Essa pose de menina-meiga-santinha é só disfarce.
No fundo eu escondo o veneno alecrim-doce de uma mulher.

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sábado, 21 de janeiro de 2012

Meu filho não come. E agora?



Crianças bem-alimentadas e enjoadinhas não comem. Essa é uma das verdades da vida. Felizmente para nós, outra verdade é que crianças famintas comem. Quando o corpo queima todo o combustível que há no tanque, o estômago começa a mandar sinais para o cérebro. Inicialmente, são sugestões bem-educadas, mas que se não forem acatadas logo progridem para vontades urgentes e daí para exigências desesperadas.

Só uma coisa consegue fazer uma criança enjoadinha comer, e esse coisa é a fome. Isso é fantástico, porque não precisa fazer nada para provocar a fome. Na verdade, só precisa esperar. O tempo resolve 98% dos problemas alimentares das crianças.

Algumas pessoas dizem que "quem espera desespera". No entanto, também há quem diga "quem espera sempre alcança".

Eu estou no segundo grupo.
Quando uma criança sentir fome, ela vai comer.


Isso é tudo que precisamos saber.

*trecho do livro Por dentro da cabeça do seu filho (Niguel Latta)

Observação pessoal:
Diante das imagens acima eu agradeço todos os minutos por ter alimento para oferecer aos meus filhos. E peço de coração por aqueles pobres miseráveis que não tem nem para subsistência. Amém.






quarta-feira, 2 de novembro de 2011

A nova geração de crianças e adolescentes


Se buscarmos registros históricos ou até antigas fotografias de família, iremos perceber que o hábito de vestir as crianças como adultos não vem de hoje. Na verdade, não estamos mais vivendo em um mundo em que nossos pais e avôs viviam. A figura do pai está mais ligada aos filhos e a figura da mãe está mais independente. A estrutura familiar em seu todo sofreu mudanças. O que não é diferente com as crianças e adolescentes que a cada dia estão mais precoces, pulando muitas das principais etapas da vida.
Essa mudança vem se tornando mais acelerada conforme a passagem dos anos, em que cada geração esta diferente da outra. Hoje as crianças participam fluentemente do “universo dos adultos”, o que as faz entender que devem agir e se comportar igual, sem se preocupar com as experiências e bagagem cultural, já vivida por um adulto.
Devido a isso, essa juventude prematura mudou seus interesses diante da infinidade de coisas, que esta nova realidade que o “universo dos adultos” pode proporcionar. E ao se deparar com isso, se vêem a frente de novas formas de se relacionar com o mundo.

A culpa é de quem?Não é possível apresentar um culpado, mas, o principal influenciador disso tudo é a velocidade e quantidade de informação. É o que conta a psicóloga Patricia Gebrim, autora de alguns livros como, Palavra de Criança e Enquanto Escorre o Tempo, “Em nosso mundo, reforçado pela mídia, tudo precisa acontecer de maneira muito rápida. Sem ainda ter desenvolvido plenamente sua capacidade crítica, o jovem acaba acreditando que é assim que deve ser.”
Assim como comenta a psicóloga, Yvanna Aires Gadelha Sarmet, “A velocidade e a quantidade de informação que as pessoas têm acesso hoje em dia pode estar associada a uma aceleração também no seu desenvolvimento.” Isso acaba gerando nas crianças um comportamento com mais atitude e segurança, por saberem que têm mais informações que um adulto. “Por ter mais informação, naturalmente têm mais capacidade para argumentar e discutir com os adultos.” conclui Yvanna.
Um principal influenciador no comportamento das crianças é as mudanças na estrutura da familiar. “A família é onde a criança aprende a conviver socialmente, é a matriz de nossa identidade. Sendo assim, as drásticas mudanças que ocorreram na estrutura familiar interferem profundamente na formação de nossos filhos.” assegura Patrícia.
Uma grande quantidade de pais passam muito tempo trabalhando, e isso faz com o que a educação dos filhos fique na mão de babás, empregadas, professores e familiares. Dentre tantas pessoas, não existe uma voz de liderança ou alguém em que a criança possa se espelhar. Os pais por culpa da ausência acabam agindo permissivamente. “Isso faz com que as crianças tenham que  crescer mais rapidamente. Todo o ambiente que as cercam as empurra em direção ao mundo. As crianças vão crescendo sem limites, sem parâmetros. Tornam-se pequenos ditadores e, posteriormente, adolescentes que acreditam poder fazer o que bem entendem. Sem conhecer limites, o adolescente acaba criando seu mundinho particular onde se sente poderoso, onde dita suas leis. Acabam transferindo isso para a relação com os pais, professores, e por aí vai.” explica Patricia.
Na hora de se vestir
Uma cena muito comum em uma família é os pais e familiares desde cedo incentivarem a criança e se vestir e portar como mini adultos. Não podemos negar que uma criança vestida assim é bonitinho, mas o que não sabemos é que por trás disto mora um perigo muito grande, como explica Yvanna, psicóloga especializada em crianças, “Quando incentivamos as crianças a se vestirem e se comportarem como adultos, estamos retirando delas a chance de se comportarem como crianças e de aproveitarem todos os benefícios da liberdade, da menor censura sobre seus atos, da aprendizagem, da fantasia.”
Uma das brincadeiras preferidas de uma criança é se vestir, imitar e brincar de ser um adulto. Nada disso é prejudicial, pelo contrário, desenvolvendo estas brincadeiras a criança vai aprendendo sobre os vínculos sociais e a convivência na sociedade. “O que é nocivo é privar a criança de seu mundo natural, que é constituído principalmente pela brincadeira e pela fantasia”, conclui Yvanna.

Perda da inocência
O que podemos ver hoje é que as crianças estão brincando menos, quando deveriam ser mais livres e ter tempo para brincar. Elas estão se tornando cada vez mais rápido um adulto, o que exige responsabilidades e deveres, coisas que geralmente as crianças não estão prontas para assumir.
Elas dão a impressão de que por fora não precisam dos adultos, mas por dentro não tem a bagagem – e responsabilidade – necessária para enfrentar determinadas situações. Estes “mini adultos” não têm maturidade para entender e assumir as conseqüências de seus atos, o que às vezes também é difícil para um adulto, e acabam se perdendo.
A inocência desta geração vem sumindo cada vez mais cedo. “A informática tem colaborado muito para a precocidade do apelo sexual em nossos jovens. A falta de controle do uso dos computadores expõe os jovens a um conteúdo com o qual eles muitas vezes ainda não estão maduros o suficiente para lidar,” assegura Patricia.
Dentre esses comportamentos como adulto essa criança se depara com gestos, danças e imagens que não estão prontos para ver, e consequentemente acabam imitando.  É o que explica a psicóloga Yvanna “O apelo sexual existe há muito tempo em diversas formas de mídia (impressa, televisiva, no rádio, etc) e tudo indica que a exibição exagerada a imagens, músicas, vídeos ou leituras sobre sexo provoca uma sexualidade precoce. Além disso, é comum que os adultos incentivem crianças bem pequenas a comportarem-se de maneira provocativa e sexual, dançando ou fazendo gestos como os adultos. Isso acaba reforçando comportamentos inadequados para a faixa etária e despertando na criança um interesse precoce quanto a esse assunto”. A psicóloga ainda faz um importante alerta, “E o que é mais grave ainda, é que a criança pode acabar se envolvendo em relações sexuais “inocentemente”, quero dizer: sem estar pronta para aquilo e sem saber que aquilo não deveria estar acontecendo. As consequências psicológicas disso são irreversíveis.”

Fatores Psicológicos
É durante a infância e adolescência que formamos a base de nossa personalidade, e quaisquer distúrbios presenciados nesta fase, pode nos afetar enquanto adultos. Uma pessoa precoce muitas vezes não esta pronta emocionalmente para viver devidas situações. Este desenvolvimento prematuro desencadeia um descompasso com as demais fases, podendo haver um desequilíbrio psicológico em sua vida adulta entre demais problemas que podem acontecer.



Como evitar a precocidade?

Hoje com esta mudança nos parâmetros sociais, principalmente no âmbito familiar e com a forte influência da mídia, a distância do mundo e da criança se torna cada vez menor. Devido a todos os fatores citados anteriormente é quase impossível evitar que uma criança seja precoce.
Primeiramente os pais precisam compreender que seu papel para com a formação dos filhos é fundamental e insubstituível. Estar sempre presente na vida deles, saber o que eles gostam de ver na televisão, na internet e até que tipos de música estão ouvindo. Não como repressão, mas sim como um amigo, usando sempre o bom e velho dialogo para lidar com os problemas e impor os limites. Outro fator importante é dosar a permissividade com equilíbrio. Não podemos nos esquecer de sempre estar disponibilizando aos filhos a oportunidade de aproveitar atividades de acordo com sua idade como brincar, passear, ir ao cinema, praticar esportes, etc.
“Não podemos continuar tentando lidar com as crianças de hoje utilizando as ferramentas do passado. Precisamos olhar para esses novos indivíduos, para sua riqueza e complexidade, de uma maneira mais ampla, aberta. Nós adultos, precisamos de nosso bom senso e intuição. Devemos ser cuidadosos, tatear o caminho, reencontrar a nossa capacidade de lidar com o novo, nos baseando naquilo que permanece inalterado, o carinho, o amor, o desejo de ajudar nossos filhos a se tornarem o melhor de si mesmos. E principalmente se manter ao lado dos filhos com  afeto, bom senso, abertura para ouvir, presença e apoio. Precisamos ajudar os filhos a compreenderem que precisam respeitar a si mesmos, seu tempo, seu corpo,” aconselha a psicóloga Patrícia Gebrim.

Para a psicóloga Yvanna Gadelha a influência da família sobre a criança é a mais importante e com simples recomendações, é possível achar um equilíbrio para tudo. “O mais importante para equilibrar a influência familiar com a influência externa é haver consistência, segurança e harmonia em família. Assim, desenvolve-se a confiança da criança nos valores que são ensinados por seus pais e isso pode fazer com que ela seja menos influenciada por valores distintos.” E conclui “Nós adultos, se não buscarmos atualização, vamos ficar mesmo sem argumentos diante desses adolescentes perspicazes!”

Por Talita de Alencar


domingo, 9 de outubro de 2011

Personalidade dos bebês

 
Cuidado que as mães dedicam aos filhos pode contribuir com o desenvolvimento da sua individualidade.
Ninguém nem precisa te falar que o seu bebê tem personalidade própria desde cedo. Isso você já sabia, ou desconfiava. Mas você sabia que o cuidado que você dedica a ele e o próprio ambiente em que vocês vivem ajudam a desenvolver a sua personalidade no início da vida?
De acordo com a psicóloga Cynthia Boscovich, mãe de Bruno e Giovanna, o ambiente de um recém-nascido é restrito, logo, o mundo do pequeno é a própria mãe, e um pouco depois, o pai e outras pessoas que convivem com ele também. 
É por isso que a atenção da mãe, ou alguém que a substituia, nos primeiros meses de vida é essencial para que as crianças tenham condições de desenvolver características próprias que as diferenciam das outras.
“A mãe deve conhecer o seu filho e saber do que ele necessita. Ela deve estar voltada para estas necessidades e atendê-las de um determinado modo, que saberá de acordo com sua intuição, justamente por estar dedicada ao seu bebê.”
Como sabemos, com essa dedicação, você será capaz de reconhecer o que cada choro do seu bebê quer dizer, se está com sono, com a fralda suja, se quer mamar ou se está com alguma dor. E assim, poderá providenciar com tranquilidade os cuidados que ele necessita. 
Logo depois que você e seu bebê se adaptarem um ao outro e você reconhecer esses sinais relacionados ao choro, você passará a perceber as características mais específicas dele, como o que ele gosta mais ou tolera menos. 
Segundo a psicóloga, o padrão de cuidados prestados ao bebê contribuem com o desenvolvimento de sua personalidade, entretanto desde muito pequenos observamos diferenças que caracterizam os bebês.
Por exemplo, alguns bebês são mais risonhos e abrem o sorrisão pra todo mundo, enquanto outros sorriem para poucas pessoas ou são bem sérios. Tem aqueles que preferem um ambiente cheio de gente, sons e cores, outros se irritam nestes ambientes. "O choro do bebê, que é a maneira que ele tem de se comunicar com o mundo, também demonstra sua personalidade e nestas horas se observarmos os bebê , perceberemos que cada um tem a sua maneira própria de chorar”.
Ao se dar conta dessas características de sua personalidade, você vai percebendo mais ou menos como é o seu bebê é lhe dá oportunidades de se expressar. “Tais cuidados contribuem para segurança e tranquilidade da criança poder exercitar a sua individualidade e autonomia à medida que for crescendo.” 
 
 
Consultoria
Cynthia Boscovich, mãe de Bruno e Giovanna, é psicóloga clínica e  psicanalista. www.cuidadomaterno.com.br
revista pais e filhos

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

O que fazer quando o bebê não dorme de dia



Cada criança tem seu próprio padrão de sono. Alguns bebês dormem mais durante o dia, outros mais à noite. Quase todos os bebês, no entanto, tiram sonecas diurnas. Os mais novinhos costumam tirar três sonecas por dia, embora alguns acabem tirando duas mais longas. Depois de um ano, muitas crianças só fazem um soninho diurno por dia. 


sugestões:
Tente estabelecer uma rotina. A rotina leva as crianças a saber o que esperar, e previsibilidade é algo vital quando elas são pequenas. Ela também ajuda você a entender melhor em qual horário seu filho geralmente fica cansado, com fome ou querendo brincar. Não é preciso ser rígida e seguir um horário exato, mas o fato de fazer algumas coisas mais ou menos na mesma hora, todos os dias, pode facilitar sua vida e a de seu filho também. 



• Deixe o bebê pegar no sono sempre no mesmo lugar. 
O ideal é que o lugar da soneca seja o mesmo do sono da noite, assim ele vai associar o ato de dormir a um mesmo local. Claro que, se você estiver a caminho de algum lugar, o bebê pode dormir na cadeirinha do carro ou no carrinho. Caso seu filho frequente um berçário ou a creche, procure, então, colocá-lo sempre no mesmo local para dormir nos momentos em que ele estiver em casa. 
• Reserve um tempo para o bebê antes da soneca, da mesma forma que você faz antes de colocá-lo para dormir à noite. Feche as cortinas, leia um livro ou cante uma música de ninar, num mini-ritual para mostrar que está na hora do soninho diurno. 


• Ponha o bebê para dormir quando ele estiver cansado. Um erro que muitos pais cometem é esperar demais para colocar o filho para dormir. Geralmente há um intervalo de tempo, uma "janela", durante o qual a criança vai adormecer fácil. Se você adiar muito, o bebê vai ficar cansado demais e terá mais dificuldade para adormecer. Aprenda a decifrar os sinais. Alguns bebês esfregam os olhos ou as orelhas com a mão; outros ficam irritados ou com o olhar mais parado. Na hora em que seu filho demonstrar o cansaço, ponha-o para dormir imediatamente. 


Tente ensinar o bebê a dormir sozinho. Por volta dos 3 meses, os bebês começam a aprender a se ninar, seja chupando o dedo, apalpando a própria roupinha ou simplesmente deixando-se adormecer. Procure dar ao bebê uma chance de dormir por conta própria, em vez de ficar com ele no colo ou dando mamadeira para que ele durma. 

Uma vez que ele aprenda que não tem problema ficar sozinho, até as sonecas vão ficar mais compridas. E a capacidade de adormecer por conta própria será essencial quando ele estiver maior, depois dos 6 meses, e acordar no meio da noite. Ela permitirá à criança voltar a dormir sem precisar ser ninada ou mamar, e os pais nem perceberão que ela acordou -- a situação ideal. 

É preciso muita paciência para ajudar o bebê a desenvolver uma rotina de sono, mas, ao investir nisso logo de início, você auxiliará seu filho a dormir bem nos próximos meses e anos de vida.









fonte: Aprovada pelo Conselho Médico do BabyCenter Brasil

terça-feira, 31 de maio de 2011

RECEITA PARA FAZER UMA CRIANÇA FELIZ

INGREDIENTES



Leite materno à vontade

Amor e carinho

30 minutos de banho de sol

Higiene

Segurança

MODO DE PREPARAR

O leite materno pode ser oferecido sempre que o bebê esteja com fome, exclusivamente até os seis meses de idade. Fique atenta pois o bebê acha que todos os seus problemas se resolvem mamando, devido à sensação de bem-estar que ele sente. Aos poucos você vai conseguir distinguir os choros, que podem ser por outros motivos: frio ou calor, cólica, vontade de arrotar, assadura, a fralda pode estar incomodando, alguma dor ou mesmo cansaço de ficar numa mesma posição.


O amor e carinho devem ser acrescentados de forma crescente e sem economias. Uma criança amada cresce feliz e segura, utilize à vontade este ingrediente pois é essencial para a receita dar certo.

O banho de sol precisa ser bem dosado, comece com cinco minutos, chegando até trinta minutos com a criança peladinha, deixando-a de frente e de bruços.

A higiene também é um ingrediente muito importante para a receita dar certo. A pele do bebê é muito sensível verifique a temperatura da água, deve estar compatível com o dorso da mão, feche o ambiente evitando corrente de ar. Utilize sabonete neutro glicerinado e xampu infantil. Seque bem todas as dobrinhas e entre os dedinhos, evitando umidade evita-se assaduras. Não utilize sabonete no rosto, lave apenas com água pura. Quando houver secreção nos olhos, limpe com gaze estéril.


No nariz, utilize cotonete e solução fisiológica para desobstruí-lo se necessário. No ouvido, utilize cotonete somente nas dobrinhas externas, limpe o pavilhão interno com a ponta de uma fralda após o banho.

Conforme a criança vai crescendo mais levada fica, portanto é preciso estar sempre atento à segurança de seu filho, previna acidentes.

Pronto, agora é só curtir seu filhinho(a) e felicidades.

*Bolsista de iniciação científica da FAPESP

Pais: como se envolver e criar vínculos com o bebê

O tão esperado bebê finalmente chegou e agora você quer ser um daqueles pais bem envolvidos na criação dos filhos. O problema é que nestas primeiras semanas, quando o bebê praticamente só mama e dorme, às vezes fica difícil saber por onde começar.



Aguente firme! Com o tempo, você e seu filho vão desenvolver uma relação muito especial e única, tão vital quanto a da mãe com a criança.

Enquanto isso, leia a seguir algumas dicas sobre o que fazer para evitar aquela terrível sensação de "vela" ou de não ter importância dentro da própria família:

• Informe-se: Já reparou na pilha de livros e revistas sobre gravidez e bebês em cima do criado-mudo da sua mulher? Não faça cerimônia, pegue um e comece a ler.

Outro bom jeito de aprender as coisas é sair com amigos e parentes que já tenham filhos, para ver como lidam com eles. Acredite: esse negócio de bebê não é nenhuma física quântica, mas requer investimento pessoal e dedicação.


• Pratique: Ao contrário do que muita gente gosta de dar a entender, não existe nenhuma intuição especial que diga para as mulheres o que fazer com um recém-nascido -- elas simplesmente aprendem na prática, do mesmo modo que os homens. Assim sendo, ponha a mão na massa, troque fraldas (de xixi e de cocô também!), dê banhos no bebê e faça o seu melhor para ajudar a confortá-lo quando ele estiver incomodado. Vai ser um pouco desajeitado no início, porém tenha certeza de que você pega o jeito.

• Disponibilize seu tempo: Participar da vida do bebê não vai ser fácil se você nunca estiver por perto. Por isso, procure passar bastante tempo com ele quando volta do trabalho à noite e nos fins de semana. Coloque seu filho no carrinho e vá dar uma volta pelo bairro ou simplesmente ponha-o no colo e conte uma história (não, não é cedo demais) ou cante uma música (não, não precisa ser musiquinha infantil).

• Assuma a responsabilidade: Muitas mulheres acham que não estarão sendo boas mães se não forem as únicas a alimentar, trocar, vestir e confortar o bebê 24 horas por dia. Mas é essencial para a sua formação de pai -- assim como para o bebê e para a própria sanidade mental da sua companheira -- que você assuma responsabilidades de vez em quando. Conquiste seu espaço, mesmo que sob protestos. Você não vai se arrepender.

• Aguente firme: Às vezes nem é de propósito, mas as mães costumam minimizar as chances de sucesso dos pais ao interferir quando eles estão tendo certa dificuldade de fechar a fralda -- ou fazem cara feia pela forma como dão o banho. Se sua parceira criticá-lo, não seja grosseiro de jeito nenhum, mas deixe claro que é capaz de lidar com a situação, desde que ela lhe dê uma oportunidade de aprender.

• Seja parceiro na hora das mamadas: Caso sua mulher esteja dando o peito, traga o bebê para ela na hora das mamadas, e se ofereça para arrotar. Uma vez que o aleitamento materno esteja bem estabelecido, procure dar uma mamadeira de vez em quando com leite tirado do seio. Você e o bebê terão assim momentos especiais juntos, e sua exausta mulher ficará grata por poder dormir um pouco mais.

• Aposte no contato físico: Os pais interagem com os filhos de maneiras diferentes que as mães, e isso é perfeitamente normal. O modo de brincar mais físico dos homens é um excelente complemento ao jeito mais delicado das mães. Não tenha medo de brincar de "aviãozinho", "cavalinho" ou qualquer outra coisa que dê vontade (tomando, obviamente, os cuidados com o ainda frágil corpo do bebê). No entanto, esse tipo de brincadeira não é a única disponível aos papais: fazer carinhos também é ótimo!

http://brasil.babycenter.com/baby/pais/envolver/

Sapinho (candidíase oral) em bebês


Meu bebê está com placas brancas dentro da boca. O que pode ser isso?
Pode ser sapinho, uma infecção pelo fungo chamado Candida albicans. Aparecem manchas brancas na parte interna da bochecha, no céu da boca e às vezes na língua do bebê. É um problema mais comum em bebês de até 2 meses de idade, mas pode aparecer em crianças mais velhas também.

O fungo está presente no sistema digestivo de todo mundo, mas, quando há um desequilíbrio, essa presença se transforma em infecção. Os principais causadores desse desequilíbrio são mudanças hormonais ou o uso de antibióticos -- seja pelo bebê ou pela mãe, no caso de criança que mama no peito.

Como saber se é mesmo sapinho?
Se houver uma camada branca na língua do bebê, e em nenhum outro lugar, provavelmente é apenas resto de leite. As lesões da candidíase oral são mais comuns nas laterais da boca, e às vezes doem bastante. O primeiro sinal pode ser o fato de o bebê chorar quando mama ou quando chupa a chupeta. Outras vezes, porém, o bebê pode não dar grandes indicações de dor ou irritabilidade, mas o aleitamento fica prejudicado.

Caso você desconfie que seu filho está com sapinho, procure as placas brancas características do problema. Lave bem as mãos, cubra o dedo com uma gaze e toque numa das lesões, para ver se ela sai. Muitas vezes ela não sai, mas, se sair, deixará uma área bem vermelha no local onde estava, e pode sangrar um pouco.


Como se trata a candidíase oral?
Consulte o pediatra se achar que seu filho está com sapinho. Ele pode receitar um medicamento antifúngico. A infecção leva até uma semana para ir embora. Às vezes os médicos recomendam a aplicação de uma pomada antifúngica nos mamilos da mulher caso ela esteja amamentando, para que a infecção não fique passando do bebê para a mãe e da mãe para o bebê.

Há alguma coisa que eu possa fazer para meu bebê não pegar sapinho?
Há bebês que simplesmente são mais suscetíveis que outros à ação do fungo. Há quem acredite que o problema seja causada pelo uso de chupetas ou de mamadeira; outros acham que a culpa é de sujeira no bico da mamadeira; para outras, ainda, o problema é causado pelo uso de chupetas ou bicos de mamadeira grandes demais para a boca do bebê. Mas bebês que só mamam no peito e que não usam chupeta também podem apresentar a candidíase oral.


Alguns especialistas recomendam que se dê um pouco de água filtrada e fervida para o bebê (fria ou em temperatura ambiente) depois de cada mamada, para eliminar os resíduos de leite. A esterilização frequente de chupetas e mamadeiras também pode ajudar.

Os médicos também orientam as mães que amamentam a deixar os mamilos tomarem um pouco de ar entre as mamadas para evitar a micose, e a medida é especialmente importante quando já se está com a infecção -- a umidade é o ambiente ideal para a proliferação dos fungos.

Fique alerta para a candidíase se o bebê estiver tomando antibióticos -- e você também, no caso de amamentar. Os antibióticos matam as bactérias ruins, mas também as boas, que existem naturalmente no corpo. Isso pode favorecer o surgimento da infecção por cândida. A candidíase também pode ser vaginal, nas mulheres, além de afetar o bico do seio.

O sapinho é perigoso?
Não. O maior problema é a boca do bebê doer demais e ele não conseguir mamar, o que pode levar à desidratação. Nesses casos, o médico talvez receite uma dose de analgésico como o paracetamol para controlar a dor.

Você também precisa avisar o médico se a candidíase não estiver melhorando com o tratamento, ou se o bebê tiver febre de mais de 38 graus, o que pode indicar algum outro tipo de infecção.

Embora não tenha maior gravidade, a candidíase é muito doída, em todos os sentidos. É difícil ver o bebê com fome e chorando de dor para mamar. O consolo é que ela costuma passar rápido. Mime seu filho e siga direitinho as recomendações do médico para o controle da dor.

E mantenha o tratamento pelo tempo recomendado, mesmo que as lesões já tenham melhorado. Senão o problema pode voltar, e ninguém quer que isso aconteça.

http://brasil.babycenter.com/baby/saude/sapinho/

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Funchicória - Fitoterápico para cólica de bebê deve ser usado só em último caso, dizem médicos



Quem usa a Funchicórea diz que é tiro e queda: é só colocar um pouquinho do pó na chupeta que ele para de chorar na hora. Mistura de funcho (erva-doce) com chicórea e sacarina, o fitoterápico indicado para cólicas de recém-nascidos é vendido em qualquer farmácia e deixa muitos pais aliviados. Já para médicos ouvidos pelo UOL Ciência e Saúde, o recurso deve ser utilizado só em último caso.

Muitos médicos condenam a Funchicórea porque até o sexto mês a criança deve receber apenas o leite materno. Além disso, há controvérsias em relação ao consumo de sacarina, um adoçante artificial, na infância. “Eu indico só se o bebê não estiver no aleitamento exclusivo; e faço isso mais pela mãe, que fica aflita porque não pode fazer nada para aliviar a cólica do filho”, conta o pediatra Sylvio Renan, autor do Blog do Pediatra.

Segundo ele, embora haja relatos esporádicos de sedação excessiva induzida pelo uso exagerado de Funchicórea, não há nenhuma contraindicação formal que justifique qualquer receio dos pais em usar o pó, desde que respeitadas as dosagens.


No entanto, Renan diz que não há comprovação científica de que o fitoterápico realmente funcione contra cólicas, embora o uso de chá de erva-doce para aliviar problemas digestivos entre adultos seja popular. “Tudo leva a crer que é o sabor doce o responsável por distrair a criança e diminuir a sensação dolorosa”, afirma o médico.
O cirurgião-dentista Tommaso Pasanisi Filho, pai de Isabella, de 2 meses, sabe que é o gostinho adocicado o responsável pela reação da filha ao produto, por isso usa a Funchicórea nos momentos em que só a chupeta não resolve. "Como não tem contraindicação e é um fitoterápico, uso sempre para acalmar os gritos e choros nos momentos de cólica intensa", diz.

Será que é cólica?
A médica Sandra de Oliveira Campos, professora do departamento de pediatria da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), também não é totalmente contrária ao uso da Funchicórea. Mas ela questiona a real necessidade de se apelar para o fitoterápico: “A cólica do bebê não é uma doença; é a mesma sensação que o adulto tem ao ir ao banheiro, ou quando está com gases, mas para o recém-nascido isso é percebido como incômodo”, explica.


Ela também reitera que é preciso avaliar se o problema é mesmo a cólica, especialmente no primeiro mês, em que o choro pode ser interpretado de várias maneiras. “É preciso ver se a fralda está apertando, ou se ele quer somente se aconchegar - no útero era tudo apertadinho, e a criança às vezes se incomoda em ficar soltinha", ensina.

A pediatra lembra que a queixa também pode ser sinal de fome, mesmo que o bebê tenha mamado há pouco tempo. "E isso não significa que o leite da mãe seja 'fraco', como muitas imaginam; apenas que ele não mamou tudo o que tinha de mamar", avisa. Afinal, é muito pouco tempo para a criança se adaptar ao esquema de alimentação proposto pela mãe.

Para resolver o choro do bebê, Renan costuma indicar um banho morno, que imita as condições do útero materno, ou simplesmente tirar a roupinha do bebê e aconchegá-lo. "Quanto menor a criança, maior a necessidade de contato de pele", observa.

Se o problema for mesmo a cólica, pode-se tentar as seguintes manobras: massagear o ventre do bebê com óleo de amêndoas ou aplicar uma compressa morna, para diminuir a dor. Também ajuda a famosa “ginastiquinha”: dobrar as pernas do bebê e pressionar levemente contra a barriga, para ajudar na expulsão dos gases.


O mais importante é não entrar em desespero, pois as cólicas tendem a diminuir a partir do terceiro mês. E consultar sempre o pediatra antes de oferecer qualquer chazinho ou fitoterápico ao bebê, já que produtos naturais também podem causar efeitos indesejados.


Minha opinião de mãe:

Na hora da gritaria, do chororô, e da espremessão... vale de tudo. Massagem, luftal, funchicória, cantoria, passeio de carro, qualquer coisa que possa de alguma forma aliviar a sensação de impotência que dá ao ver seu pequenino em prantos de dor.
Nas fotos: Pedro com a boca suja de funchicória.

Editora do UOL Ciência e Saúde

sábado, 14 de maio de 2011

BabySling´s - bem pertinho do seu coração, onde seu bebê quer estar


Mais perto de seu coração -  Descubra porque tantas mães e pais no mundo inteiro carregam seus filhos com um Baby Sling!
Estudos científicos provaram que o uso frequente do Baby Sling reduz cólicos, refluxo e melhora a digestão pelo movimento constante e a posição vertical.  Bebês

que são carregados choram menos e dormem mais o que e importante para o desenvolvimento cerebral e emocional. Carregar o bebê melhora a sua habilidade motora, coordenação, tonificação muscular e senso de equilíbrio. Ao contrario as crenças comuns, os estudos sobre "primal health" (saúde desde a vida intra-uterina até o primeiro ano) mostram que, o bebê que tem suas necessidades sempre atendidas (mamar quando ele quiser, dormir juntos com os pais e ser carregado, p. ex.) não fica mimado e grudado, mas ganha independência mais rapidamente, aprende mais, tem melhor saúde física e psicológica e é um ser mais feliz e responsável ao longo da sua vida.


Alem disso, um Baby Sling facilita tanto a vida dos pais! Você tem as mãos livres para atender a seus filhos maiores ou fazer as tarefas da casa. Aumenta a sua auto-confiança como pai porque melhora a comunicação com o bebê. É conveniente em muitas situações do dia a dia e facilita as saídas de casa sem importar calçadas estreitas e esburacadas. Prevem a dor nas costas e proporciona um exercício saudável ao ar livre. Você pode amamentar discretamente em qualquer lugar público! O seu bebê não fica exposto ao mundo estressante o que evita hiper-estimulação, e só você decide quem vai tocar e interagir com o seu filho.


Vale lembrar que os carregadores são

seguros, desde que os pais tomem alguns cuidados, como verificar o estado da costura e do tecido, não deixar que o pano cubra o rosto do bebê, não colocar objetos dentro do "sling" e, por fim, usar o bom senso ao transportar a criança, segurando-a ao se inclinar para a frente e evitando manipular bebidas quentes e chegar perto de chamas ou objetos cortantes e pontiagudos. O uso é contra-indicado ao andar de bicicleta ou dentro do carro.








as fotos foram retiradas da internet.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Mamaço.....


Mães protestam pelo direito de amamentar em público. "Mamaço" reuniu cerca de 100 mães em ato pela amamentação ontem à tarde, em prédio na avenida Paulista, em São Paulo. Mães que amamentam se reuniram ontem em um protesto no Itaú Cultural, prédio na avenida Paulista, em São Paulo. Batizada de "mamaço", a manifestação defende os direitos das mulheres amamentarem em público. Segundo a assessoria do Itaú Cultural, cerca de 100 mães estiveram presentes.

O local foi escolhido porque, em março, uma mulher foi impedida de amamentar seu bebê em uma exposição no local. Na ocasião, uma funcionária teria conduzido a mãe à enfermaria dos bombeiros para amamentar. O Itaú Cultural enviou um pedido de desculpas à mãe e não se opôs a realização da manifestação.




Ana Cristina Duarte, coordenadora do Grupo de Apoio à Maternidade Ativa (GAMA), que promove cursos, atendimentos e oficinas sobre temas como amamentação e parto natural para mães, esteve presente. Para ela, o "mamaço" foi muito mais uma manifestação a favor da amamentação do que um protesto contra o local. "Há quem sexualize uma relação que é de amor, afeto, alimentação e codependência. A sociedade como um todo precisa ver a mulher amamentando como uma mulher que está protegendo o seu bebê. No final, a maioria que vai dar o tom", comenta Ana Cristina.

Ao incidente ocorrido no prédio soma-se um evento virtual. Algumas mães ficaram indignadas quando fotos de amamentação publicadas por elas no Facebook foram apagadas pela administração da rede social. Em vez de apagar seus perfis, elas decidiram organizar a manifestação pela própria rede.
A Organização Mundial da Saúde recomenda que as mães amamentem os filhos até os dois anos de idade, sendo a amamentação exclusiva até os seis meses (ou seja, até esta idade, o bebê deve ser alimentado exclusivamente com leite materno). Veja fotos e vídeo do "mamaço" abaixo e dê sua opinião sobre o ato de amamentar em público.

Os 30 remédios essenciais para salvar mães e bebês


No início de abril, a Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgou uma lista de medicamentos essenciais para garantir a saúde das mães e dos bebês, em especial dos que moram em países em desenvolvimento (como o Brasil).

Segundo os números divulgados pela OMS, 8,1 milhões de meninos e meninas com menos de 5 anos de idade morrem todos os anos e, nada menos, do que mil mulheres perdem a vida a cada 24 horas por complicações no pós-parto, doenças infecciosas e crônicas.

“Uma parte destas vidas poderia ser salvas caso as mães e as crianças tivessem acesso gratuito à medicações simples”, afirmou a OMS que elaborou a lista de remédios essenciais com ajuda da Unicef.

É importante ressaltar que todas as medicações listadas pela OMS só podem ser oferecidas pelo médico e em unidades de atendimento que fazem o tratamento das grávidas, crianças e mulheres que acabaram de ter filhos. Veja algumas recomendações da lista.


Medicamentos para as mães


Para hemorragia no pós-parto

A estimativa é que 127 mil mulheres morram todos os anos por causa de hemorragia obstétrica, a complicação mais recorrente nos casos. Para este problema, a indicação medicamentosa da OMS é a oxitocina.

Pré eclampsia e eclampsia

Segundo a OMS, esta é a maior causa de morte materna em países em desenvolvimento. Uma das causadoras desta condição é a pressão alta na gestação. Para esta doença, a indicação são os sulfatos de magnésio e injeção de cálcio.

amoxicilina, a ampicilina, o gás oxigênio medicinal, a ceftriaxona, o gentamicina e a penicilina procaína.

Diarreia

É a segunda causa de mortalidade infantil, responsável por 1,3 milhões de mortes por ano no globo. Para evitar a desnutrição das crianças, a OMS sugere como medicamento essencial o zinco e o soro caseiro

Malária

A cada 45 segundo, uma criança morre de malária na África. Para esta doença, a OMS indica a combinação terapêutica de artemisinina e artesunato

HIV

A OMS diz que, atualmente, 2,1 milhões de crianças convivam com o vírus HIV no mundo. Para esta doença, o tratamento mais eficiente é o com antirretrovirais.

Deficiência de vitamina A

A deficiência de vitamina A esta associada às complicações de rubéola em crianças e, por isso, a OMS indica a suplementação.

Dor e cuidados paliativos

As dores agravam outras doenças e trazem limitações para as crianças. Além da morfina, a OMS indica também o paracetamol.


http://delas.ig.com.br/saudedamulher/os+30+remedios+essenciais+para+salvar+maes+e+bebes/n1596856468428.html

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Quanto custa um filho?


Quanto custa um filho? As variantes são muitas e vão desde a classe social até escolhas como alternativas de transporte escolar e como comemorar os aniversários. O investimento na criação vai muito além de fraldas e escola. Você já pensou em quanto gastaria para criar um filho do nascimento até os 23 anos, em média a idade em que ele termina a faculdade? O estudo desenvolvido pelo Instituto Nacional de Vendas e Trade Marketing (Invent) e atualizado de acordo com a inflação levantou os gastos com habitação e alimentação, educação, lazer e entretenimento, reserva financeira (investimentos e poupança), brinquedos e novas tecnologias, saúde e vestuário. Com a ferramenta do iG, você pode personalizar os valores de acordo com suas escolhas em cada área.

Faça o teste, revele suas escolhas e saiba qual será o investimento financeiro que você fará em seu filho.

http://delas.ig.com.br/comportamento/diadasmaes/quanto+custa+um+filho/n1596903473859.html

segunda-feira, 9 de maio de 2011

A vida do casal após um bebê



Ter um bebê muda o relacionamento de um casal. Por mais que os filhos sejam bem planejados, a rotina fica diferente, exige mais responsabilidade e tanto o homem como a mulher ganham novas funções - que incluem fraldas, banhos e amamentação.

Nesse momento, a vida conjugal precisa de atenção e diálogo para evitar desgastes e aproveitar as descobertas da nova fase. “A vida do casal após o bebê é uma incógnita e um acontecimento poderoso. Não dá para prevenir os impactos negativos”, aponta Ailton Amélio, psicólogo autor do livro “Relacionamento Amoroso” (Publifolha).



Um dos maiores baques da maternidade no casamento é a forma como o pai lida com as novas tarefas, uma vez que a mãe assume um papel natural de cuidadora. Até os casamentos que contam com uma parceria afinada estão sujeitos a dificuldades e precisam de uma reformulação.

Os filhos trazem alegria e felicidade para os pais, sem dúvida. Mas é inevitável que afetem a vida sexual e o romantismo do casamento. Aquele jantar a dois no sábado a noite pode não existir e o tempo livre também é escasso. “Tudo isso torna o relacionamento previsível e a previsibilidade é inimiga do desejo”


Segundo Carmen Janssen, terapeuta sexual, a saúde do casamento vai depender de como o casal se reorganiza com o filho. Afinal, na nova etapa a mulher sofre com o excesso de responsabilidades e, eventualmente, com a baixa autoestima devido ao parto recente. Já o homem se preocupa com a estabilidade da família e ambos ficam com o padrão de sono desequilibrado. “Diminuir a frequência sexual é normal, anormal é abdicar dos momentos a dois por conta do cansaço”. É preciso enxergar o homem e a mulher além do papel de pai e mãe. Os especialistas indicam também arrumar tempo para o casal, colocar o filho para dormir em um quarto separado desde o início, investir na relação conjugal e conversar. “Como tudo na vida, nada vem sem sacrifício. Mas vale muito a pena”.


O casamento muda quando o filho chega. No primeiro ano, prepare-se para...



1. Dizer “não” aos convites. Festas, baladas, jantares e afins ficarão no fim da lista de prioridades. É bom que o casal tenha esse acordo claro.

2. Fazer menos passeios românticos. Vocês vão comer muito mais em casa e ir muito menos ao cinema, teatro e exposições.

3. Transar menos. Não tem jeito. O bebê chora, o bebê não dorme, o bebê precisa tomar banho.

4. Colocar uma terceira pessoa na relação e dividir o tempo entre filho e marido.

5. Um pouco menos de romantismo. A vontade de comprar uma lingerie nova ou o encantamento com um buquê de flores vão diminuir. Mas não vale esquecer para sempre desses agrados!

6. Ter menos tempo a dois. O tempo com o bebê será gratificante, diante de cada novidade, mas faltará espaço para todo o resto.


http://delas.ig.com.br

domingo, 8 de maio de 2011

Feliz dia das mães....




Você é. Sua vizinha também. A Maitê. A Malu. A Cláudia. Eu, naturalmente. Somos as melhores mães do mundo. Aliás, essa é a única categoria em que não há segundo lugar, todas as mães são campeãs, somos bilhões de "as melhores". Não é uma sorte ser considerada a melhor, mesmo se atrapalhando tanto? Mãe erra, crianças. E improvisa.
Mãe não vem com manual de instruções: reage apenas aos mandamentos do coração.
De maridos você escapa, dos próprios pais você escapa, mas da responsabilidade de ser mãe, jamais.
O que nos torna as melhores mães do mundo é que nossos erros serão sempre acertos, desde que estejamos por perto.
Há sempre um "demais" e um "de menos" nos perseguindo. Poucas vezes acertamos na intensidade dos nossos conselhos e críticas.
Mas é assim que somos: às vezes exageradamente enérgicas em momentos bobos, às vezes um tantinho condescendentes na hora de impor limites. A gente implica com alguns amigos deles e adora outros e não consegue explicar por quê, mas nossa intuição diz que estamos certas. Mas de que adianta estarmos certas se eles só se darão conta disso quando tiverem os próprios filhos?
Martha Medeiros




Para todas nós...... feliz dia das mães.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Pedro nasceu.

Desculpe minha ausência.
O Pedro nasceu com 36 semanas de gestação, com 2.500kg e 46 cm.
Hoje com 9 dias de vida.... eu ainda em fase de adaptação.
Espero retornar logo para esse espaço.
Beijocas


segunda-feira, 25 de abril de 2011

Gestante, pintar ou não o cabelo?

Eis uma dúvida que atormenta dez entre dez grávidas. Veja o que dizem os especialistas sobre o uso de tinturas e tonalizantes durante a gestação.


Loira ou morena? Ruiva ou platinada? Com luzes ou mechas? Não importa o seu estilo se você não abre mão de tinturas e tonalizantes, é bom ficar atenta, agora que o bebê está a caminho. É que qualquer tratamento químico para cabelos pode deflagrar reações alérgicas nas futuras mamães, mesmo nas que nunca tiveram esse problema antes.

A explicação é simples: na gravidez, o corpo feminino se transforma ao sabor dos hormônios e até mesmo o batom velho de guerra, de uma hora para outra, pode causar uma reação esquisita. "A pele da mulher fica mais hidratrada e, por essa razão, absorve com mais intensidade algumas substâncias, aumentando as chances de irritação", justifica Emiro Khury, farmacêutico e diretor técnico da Associação Brasileira de Cosmetologia. Por isso, o couro cabeludo pode apresentar coceira e vermelhidão depois de uma sessão de pintura.

As vias aéreas também não estão livres de ameaças. "A tintura, por ser volátil, pode ser inalada e deflagrar alergias respiratórias", alerta Lúcia Arruda, chefe do departamento de dermatologia da Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Isso vale, por exemplo, para os produtos com amônia, iodo e peróxido de hidrogênio. "Se a mulher tiver sensibilidade a eles, pode realmente apresentar alguma reação", concorda o dermatologista Valcinir Bedin, presidente da Sociedade Brasileira para Estudos do Cabelo. As escovas definitivas que levam formol também provocam fortes reações.


Há risco para o bebê?
Quando o assunto é a saúde do feto, os médicos não entram em acordo. Para alguns especialistas, as modernas tinturas e tonalizantes não oferecem nenhum perigo à criança, já que aboliram os temidos metais pesados de sua composição. "Essas substâncias, como o chumbo, o alumínio e o cobre, poderiam, supostamente, levar a distúrbios neurológicos graves e à malformação do sistema nervoso central", diz Valcinir Bedin. No entanto, segundo ele, os produtos que hoje circulam no mercado são seguros e estão liberados durante a gravidez.

Já o farmacêutico Emiro Khury discorda e recomenda passar longe das químicas para cabelos. "Esses cosméticos são inócuos quando as condições de saúde estão perfeitas, mas o corpo muda muito durante a gravidez", diz ele. Na opinião do especialista, a pele das gestantes, por ser mais sensível, abriria caminho para alguns componentes entrarem na circulação sanguínea e, de lá, chegarem à placenta e ao feto. "Na gravidez, as variáveis são outras e não dá para prever as conseqüências", alerta, cauteloso.


O fato é que nenhum estudo comprovou os efeitos das tinturas para cabelos na saúde dos bebês. "Provavelmente, elas não causam malformação. Mas, como ninguém fez testes para assegurar, por precaução não são recomendadas", resume Lúcia Arruda. Outros especialistas preferem o meio-termo e, após o primeiro trimestre, liberam apenas xampus tonalizantes e tinturas naturais, como a

hena. "Também autorizo as luzes e os reflexos depois da 12ª semana se a aplicação não pegar os fios desde o couro cabelo", conta o obstetra Alberto dAurea, coordenador da maternidade do Hospital São Luís, em São Paulo. Ou seja, para ele é possível usar a tintura, deixando livre a raiz. Bem, como há muitas divergências, a saída mais ponderada é conversar com o seu obstetra sobre o assunto e avaliar os prós e os contras - tanto para a mãe como para o bebê - antes de correr ao cabeleireiro.

http://bebe.abril.com.br

bom, eu tenho pintado o meu cabelo desde o quarto mês completo de gestação.....com Casting, uma tinta muito boa e sem amônia.

Quanto tempo falta para o natal?

Daisypath Christmas tickers