, refluxo e melhora a digestão pelo movimento constante e a posição vertical.  Bebês

que são carregados choram menos e dormem mais o que e importante para o desenvolvimento cerebral e emocional. Carregar o bebê melhora a sua habilidade motora, coordenação, tonificação muscular e senso de equilíbrio. Ao contrario as crenças comuns, os estudos sobre "primal health" (saúde desde a vida intra-uterina até o primeiro ano) mostram que, o bebê que tem suas necessidades sempre atendidas (mamar quando ele quiser, dormir juntos com os pais e ser carregado, p. ex.) não fica mimado e grudado, mas ganha independência mais rapidamente, aprende mais, tem melhor saúde física e psicológica e é um ser mais feliz e responsável ao longo da sua vida.


Alem disso, um Baby Sling facilita tanto a vida dos pais! Você tem as mãos livres para atender a seus filhos maiores ou fazer as tarefas da casa. Aumenta a sua auto-confiança como pai porque melhora a comunicação com o bebê. É conveniente em muitas situações do dia a dia e facilita as saídas de casa sem importar calçadas estreitas e esburacadas. Prevem a dor nas costas e proporciona um exercício saudável ao ar livre. Você pode amamentar discretamente em qualquer lugar público! O seu bebê não fica exposto ao mundo estressante o que evita hiper-estimulação, e só você decide quem vai tocar e interagir com o seu filho.


Vale lembrar que os carregadores são

seguros, desde que os pais tomem alguns cuidados, como verificar o estado da costura e do tecido, não deixar que o pano cubra o rosto do bebê, não colocar objetos dentro do "sling" e, por fim, usar o bom senso ao transportar a criança, segurando-a ao se inclinar para a frente e evitando manipular bebidas quentes e chegar perto de chamas ou objetos cortantes e pontiagudos. O uso é contra-indicado ao andar de bicicleta ou dentro do carro.








as fotos foram retiradas da internet.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Os 30 remédios essenciais para salvar mães e bebês


No início de abril, a Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgou uma lista de medicamentos essenciais para garantir a saúde das mães e dos bebês, em especial dos que moram em países em desenvolvimento (como o Brasil).

Segundo os números divulgados pela OMS, 8,1 milhões de meninos e meninas com menos de 5 anos de idade morrem todos os anos e, nada menos, do que mil mulheres perdem a vida a cada 24 horas por complicações no pós-parto, doenças infecciosas e crônicas.

“Uma parte destas vidas poderia ser salvas caso as mães e as crianças tivessem acesso gratuito à medicações simples”, afirmou a OMS que elaborou a lista de remédios essenciais com ajuda da Unicef.

É importante ressaltar que todas as medicações listadas pela OMS só podem ser oferecidas pelo médico e em unidades de atendimento que fazem o tratamento das grávidas, crianças e mulheres que acabaram de ter filhos. Veja algumas recomendações da lista.


Medicamentos para as mães


Para hemorragia no pós-parto

A estimativa é que 127 mil mulheres morram todos os anos por causa de hemorragia obstétrica, a complicação mais recorrente nos casos. Para este problema, a indicação medicamentosa da OMS é a oxitocina.

Pré eclampsia e eclampsia

Segundo a OMS, esta é a maior causa de morte materna em países em desenvolvimento. Uma das causadoras desta condição é a pressão alta na gestação. Para esta doença, a indicação são os sulfatos de magnésio e injeção de cálcio.

amoxicilina, a ampicilina, o gás oxigênio medicinal, a ceftriaxona, o gentamicina e a penicilina procaína.

Diarreia

É a segunda causa de mortalidade infantil, responsável por 1,3 milhões de mortes por ano no globo. Para evitar a desnutrição das crianças, a OMS sugere como medicamento essencial o zinco e o soro caseiro

Malária

A cada 45 segundo, uma criança morre de malária na África. Para esta doença, a OMS indica a combinação terapêutica de artemisinina e artesunato

HIV

A OMS diz que, atualmente, 2,1 milhões de crianças convivam com o vírus HIV no mundo. Para esta doença, o tratamento mais eficiente é o com antirretrovirais.

Deficiência de vitamina A

A deficiência de vitamina A esta associada às complicações de rubéola em crianças e, por isso, a OMS indica a suplementação.

Dor e cuidados paliativos

As dores agravam outras doenças e trazem limitações para as crianças. Além da morfina, a OMS indica também o paracetamol.


http://delas.ig.com.br/saudedamulher/os+30+remedios+essenciais+para+salvar+maes+e+bebes/n1596856468428.html

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Quanto custa um filho?


Quanto custa um filho? As variantes são muitas e vão desde a classe social até escolhas como alternativas de transporte escolar e como comemorar os aniversários. O investimento na criação vai muito além de fraldas e escola. Você já pensou em quanto gastaria para criar um filho do nascimento até os 23 anos, em média a idade em que ele termina a faculdade? O estudo desenvolvido pelo Instituto Nacional de Vendas e Trade Marketing (Invent) e atualizado de acordo com a inflação levantou os gastos com habitação e alimentação, educação, lazer e entretenimento, reserva financeira (investimentos e poupança), brinquedos e novas tecnologias, saúde e vestuário. Com a ferramenta do iG, você pode personalizar os valores de acordo com suas escolhas em cada área.

Faça o teste, revele suas escolhas e saiba qual será o investimento financeiro que você fará em seu filho.

http://delas.ig.com.br/comportamento/diadasmaes/quanto+custa+um+filho/n1596903473859.html

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Gestante, pintar ou não o cabelo?

Eis uma dúvida que atormenta dez entre dez grávidas. Veja o que dizem os especialistas sobre o uso de tinturas e tonalizantes durante a gestação.


Loira ou morena? Ruiva ou platinada? Com luzes ou mechas? Não importa o seu estilo se você não abre mão de tinturas e tonalizantes, é bom ficar atenta, agora que o bebê está a caminho. É que qualquer tratamento químico para cabelos pode deflagrar reações alérgicas nas futuras mamães, mesmo nas que nunca tiveram esse problema antes.

A explicação é simples: na gravidez, o corpo feminino se transforma ao sabor dos hormônios e até mesmo o batom velho de guerra, de uma hora para outra, pode causar uma reação esquisita. "A pele da mulher fica mais hidratrada e, por essa razão, absorve com mais intensidade algumas substâncias, aumentando as chances de irritação", justifica Emiro Khury, farmacêutico e diretor técnico da Associação Brasileira de Cosmetologia. Por isso, o couro cabeludo pode apresentar coceira e vermelhidão depois de uma sessão de pintura.

As vias aéreas também não estão livres de ameaças. "A tintura, por ser volátil, pode ser inalada e deflagrar alergias respiratórias", alerta Lúcia Arruda, chefe do departamento de dermatologia da Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Isso vale, por exemplo, para os produtos com amônia, iodo e peróxido de hidrogênio. "Se a mulher tiver sensibilidade a eles, pode realmente apresentar alguma reação", concorda o dermatologista Valcinir Bedin, presidente da Sociedade Brasileira para Estudos do Cabelo. As escovas definitivas que levam formol também provocam fortes reações.


Há risco para o bebê?
Quando o assunto é a saúde do feto, os médicos não entram em acordo. Para alguns especialistas, as modernas tinturas e tonalizantes não oferecem nenhum perigo à criança, já que aboliram os temidos metais pesados de sua composição. "Essas substâncias, como o chumbo, o alumínio e o cobre, poderiam, supostamente, levar a distúrbios neurológicos graves e à malformação do sistema nervoso central", diz Valcinir Bedin. No entanto, segundo ele, os produtos que hoje circulam no mercado são seguros e estão liberados durante a gravidez.

Já o farmacêutico Emiro Khury discorda e recomenda passar longe das químicas para cabelos. "Esses cosméticos são inócuos quando as condições de saúde estão perfeitas, mas o corpo muda muito durante a gravidez", diz ele. Na opinião do especialista, a pele das gestantes, por ser mais sensível, abriria caminho para alguns componentes entrarem na circulação sanguínea e, de lá, chegarem à placenta e ao feto. "Na gravidez, as variáveis são outras e não dá para prever as conseqüências", alerta, cauteloso.


O fato é que nenhum estudo comprovou os efeitos das tinturas para cabelos na saúde dos bebês. "Provavelmente, elas não causam malformação. Mas, como ninguém fez testes para assegurar, por precaução não são recomendadas", resume Lúcia Arruda. Outros especialistas preferem o meio-termo e, após o primeiro trimestre, liberam apenas xampus tonalizantes e tinturas naturais, como a

hena. "Também autorizo as luzes e os reflexos depois da 12ª semana se a aplicação não pegar os fios desde o couro cabelo", conta o obstetra Alberto dAurea, coordenador da maternidade do Hospital São Luís, em São Paulo. Ou seja, para ele é possível usar a tintura, deixando livre a raiz. Bem, como há muitas divergências, a saída mais ponderada é conversar com o seu obstetra sobre o assunto e avaliar os prós e os contras - tanto para a mãe como para o bebê - antes de correr ao cabeleireiro.

http://bebe.abril.com.br

bom, eu tenho pintado o meu cabelo desde o quarto mês completo de gestação.....com Casting, uma tinta muito boa e sem amônia.

Chupeta: Sim ou não?

A sucção nutritiva é uma função primordial para a sobrevivência do recém-nascido, pois é através da sucção que o bebê obtém seu alimento.



Como a natureza é sábia, e “Papai do Céu” também, o reflexo de sucção já está presente por volta da 18ª / 20ª semanas de vida intra-uterina.

A dúvida (usar ou não usar a chupeta) começa a existir quando “nós”, e em especial as mães, percebemos que além da função nutritiva, a sucção também é uma fonte de prazer. Como normalmente toda fonte de prazer gera estabilidade e relaxamento, as mães utilizam a sucção não nutritiva (uso da chupeta) na tentativa de deixar o bebê mais tranqüilo.



Qual mãe que não recorre a uma chupeta para o bebê parar de chorar? Nove entre dez, no mínimo. Mas saiba que o bebê não precisa de chupeta e que o seu uso pode trazer conseqüências sérias pelo resto da vida. Isso ninguém quer.

O bebê tem uma necessidade de sugar que é satisfeita quando realiza a sucção do peito da mãe na amamentação. Quando o peito está muito cheio de leite, o bebê mama sem precisar fazer esforço, matando a fome, mas não a vontade de sugar. Se isso acontece, o bebê pode chorar e só se acalmar quando a mamãe oferece uma chupeta.


Com a chupeta, o bebê satisfaz a sua necessidade de sucção, por isso se acalma, mas isso é prejudicial. Sabia? Fique tranqüila, pois existe outra forma de satisfazê-lo. Pois bem: quando a mamãe sentir sua mama cheia, o ideal é ordenhar, retirar um pouco de leite do peito para que o bebê tenha que sugar com mais esforço, matando assim a fome e a necessidade de sugar.

Para bebês que não amamentam, existem alguns copos de bico com válvulas que, para a retirada do leite, necessitam do esforço do bebê. Não use mamadeiras, pois prejudicam o bebê da mesma forma que a chupeta.

A mamãe tem que lembrar que a única maneira do bebê se comunicar é o choro. Ele vai chorar quando está sujo, com fome, com sede, com sono, quando quer carinho ou mesmo quando está feliz. O melhor é que a mamãe tenha paciência para descobrir o que seu bebê quer e não simplesmente oferecer uma chupeta que o deixará quieto por alguns instantes e não satisfará a sua necessidade de verdade.


“O uso da chupeta pode acarretar o desmame precoce. O bebê pode deixar de sugar o peito por causa da chupeta. Isso acontece porque a posição da língua na amamentação é diferente da posição de quando se suga a chupeta. Como sugar a chupeta é mais fácil, na hora da amamentação o bebê colocará a língua na posição da sucção da chupeta e não conseguirá retirar o leite, chorando de fome e rejeitando o peito”, explica a fonoaudióloga Jamile Elias.

Leite materno x chupeta - Nesse momento, as conseqüências já começam. O leite do peito é o melhor alimento para o seu bebê, contém todos os nutrientes necessários além de ser uma “vacina” (ajuda na formação do sistema de defesa do bebê). Se o bebê recusa o peito, sua defesa estará em baixa, acarretando em doenças respiratórias e alergênicas e o bebê poderá não receber todos os nutrientes que precisa para seu desenvolvimento e crescimento.

A sucção da chupeta deixa os músculos das bochechas, lábios e língua flácidos, sem força. Isso trará prejuízos na mastigação e deglutição. A criança não conseguirá mastigar os alimentos mais consistentes, tendo que a mamãe amassar bem os alimentos ou bater tudo no liquidificador, e isso não é nada bom.

O desenvolvimento da fala também será afetado já que a criança não terá força na musculatura para executar alguns sons. Um exemplo clássico é o personagem dos quadrinhos Cebolinha, que troca o “R” pelo “L”.

Outra conseqüência que a chupeta traz é a alteração da arcada dentária como a mordida aberta e a mordida cruzada. A criança fica com os dentes tortos e com a face desarmônica, isto é, um lado do rosto diferente do outro, contribuindo ainda mais para a dificuldade de mastigar, deglutir e falar.

Mais problemas – O simples uso da chupeta pode trazer outros malefícios à criança futuramente. A respiração é outra função que também se altera. O uso da chupeta faz com que a criança respire pela boca. A respiração oral ocasiona alteração de postura, sono agitado, com ronco, deixando a criança cansada, sem vontade de brincar, desatenta, contribuindo assim para dificuldades escolares.

Antes de oferecer a chupeta, as mamães devem pensar nas conseqüências que isso trará para o seu pequeno. Será que seu filho irá gostar de ter os dentes tortos e precisar de aparelho dentário? Irá se sentir bem com os amiguinhos zombando dele por não saber falar direito e não conseguir brincar por causa da respiração oral? Ficará contente se ficar para recuperação e perder as férias? Claro que não. A pergunta que fica: depois de tudo isso, vale a pensa usar chupeta?

http://guiadobebe.uol.com.br

domingo, 24 de abril de 2011

Beijar filho na boca?

O que as pessoas acham sobre o assunto:




Repulsivo. Já está comprovado que psicologicamente afeta a criança sim. Não tem nada a ver né, vamos combinar. Pai beijando filho na boca? Isso é completamente desncessário. Beijo na boca é pra casal, tem conotação sexual. O que a criança vê nas novelas? Mãe beijando filho na boca?Não. Vêem casais se beijando. E o que ela vai concluir disso tudo se o pai a beija na boca??? Pensem nisso! (M- São Paulo)

P mim beijo na boca tem conotação sexual sim. Beijo na boca é demonstração de amor entre um homem e uma mulher. Selinho é cumprimento de casal. O resto é aberração.
Não tô nem aí p bactérias, isso tem em qq lugar, o q prejudica é o psicológico: o da criança principalmente.
Engraçado é ninguém vê um rapaz de 17, 18 anos dando selinho no pai, não é?! Se fosse tão natural, qual seria o problema??????
(Bimba - RJ)

Também acredito que esse comportamento não colabora para o desenvolvimento emocional da criança. Sem contar que pode sim transmitir algumas doenças, como a herpes tipo I, vulgo "sapinho". Mas acho que o pai só faz isso como forma de carinho, apesar de eu não me comportar assim com minha filha, conheço alguns casais que beijam seus filhos na boca...converse com ele sobre a possibilidade de transmitir algumas doenças, é que ele já deve fazer por hábito, nunca deve ter ouvido falar sobre essas coisas, faz por achar carinhoso...
(Linda)

Vou confessar, antes de mim separar de meu marido eu tinha esse hábito de dá selinho em meus filhos, depois de minha separação foi que eu senti que não era certo, eles no início não entendiam porque eu não queria mais dá selinho neles, principalmnet o mais velho, mais fui explicando que não era certo, não era higiênico etc...

Hoje acho um absurdo tbm, é o maior foco de transmissão de bactérias, eu tenho um conhecido que ele é oficial da marinha e tem uma filha de 3 anos, viaja muito e tem uma mulher em cada lugar que passa, palavras dele, e dá beijo de estalo na boca da menina, isso me enoja muito.
(Drica - BH)


O que diz a pisicóloga Elisa Marina Bourroul Villela, professora da Universidade Presbiteriana Mackenzie:

“É fundamental não transformar o selinho em um hábito, uma forma frequente de carinho, mas uma bitoquinha em um momento de brincadeira não tem nenhum problema”, diz a psicóloga Ana Cássia Maturano. A especialista ressalta ainda a importância de deixar claro o limite e a diferença entre um carinho entre namorados e o carinho com os pais.

Para a psicóloga Patrícia Gugliotta, mestre em saúde mental pela Universidade de Campinas (Unicamp), o afeto entre pais e filhos pode ser demonstrado de outras formas. “Eu não sou a favor desse contato. Não que haja sexualidade, mas a criança nem sempre consegue entender até onde ela pode ir. Além disso, não acho saudável o beijo na boca entre pais e filhos porque os pais são referência, e como explicar então que com os colegas esse comportamento não é aceito”, diz
Carinho ou dependência

De acordo com a doutora em psicologia Elisa Marina Bourroul Villela, professora da Universidade Presbiteriana Mackenzie, é preciso analisar o papel do selinho na relação entre pais e filhos. “É claro que existe um aspecto cultural e de costumes entre cada família, mas é importante que o selinho seja dado simplesmente como forma de carinho, e não para representar, mesmo que inconscientemente, a necessidade dos pais de manter o filho em uma fase de dependência”, diz.

Elisa explica que outros carinhos, como o colo ou o toque no seio da mãe, por exemplo, são adequados durante um período da vida da criança, mas merecem cuidado e uma atenção especial quando a criança começa a crescer. “Em famílias em que o contato próximo é um costume, não há nenhum problema ou limite de idade para esse carinho, mas o espaço da criança deve ser respeitado, não pode ser invasivo.”

Já Patrícia defende que o contato físico nem sempre é sinônimo de cuidado. “Não é necessário dar selinho para mostrar ao filho cuidado e o quanto ele é amado, existem outros meios de mostrar o mesmo carinho”, diz.



Reflexos fora de casa

O selinho frequente pode levar a criança a considerar natural esse tipo de manifestação entre amigos na escola, por exemplo, o que pode trazer problemas. Para evitar essa situação, Ana Cássia sugere a constante conversa com a criança. “Os pais devem explicar que há algumas formas de carinho que fazemos apenas com quem temos intimidade, em família. Ainda assim ressalto que estou falando de um selinho simples, e de vez em quando.”

Segundo Elisa, a criança é capaz de distinguir os tipos de contato que são familiares e o que é uma cultura compartilhada. “A criança deve estar ciente de que nem tudo que ela faz em casa, com os pais e irmãos, pode ser feito entre outras pessoas. As culturas de outras famílias também precisam ser respeitadas. E a melhor forma de fazer a criança compreender isso é com uma boa conversa”, afirma a especialista.

Outro cuidado importante, segundo as psicólogas, é deixar claro que a relação de namoro se dá entre a mãe e o pai. “É comum que a menina se enamore pelo pai e o menino pela mãe, e muitas vezes esse tipo de comportamento estimula essa ‘paixão’, por isso os pais devem deixar claros os limites entre as brincadeiras e carinhos”, afirma.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Edema...



Apesar do frio, o maridão deixou a piscina em condições de uso....
Consegui ficar uns 5 minutos lá, mas já deu para dar uma revigorada. O inchaço não foi embora, mas me sinto mais disposta.

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sexta-feira, 15 de abril de 2011

óleo johnson´s Afinal, para que ele serve?


Bom, eu andei fazendo uma pesquisa e descobri várias funções para o mais famoso óleo que conheço.

1.Serve para fazer a higiene do seu bebê, tirar os cascõezinhos da cabeça e orelha.

2.Para remover a pomada Hipoglós, que é grudenta, você deve passar depois de higienizar o bumbum do bebê, deixa a pele limpa, macia, cheirosa e ajuda na prevenção de assaduras.

3.Para melhorar a pele ressecada, usa-se após o banho com massagens circulares. Como nos cotovelos, joelhos e partes ásperas. Substitui aqueles óleos trifásicos, caríssimos.

4.Serve para massagear seu bebê, deixando ele mais relaxado e com uma pele bem tratada. (deixe secar sozinho)

5.Dá para retirar maquiagem à prova d´água.

6.Substitui aqueles óleos que passamos no cabelo pós escovas e chapinhas para diminuir o frizz.

7.Dizem que se usar com frequência nas pernas, axilas e partes depiladas, os pelos param de encravar.... (vou testar)

8.Dizem que serve para o sexo anal, se for sem a camisinha. Porque é abrasivo para o latex. Sinceramente o melhor para quem gosta da prática é usar algo mais específico. Rs

9.Háaaaaaa e óleo johnson´s não serve de maneira alguma para bronzear...use bloqueador.

10.Bom dizem até que previne estrias..........................

De uma coisa eu tenho certeza, o tal do Óleo Josnson´s é muito cheiroso.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Uma questão de conciência



Mesmo tendo a intenção de amamentar meu terceiro rebento, Pedro no peito, afinal leite materno é simplesmente a melhor coisa que a natureza nos deu de presente, e
sabendo da polêmica do BPA, eu e meu esposo resolvemos adquirir mamadeiras livres do produto. Afinal, em algum momento teremos que oferecer sucos e outros líquidos ao bebê.

Tivemos dificuldade de encontrar mamadeiras livre de BPA em nossa cidade, em alguns estabelecimentos os vendedores nunca tinham ouvido falar no assunto. Acabamos comprando pela internet as mamadeiras da Philips Avent.
Compramos pelo site www.submarino.com.br .



Mães de todo o Brasil,acho um absurdo não termos produtos livre de BPA e saber que o nosso país está mais uma vez atrasado em relação a um assunto tão importante. Enquanto o Brasil não abre os olhos, vamos usando os produtos importados.

Mamadeira saudável é mamadeira sem Bisfenol-A.




Para quem nunca ouviu falar do Bisfenol, ou BPA, a gente explica melhor. A substância é uma espécie de resina nociva à saúde encontrada na maioria dos plásticos, inclusive nas mamadeiras.

Para muitos cientistas, ela pode estar por trás do aumento de algumas doenças, entre elas o câncer de mama, os distúrbios cardíacos, a obesidade e a hiperatividade.

Na Inglaterra, por exemplo, estudos mostram que a substância está presente em quase todos os produtos infantis e, para evitar que isso aconteça, a Breast Cancer UK, entidade que luta contra o câncer de mama no país, lançou uma campanha para que o BPA não seja utilizado na produção de mamadeiras.


trocando em miúdos....
O que é Bisfenol-A?

O bisfenol-A (BPA), cuja formula é (CH3)2C(C6H4OH)2, é um composto utilizado na fabricação do policarbonato, um tipo de plástico rígido e transparente. É o monômero mais comum entre os policarbonatos empregados em embalagens de alimentos. O BPA é também um dos componentes da resina epóxi (plástico termofixo que endurece quando misturado a um agente catalisador ou “endurecedor”), presente por exemplo no revestimento interno de latas para evitar a ferrugem.
Apesar do plástico ser considerado estável, já se sabe que as ligações químicas entre as moléculas do BPA são instáveis, permitindo que o químico se desprenda do plástico e contamine alimentos ou produtos embalados com policarbonato ou resina epóxi. No caso de aquecimento do plástico, a contaminação por BPA é ainda maior.

ONDE ENCONTRAMOS O BISFENOL-A?

Em grande parte das mamadeiras de plástico;
Em embalagens plásticas para acondicionar alimentos na geladeira, copos infantis, materiais médicos e dentários;
Nos enlatados, como revestimento interno;
Em garrafas reutilizáveis de água (squeeze), garrafões de 5L;



CONSEQUÊNCIAS DO BISFENOL A

O bisfenol-A está presente em produtos no mercado por mais de 120 anos. Estudos demonstram que o BPA não só é um composto onipresente nos seres humanos (alcançou 93% da voluntários em uma ampla pesquisa americana), mas também uma potente toxina mesmo em doses muito baixas. A maioria das pesquisas que afirma a seguridade do BPA foi patrocinada pela indústria que o produz.
Considerado um interferente endócrino, o químico age como alguns dos hormônios presentes no corpo humano e pode comprometer a saúde. Estudos sugerem que a parte mais afetada é o sistema reprodutivo, sendo fetos e bebês os mais vulneráveis à sua exposição.
Estudos realizados associaram o bisfenol-A a uma maior incidência de obesidade, problemas cardíacos, diabetes, câncer na próstata e mama, puberdade precoce e tardia, abortos, anormalidades no fígado em adultos e também problemas cerebrais e no desenvolvimento hormonal em crianças e recém-nascidos. O químico também foi associado a problemas sexuais em homens como a diminuição da qualidade e da quantidade de esperma.



RISCOS À SAÚDE

Câncer
Disfunções Sexuais
Outras doenças associadas ao bisfenol-A
• Hiperatividade;
• Autismo em crianças e adolescentes;
• Problemas cardíacos;
• Diabetes.



BISFENOL – BRASIL
A diretiva da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária do Brasil) é normalizada junto ao Mercosul, foi revista em março de 2008 (Resolução Anvisa nº 17, de 17 de março de 2008) e baseia-se em lei da Comunidade Européia de 2004 (Comission Directive 2004/19/EC).
Para o bisfenol-A, o limite de migração específico (LME) permitido das embalagens para os alimentos e bebidas é de 0,6 mg/kg de material plástico.
No momento, o Projeto de Lei do deputado Beto Faro (PT-PA), que está sendo analisado pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio, de Seguridade Social e Família e de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados, tramita em caráter conclusivo.
O Projeto proíbe a produção, a importação e a comercialização de embalagens, equipamentos e outros produtos para lactantes e crianças da primeira infância que contenham em suas composição o bisfenol-A.
Em Curitiba, o vereador Aladim Luciano (PV) propôs lei banindo o bisfenol. Apresentado na Câmara de Curitiba, em março de 2010, o projeto prevê a proibição da fabricação, fornecimento e comercialização de mamadeiras e brinquedos infantis compostos por elementos plásticos que liberem o poluente orgânico persistente bisfenol-A (BPA).

Quanto tempo falta para o natal?

Daisypath Christmas tickers