Essa pose de menina-meiga-santinha é só disfarce.
No fundo eu escondo o veneno alecrim-doce de uma mulher.

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segunda-feira, 25 de abril de 2011

Gestante, pintar ou não o cabelo?

Eis uma dúvida que atormenta dez entre dez grávidas. Veja o que dizem os especialistas sobre o uso de tinturas e tonalizantes durante a gestação.


Loira ou morena? Ruiva ou platinada? Com luzes ou mechas? Não importa o seu estilo se você não abre mão de tinturas e tonalizantes, é bom ficar atenta, agora que o bebê está a caminho. É que qualquer tratamento químico para cabelos pode deflagrar reações alérgicas nas futuras mamães, mesmo nas que nunca tiveram esse problema antes.

A explicação é simples: na gravidez, o corpo feminino se transforma ao sabor dos hormônios e até mesmo o batom velho de guerra, de uma hora para outra, pode causar uma reação esquisita. "A pele da mulher fica mais hidratrada e, por essa razão, absorve com mais intensidade algumas substâncias, aumentando as chances de irritação", justifica Emiro Khury, farmacêutico e diretor técnico da Associação Brasileira de Cosmetologia. Por isso, o couro cabeludo pode apresentar coceira e vermelhidão depois de uma sessão de pintura.

As vias aéreas também não estão livres de ameaças. "A tintura, por ser volátil, pode ser inalada e deflagrar alergias respiratórias", alerta Lúcia Arruda, chefe do departamento de dermatologia da Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Isso vale, por exemplo, para os produtos com amônia, iodo e peróxido de hidrogênio. "Se a mulher tiver sensibilidade a eles, pode realmente apresentar alguma reação", concorda o dermatologista Valcinir Bedin, presidente da Sociedade Brasileira para Estudos do Cabelo. As escovas definitivas que levam formol também provocam fortes reações.


Há risco para o bebê?
Quando o assunto é a saúde do feto, os médicos não entram em acordo. Para alguns especialistas, as modernas tinturas e tonalizantes não oferecem nenhum perigo à criança, já que aboliram os temidos metais pesados de sua composição. "Essas substâncias, como o chumbo, o alumínio e o cobre, poderiam, supostamente, levar a distúrbios neurológicos graves e à malformação do sistema nervoso central", diz Valcinir Bedin. No entanto, segundo ele, os produtos que hoje circulam no mercado são seguros e estão liberados durante a gravidez.

Já o farmacêutico Emiro Khury discorda e recomenda passar longe das químicas para cabelos. "Esses cosméticos são inócuos quando as condições de saúde estão perfeitas, mas o corpo muda muito durante a gravidez", diz ele. Na opinião do especialista, a pele das gestantes, por ser mais sensível, abriria caminho para alguns componentes entrarem na circulação sanguínea e, de lá, chegarem à placenta e ao feto. "Na gravidez, as variáveis são outras e não dá para prever as conseqüências", alerta, cauteloso.


O fato é que nenhum estudo comprovou os efeitos das tinturas para cabelos na saúde dos bebês. "Provavelmente, elas não causam malformação. Mas, como ninguém fez testes para assegurar, por precaução não são recomendadas", resume Lúcia Arruda. Outros especialistas preferem o meio-termo e, após o primeiro trimestre, liberam apenas xampus tonalizantes e tinturas naturais, como a

hena. "Também autorizo as luzes e os reflexos depois da 12ª semana se a aplicação não pegar os fios desde o couro cabelo", conta o obstetra Alberto dAurea, coordenador da maternidade do Hospital São Luís, em São Paulo. Ou seja, para ele é possível usar a tintura, deixando livre a raiz. Bem, como há muitas divergências, a saída mais ponderada é conversar com o seu obstetra sobre o assunto e avaliar os prós e os contras - tanto para a mãe como para o bebê - antes de correr ao cabeleireiro.

http://bebe.abril.com.br

bom, eu tenho pintado o meu cabelo desde o quarto mês completo de gestação.....com Casting, uma tinta muito boa e sem amônia.

domingo, 24 de abril de 2011

Levei um fora do meu obstetra....

Hoje é domingo, são 05:27h e é Páscoa!

Como de costume estou acordada já a algum tempo. As dores continuam me incomodando, ontem como havia comentado no post anterior, fui ao médico. tive o maior susto que uma gestante pode ter.
Eu com 36 semanas de gravidez chego no obstetra para reclamar de minhas dores, e antes mesmo de conseguir reclamar escuto um: " não vou mais fazer sua cesária".
Quase tive um enfarto, fiquei atônita, branca, azul, verde.... entre outros sintomas que não consigo explicar...Tinha acabado de levar um fora do meu obstetra.
Eu olhava para meu marido com cara de quem não queria acreditar no que estava acontecendo.

Mas porque?

Bom ai vem a seguinte história, meu obstetra é o meu patrão, ele é um senhor de 72 anos médico há muitos... experiente, inteligente e sempre me pareceu muito saudável.


Quando cheguei ontem na clínica fiquei sabendo que ele havia passado muito mal naqueles dias, problemas com o cansado coração.... e que está proibido de clinicar.

Então ele entregou meu caso, assim como os outros casos em andamento para colegas de trabalho.

Tudo bem, ele está doente, não tem culpa.... mas e eu?
Estou grávida, com uma barriga enorme, sinto as dores do parto já a algum tempo, com muitas complicações na gestação... e agora?

A primeira coisa que me passou pela cabeça foi, hoje é sábado de aleluia aqui nessa cidadezinha que nada funciona nos feriados, se o Pedro resolver dar o ar da graça eu estou "frita".
Estão todos viajando, médicos competentes, anestesistas e pediatras e eu sem obstetra...aff.
Todos sabem que mulher é um bicho complicado e quando está grávida então a coisa 'pipoca'.

A minha sorte que tenho um marido muito calmo e paciente, do tipo amigão que está sempre presente em tudo, ele com seu jeito de estrategista conseguiu me deixar mais calma, enquanto ele mesmo não se aguentava.


Já em casa, a minha ansiedade aumentava mais. E o inevitável aconteceu...comecei a ter contrações fortes, deixei o marido agitado. Tomei uma medicação para as dores que diminuiram, consegui cochilar algum tempo durante a noite. Levantei inumeras vezes, abri meu ovo da páscoa e comi quase todo com coca gelada (essa é outra história). E agora estou aqui compartilhando meu presente de páscoa com vocês.

Tenho que ficar em repouso, bem quietinha para que o Pedro aguente até segunda feira, quando tenho uma consulta marcada com outro obstetra. Depois de meses confiando em um médico, fica difícil mudar assim tão de repente, afinal, a relação médico paciente é quase um casamento, principalmente quando se está com um bebê na barriga.

Acho que é isso.... então Feliz Páscoa para todos nós!

sábado, 23 de abril de 2011

eu quero minha vida de volta....


Estou acordadíssima a horas. As dores que sinto não me deixam dormir, apenas cochilo.
Estou de 36 semanas e fui premiada pela natureza, pelo acaso, ou talvez por Deus.

Ganhei o direito de não ter direito.

Nas últimas semanas a gestação está muito pesada.
Começou com hemoglobina baixa, alergia a vitamina B12, depois vieram as contrações de treinamento acompanhadas de fortes dores, ansiedade que me levou a ter falta de ar, acharam uma pedra na minha vesícula, agora tenho cólicas também e não posso tomar remédio específico por causa da gestação. Há 4 dias o Edema me pegou de jeito, fico tão inchada que desencadeou a tal síndrome do túnel de Carpo, ai junto com a circulação ruim vem o edema que comprime o nervo mediano e causa muita dor.
Descobri, para meu desespero que deitar piora a situação causando mais dores. Então tenho passado a maior parte das noites recostada em uma poltrona acompanhada por todos os travesseiros possíveis, tentando minimizar as dores que insistem em ficar
o que tenho feito ?
rsrsrs, bom, essa noite tomei vários banhos, andei pela casa, resmunguei, mudei de sofá, tomei analgésico, mas infelizmente nada deu certo.

Hoje vou ao obstetra, espero que ele dê jeito nesta situação.
Desculpem o desabafo, mas como posso dizer, a maternidade é 'romântico como uma porta'.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Talassemia


Descobri que sou talassêmica ainda na infância, Talassemia do tipo menor alfa, tenho uma vida normal regada a ácido fólico. Mas agora na gravidez a coisa complicou. A minha hemoglobina está em um nível muito baixo para aguentar uma cesáriana e vou precisar de uma transfusão sangüínea. Meu hematologista tentou melhorar o nível de hemoglobina me receitando uma dose alta de vitamina B12, foi quando descobri que sou alérgica à tal vitamina. Estou com a pele horrível, toda empolada e tive falta de ar durante a fase crítica da reação alérgica. Com tanta complicação resolvi postar sobre o assunto... então:

O que é talassemia?

A talassemia é uma desordem do sangue hereditária que causa anemia leve ou severa. A anemia é decorrente da hemoblobina reduzida e menos células vermellhas sanguíneas que o normal. Hemoblobina é a proteína nas células vermellhas sanguíneas que carregam oxigênio para todas as partes do corpo. Em pessoas com talassemia, os genes que codificam para a hemoblobina estão faltando ou são diferentes. Formas severas de talassemia são geralmente diagnosticadas cedo na infância e é uma condição para toda a vida.

Os dois tipos principais de talassemia, alfa e beta, recebem seus nomes por causa das duas cadeias de proteínas que fabricam hemoblobinas normais. Os genes de cada tipo de talassemia são passados dos pais para a criança. Tanto a a talassemia alfa quanto a beta tem formas leves e severas.

Causas da talassemia

A talassemia é causada por genes faltando ou diferentes que afetam como o corpo fabrica hemoglobina. Pessoas com talassemia fabricam menos hemoblobina e células veremelhas do sangue do que o normal. O resultado é anemia leve ou severa. Muitas combianções possíves de genes diferentes causam vários tipos de talassemia, a qual é sempre herdada. A pessoa que herda gene de talassemia de um pai e normal de outro tem talassemia menor, a qual geralmente não apresenta sintomas a não ser anemia leve.

Sinais e sintomas da talassemia

Os sintomas da talassemia dependem do tipo e gravidade da doença. Os sintomas ocorrem quando oxigênio suficiente não chega às várias partes do corpo devido à baixa hemoglobina e falta de células vermelhas sanguíneas (anemia). Pessoas com talassemia menor geralmente não apresentam sintomas. Pessoas com talassemia alfa ou beta geralmente têm anemia leve que pode ser encontrada em teste de sangue.

Em casos mais graves de talassemia, os sinais e sintomas aparecem cedo na infância e podem incluir:
* Fadiga e fraqueza.
* Pele pálida ou amarelada.
* Abdômen protuberante.
* Urina escura.
* Ossos faciais anormais e crescimento pobre.
Bebês com todos ou quatro genes afetados geralmente morrem antes ou logo após o parto

Tratamento da talassemia

O tratamento da talassemia depende da gravidade da doença:

* Pessoas com talassemia menor geralmente não apresentam sintomas e não precisam de tratamento.

* Aqueles com formas moderadas de talassemia podem precisar de transfusão de sangue ocasionalmente, como quando estão passando por estresse devido a infecção. Se uma pessoa com talassemia intermédia piorar e necessitar de transfusões regulares, ela passa a ser considerada talassemia maior.

* Pessoas com talassemia severa têm uma doença grave que pode ameaçar a vida. Elas são tratadas com transfusões de sangue regular, terapia quelante de ferro e transplante de medula óssea. Sem tratamento, crianças com talassemia grave não sobrevivem até depois da primeira infância.

http://www.copacabanarunners.net

O que acontece com um homem durante a gravidez?



Mais um assunto que encontrei na revista crescer....

Quem disse que gravidez é uma exclusividade feminina? Homem também engravida. Não na barriga, mas na cabeça. Ainda existe, lógico, aqueles que agem como se nada de diferente estivesse acontecendo. Um número cada vez maior, no entanto, quer ser mais ativo nos nove meses. Eles se envolvem (não perdem um ultra-som), dão palpites (no modelo do carrinho do bebê), fazem planos (meu filho vai se formar em Harvard!) - e, claro, criam muitas planilhas de custo. O que não se costuma levar muito em consideração é que, embora não seja o protagonista, o 'grávido' também sofre uma profunda transformação nas 40 semanas. Tem angústias, inseguranças e medos. E, o pior, normalmente esses sentimentos ocorrem de maneira e em ritmo diferentes dos da parceira. Conclusão: grávidas esperam uma coisa e o marido geralmente vem com outra. Pode parecer estranho, mas a falta de sintonia é perfeitamente normal. 'O segredo é assumir que homens e mulheres não pensam igual e por isso terão expectativas diferentes. Mas um complementa o outro', diz o psiquiatra Luiz Cuschnir, autor do livro Homem sem Máscaras.
Com sua experiência no GAMP - Grupo de Apoio à Maternidade e Paternidade, a enfermeira obstétrica Dóris Ammann Saad observa que os maridos querem orientação. 'Eles passam a gravidez assustados. Tudo é um grande mistério. Não é fácil para homens estarem no papel de coadjuvantes e apenas assistirem à gestação dos filhos', explica. A vida dos futuros pais torna-se ainda mais difícil pela falta de referências. Os pais desses pais não eram como eles querem ser. Não existe um modelo a ser seguido. 'Minha geração está aprendendo sozinha', constata o jornalista Humberto Saccomandi, que uniu-se ao colega Cláudio Csillag para escrever O Manual do Grávido, um bem-humorado guia para homens. 'O marido não é uma mulher, não sabe o que é passar por alterações físicas e hormonais tão radicais. Mas mesmo sem entender, podemos ficar ao lado, ser companheiros, até rir com as mudanças de humor. Nossa função é a de redutor de tensões.'
Nem todos eles, é claro, pensam assim. Muitos escondem as angústias. 'Isso ocorre porque os homens têm um processo de defesa, não querem se mostrar inferiores. Preferem se distanciar da gravidez e da mulher a assumir que também possuem um lado frágil. Para dar certo, ele precisa expor os sentimentos à companheira. É uma troca muito enriquecedora', argumenta, em causa própria, o obstetra Flávio Garcia de Oliveira, pai de sete filhos e autor do livro Bebê a Bordo - Guia para Curtir a Gravidez a Dois.
Emoções no tempo

1° trimestre

· Choque ou surpresa ao receber a notícia.
· Sensação ou noção de formar uma família.
· Desafio de se adaptar às mudanças de humor da mulher grávida.







2° trimestre

· Preocupação financeira e dúvidas em relação a dar conta de cuidar da família.
· Necessidade urgente de planejar o futuro do filho.
· Ciúme da atenção que a esposa passa a receber.
· Interação com o bebê na forma de conversas e compras de presentes.
· Expectativas sobre como ficará a aparência da mulher e a vida sexual.





3° trimestre

· Preocupação e cuidados com a saúde da mulher e do bebê.
· Interesse pelos procedimentos médicos e detalhes do parto.
· Planejamento prático: o melhor caminho para a maternidade, as providências com o plano de saúde e com o parto.
· Sentimento de sentir-se um herói com o filho nos braços.


Atitudes legais para eles

· Estar junto com a esposa na hora de pegar o resultado positivo.
· Relaxar, mesmo que a sensação seja de que o mundo vai acabar - melhor começar a gestação em um clima bom.
· Não esconder as emoções. Quando se sabe o que o outro está sentindo, a vida fica mais fácil. Tome cuidado com frases que podem ser mal interpretadas como 'será que era a hora certa de a gente ter um filho?'. A companheira vai entender isso como rejeição.
· Assumir o lado administrativo natural dos homens. Planejar questões como o melhor caminho para a maternidade alivia a vida da mulher.
· Repare em como a sua mulher pode ficar linda, mesmo com um barrigão. Note o brilho no olhar, os cabelos mais saudáveis, a pele lisinha. Fará bem à auto-estima dos dois.

Gravidez x Sexo




Meninas devido a tantas preocupações com o sexo durante a gravidez, achei uma reportagem na revista Crescer muito interessante, espero que ajude na dúvidas!

"Não é porque você está grávida que o sexo não pode fazer parte da sua vida. Ao contrário. Embora você e seu companheiro estejam envolvidos com os preparativos do enxoval e as preocupações do filho que vem por aí (sem contar com os seus hormônios que estão a mil), é importante não esquecer a vida de casal. Reservem um tempo para namorar e fazer programas a sós.

Abaixo, você confere 10 dicas que vão ajudar a eliminar os mitos e intensificar o romance nesse período. Todos ganham: você, seu marido e até o bebê:

- Respeite seus limites, aumentando as horas de descanso. Assim, vai ficar mais disposta para o sexo;

- Nas primeiras semanas de gravidez, principalmente se você sofre com aqueles desconfortos típicos, como enjoo, náusea e cansaço, a sua vontade de transar pode desaparecer. Mas logo que essa fase passar, a liberdade de fazer sexo sem se preocupar em não engravidar vai deixar o momento ainda mais prazeroso;

- Algumas mulheres, por causa das transformações físicas, sentem-se menos bonitas, e isso afeta seu desempenho sexual. Mesmo com os inevitáveis quilos a mais, lembre-se: você está num momento especial de beleza, é só não descuidar;

- Por outro lado, os hormônios podem contribuir para a autoestima, uma vez que deixa seios, pele e cabelos mais bonitos. Aproveite e invista na sensualidade;

- Se o casal não fala sobre o assunto, o “não quero transar hoje” pode ser entendido como “não quero transar mais” e, aos poucos, a falta de comunicação chega a afastá-los. Ele pensa que a mulher o repele, por isso não a procura mais. E a grávida pode achar que está sendo rejeitada porque engordou e, intimidada, não toma a iniciativa. Daí a importância de esclarecer qualquer mal-entendido;

- Tudo pode acontecer na gravidez. Enquanto algumas mulheres perdem o desejo, outras vivenciarão o orgasmo pela primeira vez. Só uma coisa é certa: o sucesso da adaptação baseia-se no diálogo aberto e na compreensão de ambas as partes.

- Nos últimos meses de gestação, a barriga pode ser um obstáculo real entre você e seu parceiro, pois certas posições tornam-se incômodas. Há mulheres que se sentem mais confortável deitando-se de lado, mas não existe uma maneira ideal de transar durante a gravidez;

- Abuse da criatividade. Sexo não se restringe à penetração. Inclui toque, beijo, masturbação, um banho relaxante;

- Lembre-se: a penetração não machuca o bebê. Isso porque além da musculatura uterina, ele está protegido pelo saco gestacional, espécie de bolsa que abriga a criança e o líquido amniótico. A bolsa d’água que envolve o bebê funciona como amortecedor. E na entrada do útero existe o tampão mucoso, membrana que mantém o órgão fechado, livre de contaminações. Então, relaxe;

- Há quem diga que o bebê também pode sentir o orgasmo materno. Ao atingir o clímax, o organismo libera na corrente sangüínea a endorfina, substância que gera sensação de bem-estar. É evidente que, embora ele não diferencie um orgasmo de, por exemplo, um banho relaxante da mãe, o bebê também pode se sentir bem.

Fonte: José Bento de Souza, obstetra; A Bíblia da Gravidez, Wladimir Taborda e Alice D. Deutsch
http://www.gestantes.org

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Edema...



Apesar do frio, o maridão deixou a piscina em condições de uso....
Consegui ficar uns 5 minutos lá, mas já deu para dar uma revigorada. O inchaço não foi embora, mas me sinto mais disposta.

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Assim que nascer seu bebê vai reconhecer sua voz


Pode parecer mentira, mas não é: os bebês realmente reconhecem a voz da mãe logo depois que nascem. Já foram feitas muitas pesquisas comprovando que recém-nascidos preferem a voz da mãe, e se acalmam com ela.

Em uma das pesquisas, cientistas gravaram a voz de grávidas lendo um poema, e então tocaram a gravação para os bebês, que ainda estavam dentro da barriga. Eles mediram os batimentos cardíacos dos fetos e observaram que, quando era a voz da mãe, o ritmo cardíaco dos bebês aumentava; quando era a de outra mulher, o ritmo do coração diminuía.

Os especialistas acreditam que, ao ouvir a cadência da voz da mãe, ainda dentro do útero, os bebês começam a aprender a usar a linguagem.

Mães, pais e especialistas também já notaram que recém-nascidos parecem se acalmar ao ouvir sons parecidos com os de dentro do útero, como o barulho do ventilador, por exemplo, ou aquele chiado de TV ou rádio fora do ar.

Por isso, na hora daquele berreiro, você pode conversar ou cantar para o bebê. Se nada adiantar, procure um barulho desse tipo.

Não custa tentar!

Edema, o que pretendo fazer ///.....



Fiz uma pesquisa e pude perceber que muitas gestantes tem a mesma receita para aliviar o inchaço.
Banho de imersão em água fria.
O que pretendo fazer.... esperar o maridão acordar, (ainda dorme) afinal é feriado.
Pedir para que deixe a piscina em condições de uso, vou esperar o sol ficar mais ameno e passar algum tempo lá, tentando relaxar.
Espero que isso me proporcione algum bem estar.
Beijo e Abraços

Elaine

Edema durante a gestação...



Nesses últimos dias as coisas ficaram muito complicadas para mim. Então aos poucos estou pesquisando e repassando para vocês informações importantes sobre alguns problemas que tem me afligino no finalzinho da gestação.
Como essa madrugada tive que passar recostada no sofá para pelo menos poder cochilar e sentir menos desconforto e dor. Resolvi escrever sobre um dos assuntos que estão me tirando a qualidade de vida, o EDEMA.

Durante a gravidez o corpo produz aproximadamente 50% mais sangue e fluidos corporais para suprir as necessidades do desenvolvimento do bebê. O edema (inchaço) discreto é uma condição normal da gestação causada pelos fluidos e sangue adicionais e ocorre nas mãos, face, tornozelos e pés.

Esta retenção extra de líquidos é necessária para “amolecer” o corpo, preparando-o para uma expansão necessária à medida que o bebê se desenvolve. O fluido extra ajuda a preparar as articulações da pelve e os tecidos vizinhos para permitir o nascimento do bebê quando chega a hora do parto.

O aumento dos líquidos corporais é responsável por 25% do ganho de peso das gestantes.
Ele pode ocorrer a qualquer momento na gestação, mas é mais comum a partir do final do segundo trimestre, ou seja, a partir do final do quinto mês de gestação e aumenta durante o terceiro trimestre.

Alguns fatores podem afetar o desenvolvimento do edema:

Temperaturas elevadas. Grávidas ficam mais edemaciadas no verão.
Ficar de pé ou sentada sem mexer os pés e as pernas por longo período de tempo.
O exagero nas atividades físicas ou a inatividade física pode colaborar para o aparecimento de edemas em gestantes.
Dietas pobres em potássio.
Alto consumo de cafeína.
Excesso de sal (sódio) na dieta.

O edema pode ser evitado ou reduzido com a ingestão de alimentos ricos em potássio como bananas, tomates, laranjas, espinafre, melão e melancia. Reduzir a cafeína e o sal também ajuda bastante.

Outras dicas:

Evitar ficar de pé por longos períodos.
Não ficar sentada com os pés no chão por muito tempo, evitar cruzar as pernas. Procure sentar-se elevando os pés e movimentando-os periodicamente ao redor dos tornozelos.
Calçar sapatos confortáveis, evitando saltos altos se possível.
Usar meias elásticas quando indicadas por um médico.
Repousar com os pés elevados (acima do nível do coração) para facilitar o retorno venoso.
Evitar ambientes muito quentes quando estiver muito calor.
Dê preferência por deitar do lado esquerdo principalmente no último trimestre da gravidez. Não deitar de costas para não comprimir vasos sanguíneos calibrosos, o que dificultaria o retorno venoso.
Evitar roupas apertadas, principalmente nos pulsos e tornozelos.
Descansar em um banho de banheira não muito quente por pelo menos uns vinte minutos ou nadar um pouco em uma piscina.
Usar compressas frias nas áreas edemaciadas.
Beber bastante água. Isso ajuda a desintoxicar o organismo e a reduzir a retenção de líquidos.
Minimize o sódio na dieta (mas não o elimine, pois o iodo presente no sal é importante para o bebê) e evite o acréscimo de sal nas refeições. Uma boa opção é não deixar o saleiro à mesa.
Evite refrigerantes e outros alimentos ricos em sódio.
A drenagem linfática pode ajudar na eliminação de líquidos, mas não deve ser feita na barriga.
Em caso de edema, não use joias como aneis, pulseiras ou tornozeleiras.
Não tome diuréticos por conta própria, pois eles podem levar à perda de eletrólitos e causar prejuízos ao bebê.

Um edema discreto é esperado, mas mesmo assim deve ser avaliado por um obstetra.

Quando o acúmulo de líquidos é excessivo e vem acompanhado de aumento na pressão arterial ou perda de proteínas pela urina, é um sinal de alerta para a gestante. Estes sintomas podem indicar uma pré-eclâmpsia. Outros sinais e sintomas desta condição são dor de cabeça severa, visão borrada e rápido ganho de peso. A gestante deve procurar ajuda médica imediata.

Edemas repentinos ou severos devem sempre ser avaliados pelo obstetra o mais rápido possível.

Quando o edema ocorrer em apenas uma perna, especialmente se acompanhado de dor persistente e endurecimento da panturilha (batata da perna) pode significar uma trombose (formação de coágulo dentro da veia). O obstetra deve ser procurado rapidamente.

A realização de um pré-natal adequado é a melhor opção para evitar complicações na gravidez.


ABC.MED.BR, 2011. Edema durante a gravidez. Conheça e saiba como prevenir.. Disponível em: . Acesso em: 21 abr. 2011.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

síndrome do túnel do carpo


Dor e dormência na mão durante a gestação....Porque?

Tenho sentido terríveis dores em minhas mãos e braços durante esse último mês de gestação. Algo que atormenta e incomoda tanto ao ponto de não me deixar dormir.
Há muitos dias que não sei o que é tato, perdi totalmente a sensibilidade dos dedos.
Vivo com dedos, mãos e braços dormentes e edemaciados, então resolvi pesquisar sobre o assunto. Veja o que descobri.


Essa sensação provavelmente é causada pela chamada síndrome do túnel do carpo. Embora o problema seja mais frequentemente associado a pessoas cujo trabalho envolve movimentos repetitivos, ele também é bastante comum entre as gestantes.
Os sintomas podem incluir dormência nas mãos, formigamento, queimação ou dor nos dedos, mãos, punho, braço e até no ombro.

O "carpo" é a estrutura óssea do punho, entre o antebraço e a mão. O túnel do carpo é um canal que tem três lados formados por osso e um por um ligamento. Por dentro desse canal, passa um nervo importante, o nervo mediano. O inchaço e a retenção de líquidos que são comuns na gravidez podem fazer com que aumente a pressão dentro desse espaço estreito e pouco flexível, no túnel, comprimindo o nervo mediano.

O nervo mediano é o responsável pelo tato no polegar, no indicador, no dedo médio e em metade do anular, e também comanda o movimento de um músculo na base do polegar. A pressão sobre esse nervo é a causa dos sintomas da chamada síndrome do túnel do carpo.

Felizmente, nem todas as mulheres grávidas são afetadas pela síndrome, e ela costuma ser temporária. Em alguns casos, porém, a intensidade da condição pode ser
maior, e ela persiste por vários meses.
Os sintomas podem surgir a qualquer momento da gravidez, mas normalmente se apresentam no começo do quinto ou do sexto mês, junto com o leve inchaço dos tornozelos e dos pés.

Os sintomas podem se agravar à noite. Sempre que sentir as fisgadas, mude de posição na cama -- só isso já alivia boa parte do incômodo. Tente não dormir em cima das mãos. Outro truque é sacudir as mãos até que a dor e a dormência diminuam.

Flexionar os dedos e as mãos várias vezes durante o dia também é positivo. Se estiver com muita dor, evite movimentos repetitivos como digitar e fazer trabalhos manuais, que podem agravar os sintomas. Manter as mãos elevadas quando sentada, por exemplo sobre o encosto do sofá, enquanto você assiste à TV, também pode ajudar.

Caso trabalhe com computadores, ajuste a altura de sua cadeira para que os punhos não fiquem flexionados para baixo quando você digita. Teclados ergonômicos também podem ajudar. Lembre-se de fazer pausas para esticar as mãos e os dedos.

Os sintomas da síndrome do túnel do carpo normalmente desaparecem um pouco depois que o bebê nasce, junto com o inchaço. O sumiço da dor, no entanto, não é imediato -- você ainda ficará inchada por alguns dias após o parto.

Se a dor persistir por muito tempo após o parto, você pode precisar de um tratamento especial para aliviar a pressão sobre o nervo mediano, primeiro com remédios antiinflamatórios, depois com injeções de cortisona ou, nos casos muito graves, até cirurgia, tudo dependendo da recomendação médica. O procedimento é feito através de uma pequena incisão na palma da mão, para que o médico possa fazer um corte no ligamento carpal transverso, uma das paredes do túnel do carpo, liberando assim o nervo. Com a incisão, o nervo mediano volta a funcionar normalmente.

Converse com o médico se a dor e o formigamento estiverem interferindo no seu sono e na sua rotina. Não tome nenhum analgésico sem a autorização do seu obstetra. O uso de talas removíveis para o pulso, para os períodos de repouso, também pode ser benéfico.

www.babycenter.com

terça-feira, 12 de abril de 2011

Mitos e verdades na gestação



Mudança de lua influencia no parto?

SIM. Esse é um assunto interessantíssimo. Veja bem:
A lua influencia o nosso planeta a todo instante. A lua cheia está associada há hipertensão, devido ao aumento de líquido que circula pelo corpo. É nela que ocorre o maior número de rupturas de bolsas amnióticas e edemas em gestantes. Já na lua minguante tudo diminui. Nela existem mais abortos e, nas gestações em fase final,mais facilidade para a redução do líquido amniótico.

Dica: Verifique qual que lua ocorreu a concepção. Ela será a lua do parto e, em todas as passagens dela a gestante sentirá mais desconforto.

Ter muita azia significa que o bebê será cabeludo?

NÃO.A azia é resultado da compressão do estômago e do esôfago pelo útero, causada por um refluxo do ácido clorídrico.

Engordar muito é sinal que o bebê é grande?

As vezes. A questão é muito delicada. Antigamente acreditava-se que ingerir muito carboidrato deixava o bebê forte e grande. Hoje temos que ver a questão do diabetes gestacional.

Ficar sem comer muito tempo piora o enjôo?
SIM. A gestante não deve ficar muitas horas sem comer, porque o estômago vazio libera um ácido aumentando o enjôo.E também ficar muito tempo em jejum provoca hipoglicemia podendo prejudicar o bebê e levando ao diabetes gestacional.

Comer chocolate antes do ultrasson ajuda a ver o sexo do bebê?
NÃO.

O formato da barriga diz o sexo da criança?
NÃO. O assunto é polêmico, mas o formato e o aspecto da barriga depende da posição fetal e do físico da gestante.

A diminuição de pêlos na gestante significa que ela terá uma menina?
NÃO. A quantidade de pêlos durante a gravidez é um fator hormonal, e não diz respeito ao sexo da criança.

Comer chocolate durante a gestação provoca cólicas no bebê?


Sim e Não. Realmente o chocolate como o café e a coca cola provocam cólicas no recém nascido, mas não no feto.

Se os desejos da grávida não forem atendidos o bebê pode nascer com algum sinal?
NÃO. Como já falei anteriormente em outra postagem do blog, os desejos estão relacionados as necessidades do organismo, como falta de alguma vitamina, por exemplo.

Dr. Alberto d´Aurea, Obstetra.

domingo, 10 de abril de 2011

Almofada para gestante



Idealizada para dar mais conforto às mulheres em período gestacional essas almofadas realmente proporcionam o que prometem - CONFORTO. Por estar em um período de total modificação do corpo muitas mulheres grávidas tem seu sono atrapalhado por não conseguir uma posição ideal para dormir.



Eu ganhei uma do meu esposo logo no início da gestação.... me ajudou e ainda ajuda muito. Sem essa almofada algumas noites seriam simplesmente intoleráveis.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Desejo de Grávida - Não basta ser Pai tem que participar...rsrsrs



Futuras mamães que acham estranho comer pão com pimenta, podem ficar tranqüilas. É normal sentir esses desejos e querer saciá-los.
Não é capricho, tudo tem uma explicação científica.
Sentir desejos é mais normal do que parece. Tudo ocorre por causa das alterações hormonais geradas durante a gestação. As mudanças modificam o olfato e o paladar, gerando na futura mamãe o anseio por alimentos mais condimentados. O PH da boca se modifica transformando o sabor dos alimentos, daí a vontade de comer alimentos que antes não comia.
Então não é capricho: as vontades e desejos são os mais alucinados possíveis.
Melancia com queijo
Suco de abóbora
Catchup com doce de leite

Nessa hora o marido exerce um papel importante para a gestante. Certas mulheres usam os desejos como uma forma de chamarem a atenção para si, e a maioria dos homens fazem de tudo para sucumbir aos desejos de sua amada. De acordo com estudos feitos esse comportamento masculino é correto, pois oferece apoio, segurança e carinho. Mas se grávinha apresentar desejos muito peculiares, o companheiro deve entender que de fato está ocorrendo através de muita conversa, e participar desse período de forma ativa.

E para tranqüilizar os corações dos futuros pais e familiares, esses desejos não vão influenciar na saúde do bebê, desde que não sejam absurdos.
E o marido?
Não tenha medo de solicitá-lo para buscar aquela fruta rara na madrugada. rsrsrsrsrs

Eu pessoalmente não tive assim tantos desejos extravagantes.

Que eu me lembre tive poucos desejos como o de chupar sorvete de menta de palito vendido em um carrinho de rua por um velho sujo.

Ou de comer pamonha com queijo na casa da tia do meu marido. (depois de 1h esperando a pamonha ficar pronta meu marido comprou, levou para a casa da tal tia, e advinha? minha pamonha veio sem o queijo....sem comentário)

Outro dia estávamos em um aniversário e me deu uma vontade súbita de comer churros de doce de leite.... não achamos para comprar naquele dia. No outro eu comprei um churros de um lugar enfrente ao banco.... advinha? Estava tenebroso, com gosto de água suja do Tietê... (que falta de sorte)





O último desejo foi essa semana, vi num folder da Cacau Show um ovo enorme com casca trufada, ia pedir p meu marido comprar, mas a gula falou mais alto e fui pessoalmente a loja.... a intenção era me trancar no quarto e comer tudo sozinha, mas fui descoberta. Que vergonha... acabei tendo que dividir com o resto da família.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Uma questão de conciência



Mesmo tendo a intenção de amamentar meu terceiro rebento, Pedro no peito, afinal leite materno é simplesmente a melhor coisa que a natureza nos deu de presente, e
sabendo da polêmica do BPA, eu e meu esposo resolvemos adquirir mamadeiras livres do produto. Afinal, em algum momento teremos que oferecer sucos e outros líquidos ao bebê.

Tivemos dificuldade de encontrar mamadeiras livre de BPA em nossa cidade, em alguns estabelecimentos os vendedores nunca tinham ouvido falar no assunto. Acabamos comprando pela internet as mamadeiras da Philips Avent.
Compramos pelo site www.submarino.com.br .



Mães de todo o Brasil,acho um absurdo não termos produtos livre de BPA e saber que o nosso país está mais uma vez atrasado em relação a um assunto tão importante. Enquanto o Brasil não abre os olhos, vamos usando os produtos importados.

Mamadeira saudável é mamadeira sem Bisfenol-A.




Para quem nunca ouviu falar do Bisfenol, ou BPA, a gente explica melhor. A substância é uma espécie de resina nociva à saúde encontrada na maioria dos plásticos, inclusive nas mamadeiras.

Para muitos cientistas, ela pode estar por trás do aumento de algumas doenças, entre elas o câncer de mama, os distúrbios cardíacos, a obesidade e a hiperatividade.

Na Inglaterra, por exemplo, estudos mostram que a substância está presente em quase todos os produtos infantis e, para evitar que isso aconteça, a Breast Cancer UK, entidade que luta contra o câncer de mama no país, lançou uma campanha para que o BPA não seja utilizado na produção de mamadeiras.


trocando em miúdos....
O que é Bisfenol-A?

O bisfenol-A (BPA), cuja formula é (CH3)2C(C6H4OH)2, é um composto utilizado na fabricação do policarbonato, um tipo de plástico rígido e transparente. É o monômero mais comum entre os policarbonatos empregados em embalagens de alimentos. O BPA é também um dos componentes da resina epóxi (plástico termofixo que endurece quando misturado a um agente catalisador ou “endurecedor”), presente por exemplo no revestimento interno de latas para evitar a ferrugem.
Apesar do plástico ser considerado estável, já se sabe que as ligações químicas entre as moléculas do BPA são instáveis, permitindo que o químico se desprenda do plástico e contamine alimentos ou produtos embalados com policarbonato ou resina epóxi. No caso de aquecimento do plástico, a contaminação por BPA é ainda maior.

ONDE ENCONTRAMOS O BISFENOL-A?

Em grande parte das mamadeiras de plástico;
Em embalagens plásticas para acondicionar alimentos na geladeira, copos infantis, materiais médicos e dentários;
Nos enlatados, como revestimento interno;
Em garrafas reutilizáveis de água (squeeze), garrafões de 5L;



CONSEQUÊNCIAS DO BISFENOL A

O bisfenol-A está presente em produtos no mercado por mais de 120 anos. Estudos demonstram que o BPA não só é um composto onipresente nos seres humanos (alcançou 93% da voluntários em uma ampla pesquisa americana), mas também uma potente toxina mesmo em doses muito baixas. A maioria das pesquisas que afirma a seguridade do BPA foi patrocinada pela indústria que o produz.
Considerado um interferente endócrino, o químico age como alguns dos hormônios presentes no corpo humano e pode comprometer a saúde. Estudos sugerem que a parte mais afetada é o sistema reprodutivo, sendo fetos e bebês os mais vulneráveis à sua exposição.
Estudos realizados associaram o bisfenol-A a uma maior incidência de obesidade, problemas cardíacos, diabetes, câncer na próstata e mama, puberdade precoce e tardia, abortos, anormalidades no fígado em adultos e também problemas cerebrais e no desenvolvimento hormonal em crianças e recém-nascidos. O químico também foi associado a problemas sexuais em homens como a diminuição da qualidade e da quantidade de esperma.



RISCOS À SAÚDE

Câncer
Disfunções Sexuais
Outras doenças associadas ao bisfenol-A
• Hiperatividade;
• Autismo em crianças e adolescentes;
• Problemas cardíacos;
• Diabetes.



BISFENOL – BRASIL
A diretiva da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária do Brasil) é normalizada junto ao Mercosul, foi revista em março de 2008 (Resolução Anvisa nº 17, de 17 de março de 2008) e baseia-se em lei da Comunidade Européia de 2004 (Comission Directive 2004/19/EC).
Para o bisfenol-A, o limite de migração específico (LME) permitido das embalagens para os alimentos e bebidas é de 0,6 mg/kg de material plástico.
No momento, o Projeto de Lei do deputado Beto Faro (PT-PA), que está sendo analisado pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio, de Seguridade Social e Família e de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados, tramita em caráter conclusivo.
O Projeto proíbe a produção, a importação e a comercialização de embalagens, equipamentos e outros produtos para lactantes e crianças da primeira infância que contenham em suas composição o bisfenol-A.
Em Curitiba, o vereador Aladim Luciano (PV) propôs lei banindo o bisfenol. Apresentado na Câmara de Curitiba, em março de 2010, o projeto prevê a proibição da fabricação, fornecimento e comercialização de mamadeiras e brinquedos infantis compostos por elementos plásticos que liberem o poluente orgânico persistente bisfenol-A (BPA).

Quanto tempo falta para o natal?

Daisypath Christmas tickers