Essa pose de menina-meiga-santinha é só disfarce.
No fundo eu escondo o veneno alecrim-doce de uma mulher.

Mostrando postagens com marcador depressão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador depressão. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Que dor é essa que morde agente por dentro?

 
Como se livrar de uma dor que a gente sabe que existe e sente e amaldiçoa e vivencia, mas que é invisível para os outros?

É dor que dói no escuro, em silêncio, no anonimato, escondida sob as mangas de quem retalha a própria pele para suportá-la. Dor que sequestra os ânimos, sabota as alegrias, suga a nossa vitalidade.

Antes, eu guardava essa dor só pra mim. Acho que tentava asfixiá-la um pouco a cada noite mal dormida. Não funcionou. Hoje, eu prefiro expô-la ao mundo, deixar essa dor vagar por aí. Um dia, quem sabe, ela se perde de mim.
 
* o idiota feliz

Alguém viu meu sono por aí?


Vou dormir entre 2h e 3h. Acordo entre 7h e 8h. Não queria acordar. Não preciso acordar. Mas acordo. Estou dormindo menos. E dormir menos significa mais tempo livre para não fazer nada. Na verdade, adoro não fazer nada. Mas odeio “ser obrigado” a não fazer nada. Quero ter o direito de escolher hora e local para minha vadiagem.

Não sei se é efeito do antidepressivo. Deve ser. Meu problema não é insônia. Ou é? Já nem sei mais... Eu durmo. Mas estou dormindo pouco. E isso me mantém mais tempo acordado, pensando na vida. E, cá entre nós, quem pensa muito na vida não vive, passa a vida debruçado na janela, de queixo caído, “remoendo pequenos problemas/ querendo sempre aquilo que não tem.

Prefiro dormir. E dormir muito! Sou extremamente feliz quando apago de repente, no meio do filme. E preguiçoso quando acordo. Preguiça de acordar e perceber que tudo está onde devia estar. Socorro! Preciso mudar os móveis de lugar com urgência. Será? Será que vai adiantar? Será que algo muda quando a gente muda os móveis de lugar?

A pasta e a escova de dentes estão aqui, no mesmo recipiente de sempre. Meu café tem sempre o mesmo sabor. E o dia surge do mesmo jeito que vai surgir amanhã. É, meu amigo, a vida é uma sonolenta e vagarosa roda gigante. Gira e gira e gira e gira e gira e não sai do lugar. É por isso que eu preciso dormir. Dormir para não enjoar. Dormir para não pirar. Dormir para me recuperar.

É a hora do sono que mantém a gente minimamente civilizado. É a hora do sono, quando cerramos os olhos e permanecemos desplugados, que faz a gente suportar "o fardo horrível do Tempo". Quanto menos dormimos, mais consciência temos da chatice do dia após dia após dia após dia após dia...

Quero dormir! Preciso dormir! Alguém viu meu sono por aí?

*este texto foi escrito por marcos guinoza. Achei interessante a maneira uqe aborda o assunto insônia que tem me engolido as madrugadas.
vale apena ler O IDIOTA FELIZ.

Coisas sobre Depressão....



PESQUISA DA REVISTA "LANCET" apontou que entre 18% e 30% dos brasileiros já tiveram depressão. 
Isso significa que, numa turma de quatro pessoas, pelo menos uma está (ou esteve) deprimida. 
Alarmante? Sim. 
Mas essa constatação também serve para animar quem toma remédio “tarja preta” e se sente um “marciano” na república das “bundas alegres”.
Saber que não estamos sozinhos nessa, que há muito mais gente carregando piano por aí, reconforta. É como dividir o peso com quem está na mesma situação que a gente. 
Depois da pesquisa reveladora da “Lancet”, acho que ninguém mais precisa “esconder” o seu psiquiatra no armário por receio de pagar uma de "maluco". Olha só, se toda essa gente que toma antidepressivo fosse apenas “maluca”, creio que o mundo seria um lugar bem mais bacana.
Pode parecer que não, mas há, sim, preconceito contra quem enfrenta problemas psicológicos. É como se fôssemos tristes por preguiça, por fraqueza, por incompetência, por vontade própria. Não é isso, não. 
Embora existam “parasitas” que costumam se fazer de “vítimas” para ganhar uma atençãozinha a mais, quem está depressivo está doente. E, como todo doente, necessita de cuidados médicos. Simples assim. 


Mas qual será o motivo que tem deixado tantas pessoas tristes?

Arrisco um palpite: a obrigação de sermos felizes o tempo todo, aqui e agora, custe o que custar. A pressão é tanta – “seja feliz!”, “seja feliz!”, “seja feliz!” – que baqueamos ao primeiro sinal de fracasso.
 No Brasil, sinto avisar, é ainda mais complicado “ser triste”. Num país onde os inzoneiros são movidos a samba, suor e cerveja, quem não está a fim de “balançar a pança” é logo rotulado de “ruim da cabeça” ou “doente do pé”.


Há, no entanto, uma boa notícia para quem ainda não desistiu de encontrar essa tal felicidade. Em Harvard, segundo informa Gilberto Dimenstein, foi criado um curso de “ciência da felicidade” com o objetivo de mapear o cérebro humano e descobrir o que realmente faz as pessoas felizes. De acordo com Nancy Etcoff, responsável pelo curso, estamos procurando a satisfação no lugar errado.

Em suas pesquisas, Etcoff percebeu, por exemplo, que mulheres muito ligadas à aparência física tendem a ser menos felizes – assim como aqueles que buscam a felicidade em coisas materiais.

Para ser feliz, a ciência indica: 
1) Leve uma vida simples, em contato com a natureza e com os amigos; 
2) Realize trabalhos voluntários. Etcoff diz que essas atitudes acionam um sistema de recompensa no cérebro que gera satisfação.

Pronto. Já sabemos o caminho da felicidade. Resta saber se a gente está disposto a mudar de comportamento. Ou seja: ser menos consumista, se preocupar menos com a aparência, levar uma vida simples e ajudar os outros. 

 E aí, vai encarar?
*este texto eu achei às 7:53h de hoje por um acaso.... mas como nada é por acaso, resolvi postá-lo aqui em meu blog.
texto original encontra-se no  http://oidiotafeliz.blogspot.com/search/label/depress%C3%A3o
 

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Hoje eu não estou muito católica.

Hoje 23 dias após a cesariana, 24h por dia o Pedro mama, mama, mama, dorme, chora, chora, mama, faz caquinha, mama, mama, dorme, caquinha, mama.... aff! quem aguenta isso? Meus bicos estão dormentes de tanto mama, mama, mama...


Acho que hoje caiu a ficha... hei, você teve um bebê, sabia?
È sua responsabilidade, somente sua responsabilidade...
Ele é lindo, meigo, fofo, mas totalmente dependente. Eu tenho vontade de poder fazer as coisas de antes, mas que jeito?
Faz uns dias que estou ensaiando para ir na depilação, fazer sobrancelhas (elas estão mais se parecendo taturanas), pé e mão, ai que saudade de uma boa chapinha.... mas de que jeito?
Mal consigo tomar banho sem ser incomodada.
Acabei de dar banho e amamentar, o Pedro dormiu, mas está resmungando e fazendo mais caquinha para a mãe dele limpar. Bom, eu sinceramente espero que não vaze, porque ainda não me adaptei com a marca e o modelo de fralda, estou testando e confesso que até agora o resultado foi desnimador.
Entrar no jeans 38, calçar um salto 15cm e sair as compras, comprar um sling, seria ótimo. Mas, o jeans 42 está estourando e se eu colocar um salto, me esborracho junto com o Pedro... mal consigo levar meus filhos mais velhos para o colégio sem a "neura" de que o bebê vai engasgar no bbconforto e eu não vou ver nem ouvir nada.
E ainda tem os labradores... aaaaa esses cães estão me enlouquecendo. A dilma tinha que dar cria de 10 filhotes junto com o nascimento do Pedro? Eles latem o dia todo e o quintal está cheirando a galinheiro sujo.
Que estresse.

HELP...

Sorrir não quer dizer que estou bem, entenda.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Depressão Pós-parto Masculina

Dúvidas associadas ao nascimento do filho podem ocasionar a doença



Um recente estudo publicado no Journal of American Medical Association revelou que cerca de 10% dos pais também sofrem depressão após o nascimento do bebê e este índice aumenta após o primeiro trimestre.
Diferente da depressão pós-parto que ocorre na mulher, ela pode se manifestar mais tarde nos pais. Provavelmente porque os três primeiros meses são de novidade e muito, muito trabalho. Outro dado importante é que nos homens é mais comum que a depressão ocorra nasce o primeiro filho.
O cuidado da mãe com seu filho provoca no homem um sentimento de abandono, como se tivesse sido preterido pelo bebê. Mesmo consciente de que não é esse o caso, o sentimento é:" eu não recebo mais a atenção que recebia, ela já não se importa comigo como antes."
Mudanças no comportamento
Além de sentir-se preterido, a responsabilidade do homem aumenta muito ao tornar-se pai pela primeira vez. Hoje a cobrança por ser um pai presente, participante dos cuidados do filho, aumentou muito, numa mudança gigantesca em relação a décadas passadas, quando o pai tinha como principal tarefa ser provedor da família e, se sobrasse um tempinho, brincar uns minutinhos com o filho. Ser pai hoje exige mais presença e disposição para educar e brincar"er pai hoje exige mais presença e disposição para educar e brincar" .
Diante da depressão pós-parto, há mudanças no comportamento do homem, sendo a principal delas o ausentar-se mais de casa, como numa fuga da situação. O homem passa a chegar mais tarde e sair mais cedo, assume novas atividades fora de casa. De repente, entrar para a academia torna-se urgente, depois de anos enrolando para matricular-se. E é sentido mesmo como urgente!
Numa tentativa de reconquistar a atenção perdida de sua mulher, o homem busca afastar a mãe do bebê. Outras vezes, pode aventurar-se em casos extraconjugais, buscando resgatar esta atenção em outras mulheres.


Atenção aos sintomas

Não importa como o homem reage à depressão pós-parto, o seu sentimento é de tristeza - e o abatimento é difícil de ser escondido. Sintomas típicos da depressão estão presentes, como angústia traduzida por dor no peito, pensamentos constantes, sentimento de inadequação, de que não vai dar conta da responsabilidade que cresceu. Insônia é frequente, geralmente pelos pensamentos persistentes. O homem sente como se não conseguisse amar seu bebê como gostaria, o que lhe causa mais culpa e sofrimento. A evolução do quadro pode levar a pensamentos de suicídio.
É importante que o homem reconheça que está doente e busque ajuda através da psicoterapia ou de uma medicina que o perceba como um todo, como a Homeopatia ou Acupuntura. Através de um tratamento bem feito, o pai pode resgatar sua autoconfiança e não se sentir sobrecarregado pela responsabilidade aumentada ou relegado a um segundo plano por sua esposa. Assim, poderá encontrar-se de forma inteira com seu filho.

Marcelo Guerra
Médico Homeopata

Oração para mães com depressão Pós Parto

Em nome do Pai, do Filho e do Espirito Santo! Amém.
Senhor Jesus quero me apresentar aqui diante da Vossa presença Santa, pois sei que neste momento os Teus olhos se voltam a mim, se voltam para o meu coração e para tudo aquilo que estou vivendo e sentindo.


Tenho andado triste e abatida e o meu coração tem se tornado cada dia mais ansioso e preocupado.
Sei que não foi isso que planejei para minha vida após o nascimento do meu filho(a), ao contrário Jesus, eu tinha sonhos e projetos, tinha tudo programado como eu iria fazer e cuidar dele(a), tinha tudo em minha mente como eu iria trata – lo(a), o carinho e atenção que eu daria à ele(a), mas infelizmente, Jesus, após o parto do(a) “ diga o nome dele(a)” não foi assim que reagi e não é assim que estou me sentindo, Senhor Jesus; pelo contrário, o que para mim deveria ser somente alegria tem se tornado um fardo; e sei que não é assim que eu gostaria de me sentir, pois não foi isso que sonhei para mim, para o meu filho(a), mas é assim, com estes sentimentos que estou hoje, e não posso fugir desta realidade.
Por isso estou pedindo que o Senhor me visite e traga toda a cura necessária para o meu coração, pois sei que o Vosso amor pode preencher o meu coração e me libertar de tudo aquilo que hoje me prende e me paralisa.
Se todos estes sentimentos que estou vivendo após o parto do meu filho(a) tem algum tipo de ligação ainda com o que eu vivi na minha concepção, com o parto da minha mãe, se algo foi desencadeado em mim, estou pedindo que me cure e liberte no poder do Teu Nome Jesus. Traz toda a cura daquele momento que eu estava para nascer do ventre da minha mãe, o que todo aquele momento significou para mim, o medo que senti de nascer, o medo que tive de sair daquele lugar seguro e confortável que era o ventre da minha mãe; as angustias que se passaram no meu coração em meio aquele parto. O trauma que foi para mim o cordão umbilical enrolado ao meu pescoço, na qual me senti sufocada e nasci quase morta. As dores que minha mãe sentiu e tudo o que ela falou naquela mesa de cirurgia e por causa disso todo sentimento de culpa que eu senti naquele momento, de causar tanta dor à minha mãe! Cura-me, Senhor Jesus, com o Teu Sangue Redentor….
O sentimento de medo que tive das novas percepções que eu estava vivendo, da audição, do tato, do olfato e da visão, tudo isso me assustou. Mas creio que naquele momento o Senhor já estava comigo, já cuidava de mim e me amava…
Peço ainda a Ti, Jesus, que venha visitar o meu coração no momento em que o médico cortou o meu cordão umbilical, vem visitar os meus sentimentos deste momento. O rompimento que houve entre eu, ainda bebê, com a minha única segurança que era a minha mãe, e era exatamente pelo cordão umbilical que nós éramos ligadas, o corte do cordão umbilical separava então o meu corpo do corpo da minha mãe Senhor Jesus, e por mais uma vez senti medo de tudo aquilo e vivi mesmo inconsciente, o sentimento de perda.
Sei que para minha mãe também não deve ter sido fácil esse rompimento, esta “perda”, pois eu também era como que um membro dela, sei que minha mãe sofreu com esse rompimento… E quero te apresentar este sentimento de perda que senti em relação ao “diga o nome do seu filho(a)” quando eu o(a) concebi e ele(a) foi separado(a) de mim pelo corte do cordão umbilical, mesmo que tenha sido inconsciente, mas te peço que o Senhor traga toda a cura necessária neste momento ao meu coração…Senti que algo importante, muito valioso me foi tirado e na qual cuidei e zelei por nove meses. Sei que ele(a) está em meus braços agora Senhor Jesus, que posso toca – lo(a) e vê – lo(a), mas ainda os meus sentimentos e emoções não conseguem reagir de maneira positiva.
Se este sentimento de perda que vivi ainda bebê com a minha mãe, ou que vivi ao nascer do meu filho(a), gerou em mim esta depressão, este estado de angustia e ansiedade, estou pedindo que no poder do Teu nome eu seja curada e liberta.
Fica comigo Jesus, Tu és o Médico dos Médicos e pode tocar em toda a minha fisiologia e em todos os processos bioquímicos que se processam dentro de mim e podem ser a causa desta depressão pós parto que estou vivendo. Toda a minha parte hormonal, celular, todo o funcionamento das minhas glândulas, estou pedindo que pela Tua graça o Senhor possa equilibrá-las e fazer com que tudo volte ao seu normal funcionamento, ao seu equilíbrio…
Visita – me, Espírito Santo, retirando do meu interior toda a carência de mãe que estou sentindo agora, todo o sentimento de auto depreciação, de incapacidade de ser mãe, de cuidar de um bebê, sentimento de incapacidade que brota no meu coração todas as vezes que o meu filho(a) chora pois não consigo “traduzir” o choro dele(a), saber o que ele(a) precisa…Retira do meu interior toda a irritabilidade diante do choro do meu bebê, irritabilidade por ter que dar banho, ter que troca – lo(a)…
Quero renunciar a todo e qualquer sentimento de rejeição que eu possa estar sentindo, pois sei que eu o(a) amo e quero que ele(a) sinta – se muito amado(a)!
Dai – me, Espirito Santo, um novo batismo de ânimo e alegria, não permita que eu me isole na minha casa, que eu caia na rotina. Dai- me a graça de cuidar de mim mesma, de me arrumar, de me alimentar bem, para que eu possa Senhor cumprir de maneira eficaz aquilo que o meu ser mãe me pede!
Batiza – me no Teu amor, dai –me o dom do amor: amor a mim mesma, amor ao meu filho(a), amor ao meu marido, amor a toda a minha família…
Desde já te louvo e te agradeço porque ouves a minha oração, porque me acolhes no Teu amor. Pelo Seu amor sou curada e liberta!
Obrigado Senhor Jesus pelo Dom de ser mãe!
Amém!

Quanto tempo falta para o natal?

Daisypath Christmas tickers