Essa pose de menina-meiga-santinha é só disfarce.
No fundo eu escondo o veneno alecrim-doce de uma mulher.

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sábado, 21 de janeiro de 2012

Meu filho não come. E agora?



Crianças bem-alimentadas e enjoadinhas não comem. Essa é uma das verdades da vida. Felizmente para nós, outra verdade é que crianças famintas comem. Quando o corpo queima todo o combustível que há no tanque, o estômago começa a mandar sinais para o cérebro. Inicialmente, são sugestões bem-educadas, mas que se não forem acatadas logo progridem para vontades urgentes e daí para exigências desesperadas.

Só uma coisa consegue fazer uma criança enjoadinha comer, e esse coisa é a fome. Isso é fantástico, porque não precisa fazer nada para provocar a fome. Na verdade, só precisa esperar. O tempo resolve 98% dos problemas alimentares das crianças.

Algumas pessoas dizem que "quem espera desespera". No entanto, também há quem diga "quem espera sempre alcança".

Eu estou no segundo grupo.
Quando uma criança sentir fome, ela vai comer.


Isso é tudo que precisamos saber.

*trecho do livro Por dentro da cabeça do seu filho (Niguel Latta)

Observação pessoal:
Diante das imagens acima eu agradeço todos os minutos por ter alimento para oferecer aos meus filhos. E peço de coração por aqueles pobres miseráveis que não tem nem para subsistência. Amém.






terça-feira, 31 de maio de 2011

Sapinho (candidíase oral) em bebês


Meu bebê está com placas brancas dentro da boca. O que pode ser isso?
Pode ser sapinho, uma infecção pelo fungo chamado Candida albicans. Aparecem manchas brancas na parte interna da bochecha, no céu da boca e às vezes na língua do bebê. É um problema mais comum em bebês de até 2 meses de idade, mas pode aparecer em crianças mais velhas também.

O fungo está presente no sistema digestivo de todo mundo, mas, quando há um desequilíbrio, essa presença se transforma em infecção. Os principais causadores desse desequilíbrio são mudanças hormonais ou o uso de antibióticos -- seja pelo bebê ou pela mãe, no caso de criança que mama no peito.

Como saber se é mesmo sapinho?
Se houver uma camada branca na língua do bebê, e em nenhum outro lugar, provavelmente é apenas resto de leite. As lesões da candidíase oral são mais comuns nas laterais da boca, e às vezes doem bastante. O primeiro sinal pode ser o fato de o bebê chorar quando mama ou quando chupa a chupeta. Outras vezes, porém, o bebê pode não dar grandes indicações de dor ou irritabilidade, mas o aleitamento fica prejudicado.

Caso você desconfie que seu filho está com sapinho, procure as placas brancas características do problema. Lave bem as mãos, cubra o dedo com uma gaze e toque numa das lesões, para ver se ela sai. Muitas vezes ela não sai, mas, se sair, deixará uma área bem vermelha no local onde estava, e pode sangrar um pouco.


Como se trata a candidíase oral?
Consulte o pediatra se achar que seu filho está com sapinho. Ele pode receitar um medicamento antifúngico. A infecção leva até uma semana para ir embora. Às vezes os médicos recomendam a aplicação de uma pomada antifúngica nos mamilos da mulher caso ela esteja amamentando, para que a infecção não fique passando do bebê para a mãe e da mãe para o bebê.

Há alguma coisa que eu possa fazer para meu bebê não pegar sapinho?
Há bebês que simplesmente são mais suscetíveis que outros à ação do fungo. Há quem acredite que o problema seja causada pelo uso de chupetas ou de mamadeira; outros acham que a culpa é de sujeira no bico da mamadeira; para outras, ainda, o problema é causado pelo uso de chupetas ou bicos de mamadeira grandes demais para a boca do bebê. Mas bebês que só mamam no peito e que não usam chupeta também podem apresentar a candidíase oral.


Alguns especialistas recomendam que se dê um pouco de água filtrada e fervida para o bebê (fria ou em temperatura ambiente) depois de cada mamada, para eliminar os resíduos de leite. A esterilização frequente de chupetas e mamadeiras também pode ajudar.

Os médicos também orientam as mães que amamentam a deixar os mamilos tomarem um pouco de ar entre as mamadas para evitar a micose, e a medida é especialmente importante quando já se está com a infecção -- a umidade é o ambiente ideal para a proliferação dos fungos.

Fique alerta para a candidíase se o bebê estiver tomando antibióticos -- e você também, no caso de amamentar. Os antibióticos matam as bactérias ruins, mas também as boas, que existem naturalmente no corpo. Isso pode favorecer o surgimento da infecção por cândida. A candidíase também pode ser vaginal, nas mulheres, além de afetar o bico do seio.

O sapinho é perigoso?
Não. O maior problema é a boca do bebê doer demais e ele não conseguir mamar, o que pode levar à desidratação. Nesses casos, o médico talvez receite uma dose de analgésico como o paracetamol para controlar a dor.

Você também precisa avisar o médico se a candidíase não estiver melhorando com o tratamento, ou se o bebê tiver febre de mais de 38 graus, o que pode indicar algum outro tipo de infecção.

Embora não tenha maior gravidade, a candidíase é muito doída, em todos os sentidos. É difícil ver o bebê com fome e chorando de dor para mamar. O consolo é que ela costuma passar rápido. Mime seu filho e siga direitinho as recomendações do médico para o controle da dor.

E mantenha o tratamento pelo tempo recomendado, mesmo que as lesões já tenham melhorado. Senão o problema pode voltar, e ninguém quer que isso aconteça.

http://brasil.babycenter.com/baby/saude/sapinho/

terça-feira, 24 de maio de 2011

Paparique-se


Todo pai e mãe tem dias em que acha que vai explodir se tiver que limpar mais um nariz escorrendo, ouvir aquela musiquinha pela milésima vez ou catar mais algum brinquedo do chão. Nessas horas, parece que a única solução ideal seria uma passagem só de ida, para qualquer lugar. Como essa solução não é muito realista, o melhor é admitir a exaustão e tirar um tempo para você, paparicar-se para não ficar louco.

Dez pequenos luxos para renovar as energias
Perguntamos às leitoras o que elas gostam de fazer quando dedicam um tempo só para si. O que as mães estressadas fazem para recobrar a paciência? As dez respostas mais citadas estão descritas abaixo.

São "mimos" que podem parecer modestos para quem não tem filhos, mas, para quem tem crianças pequenas, tempo é coisa rara, e uma rápida escapada para respirar já faz uma enorme diferença no resto do dia.

Por isso, da próxima vez que estiver estressada, tente as seguintes estratégias:

1) Um banho gostoso

Se tiver banheira, melhor ainda. Acenda umas velas, leia um livro ou uma revista, coloque música suave. Pode levar até uma xícara de chá ou uma taça de vinho para o banheiro. Para quem não tem banheira, uma boa chuveirada ao som de música, aproveitando para passar um creme especial no cabelo, já adianta.

O banho pode servir até de aquecimento para uma noite animada com o parceiro.


2) Cuidar da beleza

Uma ida ao salão de beleza para manicure, pedicure, massagem, limpeza de pele ou corte de cabelo. Além de você se sentir melhor, vai ficar mais bonita, e para variar alguém é que vai estar cuidando de você, em vez de você estar cuidando dos outros.

3) Um programa a dois

Um programinha com o parceiro levará vocês de volta aos tempos em que eram livres e desimpedidos para sair à hora que quisessem. Saia à noite, vá ao cinema, jante fora. Mas tente não passar o tempo todo falando sobre o bebê. Aproveite a disposição de avós ou familiares para cuidar do bebê ou das crianças sempre que puder.

4) Sair com gente adulta

Nem sempre há quem fique com as crianças para você sair com seu parceiro, mas vocês podem fazer um revezamento: cada vez um sai com os amigos. É bom ter conversas adultas de vez em quando, sobre outros assuntos que não os filhos. Você pode aproveitar e ir com as amigas àquele restaurante que ele não gosta, e ele pode ir assistir aos filmes que você acha sem graça. Todos saem ganhando.

5) Tempo para a saúde

Uma caminhada no parque, uma volta de bicicleta, uma corrida na praia. Escolha uma atividade saudável de que você goste, e que a tire da rotina.

6) Dormir!

Dormir o quanto quiser é o sonho dourado de muitos pais, principalmente quando o bebê é pequeno. Proponha um revezamento com o parceiro -- cada dia do fim de semana um pode dormir até a hora que quiser. Se você amamenta, não tem problema: dê o peito, devolva o bebê para o pai e volte para a cama (de porta fechada e com ordens para não ser importunada).

7) Repaginar o visual

Uma roupa nova ou um novo corte de cabelo fazem milagres para recarregar suas energias. Mesmo que você seja só fazer aquela tão adiada depilação no banheiro de casa mesmo, mas em paz, sem interrupções!

8) Ir às compras

Comprar alguma coisa para você mesma, tendo como brinde o tempo que quiser para escolher, é uma ótima pedida. Não precisa ir à falência; basta lembrar que você ainda é prioridade, já que suas últimas compras certamente envolveram uma loja para bebês. Se seu corpo ainda não está muito definido, presenteie-se com um bom sapato. Reparou como os antigos já não servem tão bem? É que o pé chega a crescer meio número depois da gravidez! Precisa de mais desculpa que isso?

9) Solidão

Ficar sozinha por algum tempo faz bem para a mente. Pode ser numa caminhada, numa ida ao cinema, numa saída para compras. Assim você reafirma sua individualidade, e a saudade que sente da criançada ajuda a dar mais paciência para as tarefas diárias.

10) Ler

Ter tempo para ler um livro ou mesmo uma revista é um grande luxo para quem tem filhos. Aproveite a hora da soneca dele ou quando tiver mais alguém para olhar seu filho, feche a porta e mergulhe na leitura. Você vai se sentir gente de novo.

Escolha o melhor jeito de se paparicar e aproveite! Seu filho só tem a ganhar com pais menos estressados.

PS>.... eu ainda não consegui me paparicar.... mas pretendo logo.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

OS GASES EM BEBÊS (POR DR. GONZÁLEZ)



Tanto os bebês como os adultos podem ter gases no estômago ou no intestino (sobretudo no intestino grosso). Mas são duas questões completamente diferentes.

O gás encontrado no estômago é ar, ar normal e corrente que o indivíduo engoliu (é o que os médicos chamam aerofagia, engolir ar). Os bebês podem engolir ar ao se alimentar, ou ao chorar, também quando chupam dedo ou chupeta.

O gás que está no intestino é diferente, basta cheirá-lo para perceber. Contém nitrogênio do ar deglutido (o oxigênio foi absorvido pelo tubo digestivo) e gases que são produzidos no próprio intestino pela digestão de certos alimentos e que dão seu odor característico.

Quando um bebê engole muito ar, seria possível que soltasse muito “pum”, porém é mais fácil que o excesso saia por cima, com arrotos. Um excesso de gases no intestino é mais provável que seja proveniente da digestão que do ar deglutido. Quando o bebê não mama corretamente, porque está com a pega errada ou tem outra dificuldade, é possível que tome muita lactose e pouca gordura e a sobrecarga de lactose pode produzir um excesso de gases. Além disso, por estar com a pega errada, é provável que engula ar enquanto mama. Mas nem a pega incorreta é a principal causa dos gases, nem os gases são o principal sintoma da pega incorreta.


Os gases em excesso no intestino só podem ser eliminados sob a forma de “pum” . Por sorte, não podem fazer o caminho inverso e sair pela boca.

É mais fácil eliminar o ar do estômago (quer dizer, arrotar) em posição vertical que em posição horizontal. Como nossos antepassados estavam sempre no colo de suas mães, em posição mais ou menos vertical, não deviam ter muito problema. No século passado o uso das mamadeiras e dos berços ficou generalizado. Com a mamadeira, o bebê pode engolir muito ar, e no berço é difícil soltá-lo; por isso parecia importante colocar o bebê para arrotar antes de colocá-lo no berço.

Contudo, não parece que os gases incomodam os bebês, salvo em casos extremos. Muita gente pensa que a principal causa do choro em bebês pequenos seja os gases; e muitos dos medicamentos que ao longo do tempo se tem recomendado para a cólica do lactente se supunha que ajudavam a expulsá-los (esse é o significado da palavra carminativo), ou para evitar a formação de bolhas (nunca entendi o porquê, mas sim, algumas gotas para cólicas são antiespumantes).


Nem todos estão de acordo com a causa das cólicas (mais adiante explicarei minha teoria favorita), mas parece que não restam mais defensores sérios da teoria dos gases. Há muitos anos, quando não se sabia que o excesso de raio x era maléfico e se faziam radiografias por qualquer bobagem, alguém teve a idéia de fazer radiografias dos bebês que choravam (o gás é visto perfeitamente como uma grande mancha negra na radiografia). Comprovou-se que os bebês têm poucos gases quando começam a chorar, porém muitos gases quando levam um tempo chorando. O que ocorre é que engolem ar ao chorar, e como não podem chorar e arrotar ao mesmo tempo, vão acumulando gases até que param de chorar. A mãe costuma explicar assim: “Pobrezinho, estava chorando muito porque estava cheio de gases. Peguei, dei uns tapinhas, ele, conseguiu arrotar e melhorou”. Na realidade, a interpretação correta seria: “Pobrezinho, chorava porque estava com saudade de mim. Quando peguei ele no colo e fiz carinho, ele se tranquilizou e deu um arroto enorme com todo o ar que tinha engolido enquanto chorava”.

Acho que isso explica a importância do arroto no século passado. Quando a mãe tentava colocar o bebê no berço logo após acabar de mamar, o bebê chorava desesperado. Em vez disso, se ficasse com ele no colo e o embalasse um pouco antes de colocá-lo no berço, era mais fácil que o bebê se traquilizasse e dormisse. Durante esse tempo que estava nos braços, claro, o bebê arrotava. E como ninguém queria reconhecer que o colo da mãe era bom para o bebê (como vai ser bom? O colo da mãe é mau, estraga, o bebê não tem que ficar no colo, ou ficará manhoso!), preferiram pensar que era o arroto, e não a presença da mãe, que havia feito o milagre.

A verdade é que muitas mães modernas têm a ideia de que o arroto é importantíssimo, fundamental para a saúde e bem estar do seu filho. Tem que arrotar custe o que custar. Mas os bebês amamentados, se mamaram corretamente, não engolem quase nada de ar (os lábios se fecham hermeticamente sobre o peito, razão pelo qual o ar não entra; e dentro do peito não tem ar, ao contrário da mamadeira). Muitas vezes, os bebês de peito não arrotam depois de mamar. Por outro lado, quando estão com a pega errada, é possível que engulam ar, fazendo um barulho como de beijinhos, porque fica uma frestinha entre os lábios e o peito.

Uma vez uma mãe me explicou que seu filho custa a arrotar, que tem de ficar uma hora dando

tapinhas nas costas, que ele chora, inclusive,de tão mal que fica, até que por fim pode eliminar os gases. Pobre criatura, o que acontece é que não tem gases para eliminar; chora de tantos tapinhas e voltas que dão com ele, e ao final elimina o ar que engoliu enquanto chorava.

Não fique obsessiva com o arroto. Depois de mamar, é uma boa ideia deixar o bebê por um tempo no colo. Isso ele vai gostar. Se nesse tempo eliminar os gases, está bem. E se não, pode ser que não tenha gases. Não lhe dê tapinhas nas costas, não lhe dê camomila, nem erva-doce, nem água, nem nenhum remédio para gases (nem natural nem artificial, nem alopático nem fitoterápico, nem comprado, nem o que tenha em casa.

http://gravidezematernidade.com.br/2011/05/11/os-gases-em-bebes-por-dr-gonzalez/

Quanto tempo falta para o natal?

Daisypath Christmas tickers