Essa pose de menina-meiga-santinha é só disfarce.
No fundo eu escondo o veneno alecrim-doce de uma mulher.

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quinta-feira, 9 de junho de 2011

Vitamina C ou ácido ascórbico


A vitamina C tornou-se popular em virtude do seu papel como antioxidante, com potencial de oferecer proteção contra algumas doenças e contra os aspectos degenerativos do envelhecimento. Mas nem tudo são boas notícias. O excesso de vitamina C pode causar efeitos colaterais, como náuseas e diarréia

vitamina C (também conhecida como ácido ascórbico) é uma das 13 principais vitaminas que fazem parte de um grupo de substâncias químicas complexas necessárias para o funcionamento adequado do organismo. É uma das vitaminas hidrossolúveis, o que significa que seu organismo usa o que necessita e elimina o excesso.


QUAL A QUANTIDADE SUFICIENTE?
Essa é uma pergunta difícil de responder. O Conselho de Alimentos e Nutrição da Academia Nacional de Ciências (The Food and Nutrition Board of the National Academy of Sciences) está revendo as atuais recomendações de ingestão de vitamina C. No número de 21 de abril de 1999 do JAMA (Journal of the American Medical Association), especialistas dos Institutos Nacionais de Saúde (National Institutes of Health) sugerem o aumento das atuais necessidades diárias recomendadas de vitamina C de 60mg para 100-200mg por dia. Eles enfatizam que, sempre que possível, a vitamina C deve ser obtida de frutas e vegetais, e que as pessoas podem ingerir a quantidade recomendada comendo cinco porções de frutas e vegetais por dia.

A vitamina C é encontrada em alimentos como frutas cítricas, tomates, morangos, pimentão-doce e brócolis. A melhor maneira de se obter a quantidade necessária é por meio de uma alimentação saudável e rica em vitamina C. Uma dieta rica em frutas e vegetais também pode ajudar a prevenir alguns tipos de câncer.

A vitamina C ajuda as células do organismo, incluindo os ossos, os dentes, as gengivas os ligamentos e os vasos sangüíneos, a crescer e permanecer sadias. Também ajuda o organismo a responder à infecção e ao estresse, além de auxiliar a utilização eficiente de ferro. Se o seu organismo não receber quantidades diárias suficientes de vitamina C, você ficará mais propenso a apresentar esquimoses na pele, sangramento nas gengivas, má cicatrização das feridas, perda de dentes, dores nas articulações e infecções.

As NDRs (necessidades diárias recomendadas) de vitamina C para a maioria das pessoas com idade igual ou superior a 15 anos são 60mg por dia. Entre as pessoas que necessitam de maiores quantidades de vitamina C estão as mulheres grávidas (70mg), as lactantes (90 a 95mg) e os fumantes (pelo menos 100mg). Como a vitamina C não pode ser armazenada no organismo, é importante fazer a sua reposição, ingerindo as quantidades diárias recomendadas.

Algumas pessoas tomam grandes quantidades de suplementos vitamínicos porque acreditam que podem evitar algumas doenças, como resfriados. Entretanto, essas suposições não foram comprovadas. Ingerir quantidades excessivas de vitamina C (mais do que 100mg por dia, aproximadamente) pode causar náuseas, cólicas estomacais, diarréia e, possivelmente, cálculos renais. Discuta o uso de suplementos vitamínicos com seu médico.

http://www.santalucia.com.br/clinica-geral/vitaminac/default.htm



sexta-feira, 27 de maio de 2011

Funchicória - Fitoterápico para cólica de bebê deve ser usado só em último caso, dizem médicos



Quem usa a Funchicórea diz que é tiro e queda: é só colocar um pouquinho do pó na chupeta que ele para de chorar na hora. Mistura de funcho (erva-doce) com chicórea e sacarina, o fitoterápico indicado para cólicas de recém-nascidos é vendido em qualquer farmácia e deixa muitos pais aliviados. Já para médicos ouvidos pelo UOL Ciência e Saúde, o recurso deve ser utilizado só em último caso.

Muitos médicos condenam a Funchicórea porque até o sexto mês a criança deve receber apenas o leite materno. Além disso, há controvérsias em relação ao consumo de sacarina, um adoçante artificial, na infância. “Eu indico só se o bebê não estiver no aleitamento exclusivo; e faço isso mais pela mãe, que fica aflita porque não pode fazer nada para aliviar a cólica do filho”, conta o pediatra Sylvio Renan, autor do Blog do Pediatra.

Segundo ele, embora haja relatos esporádicos de sedação excessiva induzida pelo uso exagerado de Funchicórea, não há nenhuma contraindicação formal que justifique qualquer receio dos pais em usar o pó, desde que respeitadas as dosagens.


No entanto, Renan diz que não há comprovação científica de que o fitoterápico realmente funcione contra cólicas, embora o uso de chá de erva-doce para aliviar problemas digestivos entre adultos seja popular. “Tudo leva a crer que é o sabor doce o responsável por distrair a criança e diminuir a sensação dolorosa”, afirma o médico.
O cirurgião-dentista Tommaso Pasanisi Filho, pai de Isabella, de 2 meses, sabe que é o gostinho adocicado o responsável pela reação da filha ao produto, por isso usa a Funchicórea nos momentos em que só a chupeta não resolve. "Como não tem contraindicação e é um fitoterápico, uso sempre para acalmar os gritos e choros nos momentos de cólica intensa", diz.

Será que é cólica?
A médica Sandra de Oliveira Campos, professora do departamento de pediatria da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), também não é totalmente contrária ao uso da Funchicórea. Mas ela questiona a real necessidade de se apelar para o fitoterápico: “A cólica do bebê não é uma doença; é a mesma sensação que o adulto tem ao ir ao banheiro, ou quando está com gases, mas para o recém-nascido isso é percebido como incômodo”, explica.


Ela também reitera que é preciso avaliar se o problema é mesmo a cólica, especialmente no primeiro mês, em que o choro pode ser interpretado de várias maneiras. “É preciso ver se a fralda está apertando, ou se ele quer somente se aconchegar - no útero era tudo apertadinho, e a criança às vezes se incomoda em ficar soltinha", ensina.

A pediatra lembra que a queixa também pode ser sinal de fome, mesmo que o bebê tenha mamado há pouco tempo. "E isso não significa que o leite da mãe seja 'fraco', como muitas imaginam; apenas que ele não mamou tudo o que tinha de mamar", avisa. Afinal, é muito pouco tempo para a criança se adaptar ao esquema de alimentação proposto pela mãe.

Para resolver o choro do bebê, Renan costuma indicar um banho morno, que imita as condições do útero materno, ou simplesmente tirar a roupinha do bebê e aconchegá-lo. "Quanto menor a criança, maior a necessidade de contato de pele", observa.

Se o problema for mesmo a cólica, pode-se tentar as seguintes manobras: massagear o ventre do bebê com óleo de amêndoas ou aplicar uma compressa morna, para diminuir a dor. Também ajuda a famosa “ginastiquinha”: dobrar as pernas do bebê e pressionar levemente contra a barriga, para ajudar na expulsão dos gases.


O mais importante é não entrar em desespero, pois as cólicas tendem a diminuir a partir do terceiro mês. E consultar sempre o pediatra antes de oferecer qualquer chazinho ou fitoterápico ao bebê, já que produtos naturais também podem causar efeitos indesejados.


Minha opinião de mãe:

Na hora da gritaria, do chororô, e da espremessão... vale de tudo. Massagem, luftal, funchicória, cantoria, passeio de carro, qualquer coisa que possa de alguma forma aliviar a sensação de impotência que dá ao ver seu pequenino em prantos de dor.
Nas fotos: Pedro com a boca suja de funchicória.

Editora do UOL Ciência e Saúde

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Ajude o pediatra do seu bebê


Bebês ainda não sabem falar e o atendimento em pronto-socorros muitas vezes é incapaz de acompanhar a evolução de uma doença. Por isso, a avaliação regular de um pediatra é a melhor forma de “juntar” todas as informações necessárias para descobrir o que está incomodando o bebê. Mas a participação dos pais é fundamental: algumas peças deste quebra-cabeça só podem ser fornecidas pelos observadores mais próximos da criança. Por isso, listamos abaixo problemas de saúde comuns, que podem confundir por apresentar sintomas semelhantes a outras doenças, ou passar despercebidos pelos médicos.


Cólica ou fome?

É muito difícil saber o que o filho quer nos primeiros dias de vida. As cólicas costumam levar a culpa, mas nem sempre este é o problema: o bebê passa a ter cólica apenas no final do primeiro mês. “Podemos dizer que a cólica tem um horário para acontecer: no meio da manhã ou, mais comum, no fim do dia”, afirma o pediatra Marcelo Reibscheid, do Hospital e Maternidade São Luiz.

É cólica se... o bebê está com vermelhidão, barriga endurecida e faz movimentos na perna como se estivesse tentando evacuar.
E se não for... Caso a mãe descarte a cólica, deve observar se a criança está com fome, calor ou apenas com a fralda suja.

Regurgitação ou refluxo?

É comum o bebê regurgitar – nem sempre logo após a mamada, e isso não significa que ele tem refluxo. “O problema do refluxo é diagnosticado muito mais de forma clínica do que por exames. Mas muitos sintomas são confundidos e isso leva a uma medicação desnecessária”, ressalta o pediatra Marcelo Reibscheid.

É refluxo se... o leite não volta, a criança sente dor, fica incomodada por conta da queimação e da esofagite. “Ela não consegue mamar direito e não ganha peso”, diz o médico. O quadro costuma piorar quando ela está deitada.
E se não for... Já se é só uma regurgitação, logo em seguida a criança está pronta para mamar novamente.


Vírus ou bactéria?

“A situação mais comum em pronto-socorros é a chamada febre de origem indeterminada”, explica o pediatra Marco Antônio de Paula Ramos, da AACD. “Só depois desta primeira fase, de sintomas leves, o quadro clínico se manifesta”. Em outras palavras: faz sentido mandar a mãe de volta para casa se o bebê apresentar apenas febre e voltar após dois ou três dias, caso não melhore ou apresente outros sintomas.

Quando a febre se mantém além das 48 horas e não aparecem outros sintomas, os médicos partem para os exames. Fique atenta à criança após a administração de antitérmicos. Se ela não melhorar e continuar prostrada mesmo diante de atividades consideradas prazerosas, leve-a novamente ao médico, para exames complementares.



É bactéria se... a criança não melhora com remédios para a febre, em função de toxinas liberadas que debilitam o organismo.
E se não for... ela deve responder ao tratamento em poucos dias

Tuberculose ou pneumonia?

A tuberculose não é muito comum em crianças e pode ser difícil de ser identificada em bebês. “O diagnóstico é, de certa forma, feito por exclusão. Ela só vai ter a doença se tiver tido contato com quem transmite o bacilo”, explica Francisco Lembo Neto, coordenador do núcleo de pediatria do Hospital Samaritano.

É tuberculose se... A criança não evolui bem, além de apresentar uma série de fatores que pioram progressivamente o quadro.
E se não for... Em geral, os pequenos se recuperam rápido de pneumonias.

http://delas.ig.com.br/filhos/ajude+o+pediatra+do+seu+bebe/n1596928894888.html

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Os 30 remédios essenciais para salvar mães e bebês


No início de abril, a Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgou uma lista de medicamentos essenciais para garantir a saúde das mães e dos bebês, em especial dos que moram em países em desenvolvimento (como o Brasil).

Segundo os números divulgados pela OMS, 8,1 milhões de meninos e meninas com menos de 5 anos de idade morrem todos os anos e, nada menos, do que mil mulheres perdem a vida a cada 24 horas por complicações no pós-parto, doenças infecciosas e crônicas.

“Uma parte destas vidas poderia ser salvas caso as mães e as crianças tivessem acesso gratuito à medicações simples”, afirmou a OMS que elaborou a lista de remédios essenciais com ajuda da Unicef.

É importante ressaltar que todas as medicações listadas pela OMS só podem ser oferecidas pelo médico e em unidades de atendimento que fazem o tratamento das grávidas, crianças e mulheres que acabaram de ter filhos. Veja algumas recomendações da lista.


Medicamentos para as mães


Para hemorragia no pós-parto

A estimativa é que 127 mil mulheres morram todos os anos por causa de hemorragia obstétrica, a complicação mais recorrente nos casos. Para este problema, a indicação medicamentosa da OMS é a oxitocina.

Pré eclampsia e eclampsia

Segundo a OMS, esta é a maior causa de morte materna em países em desenvolvimento. Uma das causadoras desta condição é a pressão alta na gestação. Para esta doença, a indicação são os sulfatos de magnésio e injeção de cálcio.

amoxicilina, a ampicilina, o gás oxigênio medicinal, a ceftriaxona, o gentamicina e a penicilina procaína.

Diarreia

É a segunda causa de mortalidade infantil, responsável por 1,3 milhões de mortes por ano no globo. Para evitar a desnutrição das crianças, a OMS sugere como medicamento essencial o zinco e o soro caseiro

Malária

A cada 45 segundo, uma criança morre de malária na África. Para esta doença, a OMS indica a combinação terapêutica de artemisinina e artesunato

HIV

A OMS diz que, atualmente, 2,1 milhões de crianças convivam com o vírus HIV no mundo. Para esta doença, o tratamento mais eficiente é o com antirretrovirais.

Deficiência de vitamina A

A deficiência de vitamina A esta associada às complicações de rubéola em crianças e, por isso, a OMS indica a suplementação.

Dor e cuidados paliativos

As dores agravam outras doenças e trazem limitações para as crianças. Além da morfina, a OMS indica também o paracetamol.


http://delas.ig.com.br/saudedamulher/os+30+remedios+essenciais+para+salvar+maes+e+bebes/n1596856468428.html

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Sinto falta....

Hoje faz 2 meses que estou em casa de repouso. Sem trabalhar, sem poder fazer praticamente nada.
Me bateu uma depre...
Sinto falta da correria, das cirurgias de urgência, das colegas de trabalho, das reclamações, complicações cirúrgicas, do olhar de reprovação do chefe, ...
Sinto falta do calor intenso por conta do ar condicionado da sala cirúrgica estar quebrado, dos "pits" das pacientes antes, durante e depois, do choro agudo dos bebês recem nato, da preocupação com a vida que está ali em suas mãos...
Sinto falta do cheiro de tinta fresca das reformas do Centro cirúrgico, dos pastéis que o anestesista pagava para todos nas quintas, da minha bota plástica Grenda, que todos achavam horrorosa mas que sempre me protegeu (ela ainda está no armário do Hospital)...
Sinto falta das máscaras, das toucas, aventais, luvas (6.5), das dores nas costas por ficar horas em pé curvada sobre a paciente, sinto falta das discussões e indiretas, das agulhas, bisturis e do cheiro de sangue.

Ficar em casa só me mostra o quanto me faz falta o meu trabalho e o quanto amo o que eu faço. Não saberia ser outra coisa na vida, não saberia trabalhar atrás de uma mesa ou em um escritório, num balcão de loja, nem em outro lugar... Ficar em casa só reforça a idéia de que eu estou fazendo o que realmente eu nasci para fazer.

CUIDAR.

Essa é uma profissão muito bonita, mas que faz com que eu acabe me tornando sim, desprovida de sentimento. Se envolver com o problema do paciente é algo que destrói seu lado profissional.
Já fui chamada de muitas coisas como de mosntra, ruindade, maluca, doida, vampira...
sem contar a fama que as enfermeiras tem de serem mulheres não muito "honrosas",,,,aff. entre outras coisas mais cabeludas.

O que dizer.... Bom alguém tem que fazer o trabalho sujo.

Quanto tempo falta para o natal?

Daisypath Christmas tickers