Essa pose de menina-meiga-santinha é só disfarce.
No fundo eu escondo o veneno alecrim-doce de uma mulher.

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quinta-feira, 15 de março de 2012

SÍNDROME MÃO, PÉ E BOCA



É uma infecção  causada pelo  vírus “coksakie” ou “enterovírus” que acomete  crianças.
Caracterizada pelo surgimento de lesões vesiculosas e ulceradas (aftas) na mucosa oral, lingual,
gengiva e ou lesões eritematosas nas mãos, pés e eventualmente em nádegas. Podendo aparecer
exantemas maculopapulares inespecíficas (bolinhas vermelhas pelo corpo).
A transmissão é feita pela secreção da orofaringe.
Os principais sintomas são:
febre;
disfagia;
dor de garganta;
salivação;
hálito desagradável;
anorexia (falta de apetite);
lesões vesiculosas e ulceradas na mucosa oral, lingual e gengiva.
É auto limitada, com bom prognóstico; a cicatrização acontece em média  de 07 a l0 dias.



Cuidados Gerais

Higiene, principalmente  na  cavidade oral;
Hidratação adequada;
Oferecer alimentos líquidos ou pastosos, de preferência;
Evitar alimentos muito quentes e  condimentados;
Evitar bebidas gasificadas;
Como é uma doença infecto contagiosa, crianças com esta virose não devem permanecer na
creche / escola, devendo o tratamento ser orientado pelo pediatra  assistente.
O retorno  à  creche  /  escola  deverá ser  acompanhado  de  atestado  liberatório  do  pediatra
assistente ou médico especialista.
texto na íntegra:
http://www.samesatende.com.br/s_informa_arq/SINDROMEPeEMaO.pdf

Porque falar sobre este assunto?

Aqui em casa temos 2 com este enterovírus. Achei interessante assunto.




quarta-feira, 8 de junho de 2011

Personagem da novela Insensato Coração engravidou usando o sêmen de camisinhas tiradas do lixo. Isso é possível?


Irene, personagem vivida pela atriz Fernanda Paes Leme na novela Insensato Coração, da Globo, saiu da trama no capítulo de ontem (2).
Antes de morrer ela contou a Pedro (Eriberto Leão) como conseguiu engravidar dele. A revelação deixou a audiência confusa: é possível uma mulher engravidar se inseminando com o conteúdo de camisinhas deixadas no lixo do banheiro?
Paulo Gallo, diretor médico do Vida – Centro de Fertilidade da Rede D’Or, no Rio de Janeiro –, diz que a gravidez de Irene na novela seria considerada extremamente rara na vida real.
“Seria preciso coincidências em série para que o processo tivesse êxito. É possível, porém improvável.”
Gallo explica que a camisinha com o sêmen precisaria ser retirada do lixo – como foi retratado na trama Insensato Coração – entre 30 minutos e uma hora após ter sido jogada fora. Neste período, também teria de ser realizada a inseminação manual, no exato dia fértil da mulher.
“Para se ter uma ideia, nas clínicas especializadas, um processo de inseminação cuidadoso, que faz uma capacitação do esperma colhido e injeta diretamente no útero da mulher, as chances degravidez são de 15%. Neste procedimento clandestino, a possibilidade é muito mais reduzida.”
Artur Dzik, presidente da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana (SBRH), compara o feito de Irene a ganhar na loteria. "É fantasioso, mas não impossível. Conseguir engravidar dessa forma, é como ganhar uma bolada na loteria sozinho", brinca o especilista.
“Hoje em dia as camisinhas tem espermicidas e lubrificantes, substâncias que matariam a maior parte dos espermatozoides”, afirma o especialista em reprodução assistida Raul Nakano, da clínica Ferticlin.
Paula Fetteack, ginecologista especializada em reprodução assistida, do Grupo Huntington, endossa o coro dos especialistas. A médica também defende que a chance de engravidar com sêmen retirado de uma camisinha usada é muito pequena, mas existe.
Se levada a cabo na vida real, lembra ela, a prática poderia causar infecções, já que a camisinha teria sido retirada do lixo do banheiro – uma fonte de bactérias.
Para fertilização in vitro, esclarecem os médicos, o cenário muda. O sêmen pode ser utilizado em uma possível fertilização, mas vale ressaltar que nesses casos ele é processado e selecionado, o que garante um resultado mais satisfatório. Algumas clínicas têm até uma camisinha especial (sem espermicida) para que casais em processo de fertilização possam recolher o material em casa, com mais privacidade.



sexta-feira, 27 de maio de 2011

Funchicória - Fitoterápico para cólica de bebê deve ser usado só em último caso, dizem médicos



Quem usa a Funchicórea diz que é tiro e queda: é só colocar um pouquinho do pó na chupeta que ele para de chorar na hora. Mistura de funcho (erva-doce) com chicórea e sacarina, o fitoterápico indicado para cólicas de recém-nascidos é vendido em qualquer farmácia e deixa muitos pais aliviados. Já para médicos ouvidos pelo UOL Ciência e Saúde, o recurso deve ser utilizado só em último caso.

Muitos médicos condenam a Funchicórea porque até o sexto mês a criança deve receber apenas o leite materno. Além disso, há controvérsias em relação ao consumo de sacarina, um adoçante artificial, na infância. “Eu indico só se o bebê não estiver no aleitamento exclusivo; e faço isso mais pela mãe, que fica aflita porque não pode fazer nada para aliviar a cólica do filho”, conta o pediatra Sylvio Renan, autor do Blog do Pediatra.

Segundo ele, embora haja relatos esporádicos de sedação excessiva induzida pelo uso exagerado de Funchicórea, não há nenhuma contraindicação formal que justifique qualquer receio dos pais em usar o pó, desde que respeitadas as dosagens.


No entanto, Renan diz que não há comprovação científica de que o fitoterápico realmente funcione contra cólicas, embora o uso de chá de erva-doce para aliviar problemas digestivos entre adultos seja popular. “Tudo leva a crer que é o sabor doce o responsável por distrair a criança e diminuir a sensação dolorosa”, afirma o médico.
O cirurgião-dentista Tommaso Pasanisi Filho, pai de Isabella, de 2 meses, sabe que é o gostinho adocicado o responsável pela reação da filha ao produto, por isso usa a Funchicórea nos momentos em que só a chupeta não resolve. "Como não tem contraindicação e é um fitoterápico, uso sempre para acalmar os gritos e choros nos momentos de cólica intensa", diz.

Será que é cólica?
A médica Sandra de Oliveira Campos, professora do departamento de pediatria da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), também não é totalmente contrária ao uso da Funchicórea. Mas ela questiona a real necessidade de se apelar para o fitoterápico: “A cólica do bebê não é uma doença; é a mesma sensação que o adulto tem ao ir ao banheiro, ou quando está com gases, mas para o recém-nascido isso é percebido como incômodo”, explica.


Ela também reitera que é preciso avaliar se o problema é mesmo a cólica, especialmente no primeiro mês, em que o choro pode ser interpretado de várias maneiras. “É preciso ver se a fralda está apertando, ou se ele quer somente se aconchegar - no útero era tudo apertadinho, e a criança às vezes se incomoda em ficar soltinha", ensina.

A pediatra lembra que a queixa também pode ser sinal de fome, mesmo que o bebê tenha mamado há pouco tempo. "E isso não significa que o leite da mãe seja 'fraco', como muitas imaginam; apenas que ele não mamou tudo o que tinha de mamar", avisa. Afinal, é muito pouco tempo para a criança se adaptar ao esquema de alimentação proposto pela mãe.

Para resolver o choro do bebê, Renan costuma indicar um banho morno, que imita as condições do útero materno, ou simplesmente tirar a roupinha do bebê e aconchegá-lo. "Quanto menor a criança, maior a necessidade de contato de pele", observa.

Se o problema for mesmo a cólica, pode-se tentar as seguintes manobras: massagear o ventre do bebê com óleo de amêndoas ou aplicar uma compressa morna, para diminuir a dor. Também ajuda a famosa “ginastiquinha”: dobrar as pernas do bebê e pressionar levemente contra a barriga, para ajudar na expulsão dos gases.


O mais importante é não entrar em desespero, pois as cólicas tendem a diminuir a partir do terceiro mês. E consultar sempre o pediatra antes de oferecer qualquer chazinho ou fitoterápico ao bebê, já que produtos naturais também podem causar efeitos indesejados.


Minha opinião de mãe:

Na hora da gritaria, do chororô, e da espremessão... vale de tudo. Massagem, luftal, funchicória, cantoria, passeio de carro, qualquer coisa que possa de alguma forma aliviar a sensação de impotência que dá ao ver seu pequenino em prantos de dor.
Nas fotos: Pedro com a boca suja de funchicória.

Editora do UOL Ciência e Saúde

terça-feira, 17 de maio de 2011

Oração para mães com depressão Pós Parto

Em nome do Pai, do Filho e do Espirito Santo! Amém.
Senhor Jesus quero me apresentar aqui diante da Vossa presença Santa, pois sei que neste momento os Teus olhos se voltam a mim, se voltam para o meu coração e para tudo aquilo que estou vivendo e sentindo.


Tenho andado triste e abatida e o meu coração tem se tornado cada dia mais ansioso e preocupado.
Sei que não foi isso que planejei para minha vida após o nascimento do meu filho(a), ao contrário Jesus, eu tinha sonhos e projetos, tinha tudo programado como eu iria fazer e cuidar dele(a), tinha tudo em minha mente como eu iria trata – lo(a), o carinho e atenção que eu daria à ele(a), mas infelizmente, Jesus, após o parto do(a) “ diga o nome dele(a)” não foi assim que reagi e não é assim que estou me sentindo, Senhor Jesus; pelo contrário, o que para mim deveria ser somente alegria tem se tornado um fardo; e sei que não é assim que eu gostaria de me sentir, pois não foi isso que sonhei para mim, para o meu filho(a), mas é assim, com estes sentimentos que estou hoje, e não posso fugir desta realidade.
Por isso estou pedindo que o Senhor me visite e traga toda a cura necessária para o meu coração, pois sei que o Vosso amor pode preencher o meu coração e me libertar de tudo aquilo que hoje me prende e me paralisa.
Se todos estes sentimentos que estou vivendo após o parto do meu filho(a) tem algum tipo de ligação ainda com o que eu vivi na minha concepção, com o parto da minha mãe, se algo foi desencadeado em mim, estou pedindo que me cure e liberte no poder do Teu Nome Jesus. Traz toda a cura daquele momento que eu estava para nascer do ventre da minha mãe, o que todo aquele momento significou para mim, o medo que senti de nascer, o medo que tive de sair daquele lugar seguro e confortável que era o ventre da minha mãe; as angustias que se passaram no meu coração em meio aquele parto. O trauma que foi para mim o cordão umbilical enrolado ao meu pescoço, na qual me senti sufocada e nasci quase morta. As dores que minha mãe sentiu e tudo o que ela falou naquela mesa de cirurgia e por causa disso todo sentimento de culpa que eu senti naquele momento, de causar tanta dor à minha mãe! Cura-me, Senhor Jesus, com o Teu Sangue Redentor….
O sentimento de medo que tive das novas percepções que eu estava vivendo, da audição, do tato, do olfato e da visão, tudo isso me assustou. Mas creio que naquele momento o Senhor já estava comigo, já cuidava de mim e me amava…
Peço ainda a Ti, Jesus, que venha visitar o meu coração no momento em que o médico cortou o meu cordão umbilical, vem visitar os meus sentimentos deste momento. O rompimento que houve entre eu, ainda bebê, com a minha única segurança que era a minha mãe, e era exatamente pelo cordão umbilical que nós éramos ligadas, o corte do cordão umbilical separava então o meu corpo do corpo da minha mãe Senhor Jesus, e por mais uma vez senti medo de tudo aquilo e vivi mesmo inconsciente, o sentimento de perda.
Sei que para minha mãe também não deve ter sido fácil esse rompimento, esta “perda”, pois eu também era como que um membro dela, sei que minha mãe sofreu com esse rompimento… E quero te apresentar este sentimento de perda que senti em relação ao “diga o nome do seu filho(a)” quando eu o(a) concebi e ele(a) foi separado(a) de mim pelo corte do cordão umbilical, mesmo que tenha sido inconsciente, mas te peço que o Senhor traga toda a cura necessária neste momento ao meu coração…Senti que algo importante, muito valioso me foi tirado e na qual cuidei e zelei por nove meses. Sei que ele(a) está em meus braços agora Senhor Jesus, que posso toca – lo(a) e vê – lo(a), mas ainda os meus sentimentos e emoções não conseguem reagir de maneira positiva.
Se este sentimento de perda que vivi ainda bebê com a minha mãe, ou que vivi ao nascer do meu filho(a), gerou em mim esta depressão, este estado de angustia e ansiedade, estou pedindo que no poder do Teu nome eu seja curada e liberta.
Fica comigo Jesus, Tu és o Médico dos Médicos e pode tocar em toda a minha fisiologia e em todos os processos bioquímicos que se processam dentro de mim e podem ser a causa desta depressão pós parto que estou vivendo. Toda a minha parte hormonal, celular, todo o funcionamento das minhas glândulas, estou pedindo que pela Tua graça o Senhor possa equilibrá-las e fazer com que tudo volte ao seu normal funcionamento, ao seu equilíbrio…
Visita – me, Espírito Santo, retirando do meu interior toda a carência de mãe que estou sentindo agora, todo o sentimento de auto depreciação, de incapacidade de ser mãe, de cuidar de um bebê, sentimento de incapacidade que brota no meu coração todas as vezes que o meu filho(a) chora pois não consigo “traduzir” o choro dele(a), saber o que ele(a) precisa…Retira do meu interior toda a irritabilidade diante do choro do meu bebê, irritabilidade por ter que dar banho, ter que troca – lo(a)…
Quero renunciar a todo e qualquer sentimento de rejeição que eu possa estar sentindo, pois sei que eu o(a) amo e quero que ele(a) sinta – se muito amado(a)!
Dai – me, Espirito Santo, um novo batismo de ânimo e alegria, não permita que eu me isole na minha casa, que eu caia na rotina. Dai- me a graça de cuidar de mim mesma, de me arrumar, de me alimentar bem, para que eu possa Senhor cumprir de maneira eficaz aquilo que o meu ser mãe me pede!
Batiza – me no Teu amor, dai –me o dom do amor: amor a mim mesma, amor ao meu filho(a), amor ao meu marido, amor a toda a minha família…
Desde já te louvo e te agradeço porque ouves a minha oração, porque me acolhes no Teu amor. Pelo Seu amor sou curada e liberta!
Obrigado Senhor Jesus pelo Dom de ser mãe!
Amém!

segunda-feira, 16 de maio de 2011

OS GASES EM BEBÊS (POR DR. GONZÁLEZ)



Tanto os bebês como os adultos podem ter gases no estômago ou no intestino (sobretudo no intestino grosso). Mas são duas questões completamente diferentes.

O gás encontrado no estômago é ar, ar normal e corrente que o indivíduo engoliu (é o que os médicos chamam aerofagia, engolir ar). Os bebês podem engolir ar ao se alimentar, ou ao chorar, também quando chupam dedo ou chupeta.

O gás que está no intestino é diferente, basta cheirá-lo para perceber. Contém nitrogênio do ar deglutido (o oxigênio foi absorvido pelo tubo digestivo) e gases que são produzidos no próprio intestino pela digestão de certos alimentos e que dão seu odor característico.

Quando um bebê engole muito ar, seria possível que soltasse muito “pum”, porém é mais fácil que o excesso saia por cima, com arrotos. Um excesso de gases no intestino é mais provável que seja proveniente da digestão que do ar deglutido. Quando o bebê não mama corretamente, porque está com a pega errada ou tem outra dificuldade, é possível que tome muita lactose e pouca gordura e a sobrecarga de lactose pode produzir um excesso de gases. Além disso, por estar com a pega errada, é provável que engula ar enquanto mama. Mas nem a pega incorreta é a principal causa dos gases, nem os gases são o principal sintoma da pega incorreta.


Os gases em excesso no intestino só podem ser eliminados sob a forma de “pum” . Por sorte, não podem fazer o caminho inverso e sair pela boca.

É mais fácil eliminar o ar do estômago (quer dizer, arrotar) em posição vertical que em posição horizontal. Como nossos antepassados estavam sempre no colo de suas mães, em posição mais ou menos vertical, não deviam ter muito problema. No século passado o uso das mamadeiras e dos berços ficou generalizado. Com a mamadeira, o bebê pode engolir muito ar, e no berço é difícil soltá-lo; por isso parecia importante colocar o bebê para arrotar antes de colocá-lo no berço.

Contudo, não parece que os gases incomodam os bebês, salvo em casos extremos. Muita gente pensa que a principal causa do choro em bebês pequenos seja os gases; e muitos dos medicamentos que ao longo do tempo se tem recomendado para a cólica do lactente se supunha que ajudavam a expulsá-los (esse é o significado da palavra carminativo), ou para evitar a formação de bolhas (nunca entendi o porquê, mas sim, algumas gotas para cólicas são antiespumantes).


Nem todos estão de acordo com a causa das cólicas (mais adiante explicarei minha teoria favorita), mas parece que não restam mais defensores sérios da teoria dos gases. Há muitos anos, quando não se sabia que o excesso de raio x era maléfico e se faziam radiografias por qualquer bobagem, alguém teve a idéia de fazer radiografias dos bebês que choravam (o gás é visto perfeitamente como uma grande mancha negra na radiografia). Comprovou-se que os bebês têm poucos gases quando começam a chorar, porém muitos gases quando levam um tempo chorando. O que ocorre é que engolem ar ao chorar, e como não podem chorar e arrotar ao mesmo tempo, vão acumulando gases até que param de chorar. A mãe costuma explicar assim: “Pobrezinho, estava chorando muito porque estava cheio de gases. Peguei, dei uns tapinhas, ele, conseguiu arrotar e melhorou”. Na realidade, a interpretação correta seria: “Pobrezinho, chorava porque estava com saudade de mim. Quando peguei ele no colo e fiz carinho, ele se tranquilizou e deu um arroto enorme com todo o ar que tinha engolido enquanto chorava”.

Acho que isso explica a importância do arroto no século passado. Quando a mãe tentava colocar o bebê no berço logo após acabar de mamar, o bebê chorava desesperado. Em vez disso, se ficasse com ele no colo e o embalasse um pouco antes de colocá-lo no berço, era mais fácil que o bebê se traquilizasse e dormisse. Durante esse tempo que estava nos braços, claro, o bebê arrotava. E como ninguém queria reconhecer que o colo da mãe era bom para o bebê (como vai ser bom? O colo da mãe é mau, estraga, o bebê não tem que ficar no colo, ou ficará manhoso!), preferiram pensar que era o arroto, e não a presença da mãe, que havia feito o milagre.

A verdade é que muitas mães modernas têm a ideia de que o arroto é importantíssimo, fundamental para a saúde e bem estar do seu filho. Tem que arrotar custe o que custar. Mas os bebês amamentados, se mamaram corretamente, não engolem quase nada de ar (os lábios se fecham hermeticamente sobre o peito, razão pelo qual o ar não entra; e dentro do peito não tem ar, ao contrário da mamadeira). Muitas vezes, os bebês de peito não arrotam depois de mamar. Por outro lado, quando estão com a pega errada, é possível que engulam ar, fazendo um barulho como de beijinhos, porque fica uma frestinha entre os lábios e o peito.

Uma vez uma mãe me explicou que seu filho custa a arrotar, que tem de ficar uma hora dando

tapinhas nas costas, que ele chora, inclusive,de tão mal que fica, até que por fim pode eliminar os gases. Pobre criatura, o que acontece é que não tem gases para eliminar; chora de tantos tapinhas e voltas que dão com ele, e ao final elimina o ar que engoliu enquanto chorava.

Não fique obsessiva com o arroto. Depois de mamar, é uma boa ideia deixar o bebê por um tempo no colo. Isso ele vai gostar. Se nesse tempo eliminar os gases, está bem. E se não, pode ser que não tenha gases. Não lhe dê tapinhas nas costas, não lhe dê camomila, nem erva-doce, nem água, nem nenhum remédio para gases (nem natural nem artificial, nem alopático nem fitoterápico, nem comprado, nem o que tenha em casa.

http://gravidezematernidade.com.br/2011/05/11/os-gases-em-bebes-por-dr-gonzalez/

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Os 30 remédios essenciais para salvar mães e bebês


No início de abril, a Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgou uma lista de medicamentos essenciais para garantir a saúde das mães e dos bebês, em especial dos que moram em países em desenvolvimento (como o Brasil).

Segundo os números divulgados pela OMS, 8,1 milhões de meninos e meninas com menos de 5 anos de idade morrem todos os anos e, nada menos, do que mil mulheres perdem a vida a cada 24 horas por complicações no pós-parto, doenças infecciosas e crônicas.

“Uma parte destas vidas poderia ser salvas caso as mães e as crianças tivessem acesso gratuito à medicações simples”, afirmou a OMS que elaborou a lista de remédios essenciais com ajuda da Unicef.

É importante ressaltar que todas as medicações listadas pela OMS só podem ser oferecidas pelo médico e em unidades de atendimento que fazem o tratamento das grávidas, crianças e mulheres que acabaram de ter filhos. Veja algumas recomendações da lista.


Medicamentos para as mães


Para hemorragia no pós-parto

A estimativa é que 127 mil mulheres morram todos os anos por causa de hemorragia obstétrica, a complicação mais recorrente nos casos. Para este problema, a indicação medicamentosa da OMS é a oxitocina.

Pré eclampsia e eclampsia

Segundo a OMS, esta é a maior causa de morte materna em países em desenvolvimento. Uma das causadoras desta condição é a pressão alta na gestação. Para esta doença, a indicação são os sulfatos de magnésio e injeção de cálcio.

amoxicilina, a ampicilina, o gás oxigênio medicinal, a ceftriaxona, o gentamicina e a penicilina procaína.

Diarreia

É a segunda causa de mortalidade infantil, responsável por 1,3 milhões de mortes por ano no globo. Para evitar a desnutrição das crianças, a OMS sugere como medicamento essencial o zinco e o soro caseiro

Malária

A cada 45 segundo, uma criança morre de malária na África. Para esta doença, a OMS indica a combinação terapêutica de artemisinina e artesunato

HIV

A OMS diz que, atualmente, 2,1 milhões de crianças convivam com o vírus HIV no mundo. Para esta doença, o tratamento mais eficiente é o com antirretrovirais.

Deficiência de vitamina A

A deficiência de vitamina A esta associada às complicações de rubéola em crianças e, por isso, a OMS indica a suplementação.

Dor e cuidados paliativos

As dores agravam outras doenças e trazem limitações para as crianças. Além da morfina, a OMS indica também o paracetamol.


http://delas.ig.com.br/saudedamulher/os+30+remedios+essenciais+para+salvar+maes+e+bebes/n1596856468428.html

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Gestante, pintar ou não o cabelo?

Eis uma dúvida que atormenta dez entre dez grávidas. Veja o que dizem os especialistas sobre o uso de tinturas e tonalizantes durante a gestação.


Loira ou morena? Ruiva ou platinada? Com luzes ou mechas? Não importa o seu estilo se você não abre mão de tinturas e tonalizantes, é bom ficar atenta, agora que o bebê está a caminho. É que qualquer tratamento químico para cabelos pode deflagrar reações alérgicas nas futuras mamães, mesmo nas que nunca tiveram esse problema antes.

A explicação é simples: na gravidez, o corpo feminino se transforma ao sabor dos hormônios e até mesmo o batom velho de guerra, de uma hora para outra, pode causar uma reação esquisita. "A pele da mulher fica mais hidratrada e, por essa razão, absorve com mais intensidade algumas substâncias, aumentando as chances de irritação", justifica Emiro Khury, farmacêutico e diretor técnico da Associação Brasileira de Cosmetologia. Por isso, o couro cabeludo pode apresentar coceira e vermelhidão depois de uma sessão de pintura.

As vias aéreas também não estão livres de ameaças. "A tintura, por ser volátil, pode ser inalada e deflagrar alergias respiratórias", alerta Lúcia Arruda, chefe do departamento de dermatologia da Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Isso vale, por exemplo, para os produtos com amônia, iodo e peróxido de hidrogênio. "Se a mulher tiver sensibilidade a eles, pode realmente apresentar alguma reação", concorda o dermatologista Valcinir Bedin, presidente da Sociedade Brasileira para Estudos do Cabelo. As escovas definitivas que levam formol também provocam fortes reações.


Há risco para o bebê?
Quando o assunto é a saúde do feto, os médicos não entram em acordo. Para alguns especialistas, as modernas tinturas e tonalizantes não oferecem nenhum perigo à criança, já que aboliram os temidos metais pesados de sua composição. "Essas substâncias, como o chumbo, o alumínio e o cobre, poderiam, supostamente, levar a distúrbios neurológicos graves e à malformação do sistema nervoso central", diz Valcinir Bedin. No entanto, segundo ele, os produtos que hoje circulam no mercado são seguros e estão liberados durante a gravidez.

Já o farmacêutico Emiro Khury discorda e recomenda passar longe das químicas para cabelos. "Esses cosméticos são inócuos quando as condições de saúde estão perfeitas, mas o corpo muda muito durante a gravidez", diz ele. Na opinião do especialista, a pele das gestantes, por ser mais sensível, abriria caminho para alguns componentes entrarem na circulação sanguínea e, de lá, chegarem à placenta e ao feto. "Na gravidez, as variáveis são outras e não dá para prever as conseqüências", alerta, cauteloso.


O fato é que nenhum estudo comprovou os efeitos das tinturas para cabelos na saúde dos bebês. "Provavelmente, elas não causam malformação. Mas, como ninguém fez testes para assegurar, por precaução não são recomendadas", resume Lúcia Arruda. Outros especialistas preferem o meio-termo e, após o primeiro trimestre, liberam apenas xampus tonalizantes e tinturas naturais, como a

hena. "Também autorizo as luzes e os reflexos depois da 12ª semana se a aplicação não pegar os fios desde o couro cabelo", conta o obstetra Alberto dAurea, coordenador da maternidade do Hospital São Luís, em São Paulo. Ou seja, para ele é possível usar a tintura, deixando livre a raiz. Bem, como há muitas divergências, a saída mais ponderada é conversar com o seu obstetra sobre o assunto e avaliar os prós e os contras - tanto para a mãe como para o bebê - antes de correr ao cabeleireiro.

http://bebe.abril.com.br

bom, eu tenho pintado o meu cabelo desde o quarto mês completo de gestação.....com Casting, uma tinta muito boa e sem amônia.

Chupeta: Sim ou não?

A sucção nutritiva é uma função primordial para a sobrevivência do recém-nascido, pois é através da sucção que o bebê obtém seu alimento.



Como a natureza é sábia, e “Papai do Céu” também, o reflexo de sucção já está presente por volta da 18ª / 20ª semanas de vida intra-uterina.

A dúvida (usar ou não usar a chupeta) começa a existir quando “nós”, e em especial as mães, percebemos que além da função nutritiva, a sucção também é uma fonte de prazer. Como normalmente toda fonte de prazer gera estabilidade e relaxamento, as mães utilizam a sucção não nutritiva (uso da chupeta) na tentativa de deixar o bebê mais tranqüilo.



Qual mãe que não recorre a uma chupeta para o bebê parar de chorar? Nove entre dez, no mínimo. Mas saiba que o bebê não precisa de chupeta e que o seu uso pode trazer conseqüências sérias pelo resto da vida. Isso ninguém quer.

O bebê tem uma necessidade de sugar que é satisfeita quando realiza a sucção do peito da mãe na amamentação. Quando o peito está muito cheio de leite, o bebê mama sem precisar fazer esforço, matando a fome, mas não a vontade de sugar. Se isso acontece, o bebê pode chorar e só se acalmar quando a mamãe oferece uma chupeta.


Com a chupeta, o bebê satisfaz a sua necessidade de sucção, por isso se acalma, mas isso é prejudicial. Sabia? Fique tranqüila, pois existe outra forma de satisfazê-lo. Pois bem: quando a mamãe sentir sua mama cheia, o ideal é ordenhar, retirar um pouco de leite do peito para que o bebê tenha que sugar com mais esforço, matando assim a fome e a necessidade de sugar.

Para bebês que não amamentam, existem alguns copos de bico com válvulas que, para a retirada do leite, necessitam do esforço do bebê. Não use mamadeiras, pois prejudicam o bebê da mesma forma que a chupeta.

A mamãe tem que lembrar que a única maneira do bebê se comunicar é o choro. Ele vai chorar quando está sujo, com fome, com sede, com sono, quando quer carinho ou mesmo quando está feliz. O melhor é que a mamãe tenha paciência para descobrir o que seu bebê quer e não simplesmente oferecer uma chupeta que o deixará quieto por alguns instantes e não satisfará a sua necessidade de verdade.


“O uso da chupeta pode acarretar o desmame precoce. O bebê pode deixar de sugar o peito por causa da chupeta. Isso acontece porque a posição da língua na amamentação é diferente da posição de quando se suga a chupeta. Como sugar a chupeta é mais fácil, na hora da amamentação o bebê colocará a língua na posição da sucção da chupeta e não conseguirá retirar o leite, chorando de fome e rejeitando o peito”, explica a fonoaudióloga Jamile Elias.

Leite materno x chupeta - Nesse momento, as conseqüências já começam. O leite do peito é o melhor alimento para o seu bebê, contém todos os nutrientes necessários além de ser uma “vacina” (ajuda na formação do sistema de defesa do bebê). Se o bebê recusa o peito, sua defesa estará em baixa, acarretando em doenças respiratórias e alergênicas e o bebê poderá não receber todos os nutrientes que precisa para seu desenvolvimento e crescimento.

A sucção da chupeta deixa os músculos das bochechas, lábios e língua flácidos, sem força. Isso trará prejuízos na mastigação e deglutição. A criança não conseguirá mastigar os alimentos mais consistentes, tendo que a mamãe amassar bem os alimentos ou bater tudo no liquidificador, e isso não é nada bom.

O desenvolvimento da fala também será afetado já que a criança não terá força na musculatura para executar alguns sons. Um exemplo clássico é o personagem dos quadrinhos Cebolinha, que troca o “R” pelo “L”.

Outra conseqüência que a chupeta traz é a alteração da arcada dentária como a mordida aberta e a mordida cruzada. A criança fica com os dentes tortos e com a face desarmônica, isto é, um lado do rosto diferente do outro, contribuindo ainda mais para a dificuldade de mastigar, deglutir e falar.

Mais problemas – O simples uso da chupeta pode trazer outros malefícios à criança futuramente. A respiração é outra função que também se altera. O uso da chupeta faz com que a criança respire pela boca. A respiração oral ocasiona alteração de postura, sono agitado, com ronco, deixando a criança cansada, sem vontade de brincar, desatenta, contribuindo assim para dificuldades escolares.

Antes de oferecer a chupeta, as mamães devem pensar nas conseqüências que isso trará para o seu pequeno. Será que seu filho irá gostar de ter os dentes tortos e precisar de aparelho dentário? Irá se sentir bem com os amiguinhos zombando dele por não saber falar direito e não conseguir brincar por causa da respiração oral? Ficará contente se ficar para recuperação e perder as férias? Claro que não. A pergunta que fica: depois de tudo isso, vale a pensa usar chupeta?

http://guiadobebe.uol.com.br

domingo, 24 de abril de 2011

Beijar filho na boca?

O que as pessoas acham sobre o assunto:




Repulsivo. Já está comprovado que psicologicamente afeta a criança sim. Não tem nada a ver né, vamos combinar. Pai beijando filho na boca? Isso é completamente desncessário. Beijo na boca é pra casal, tem conotação sexual. O que a criança vê nas novelas? Mãe beijando filho na boca?Não. Vêem casais se beijando. E o que ela vai concluir disso tudo se o pai a beija na boca??? Pensem nisso! (M- São Paulo)

P mim beijo na boca tem conotação sexual sim. Beijo na boca é demonstração de amor entre um homem e uma mulher. Selinho é cumprimento de casal. O resto é aberração.
Não tô nem aí p bactérias, isso tem em qq lugar, o q prejudica é o psicológico: o da criança principalmente.
Engraçado é ninguém vê um rapaz de 17, 18 anos dando selinho no pai, não é?! Se fosse tão natural, qual seria o problema??????
(Bimba - RJ)

Também acredito que esse comportamento não colabora para o desenvolvimento emocional da criança. Sem contar que pode sim transmitir algumas doenças, como a herpes tipo I, vulgo "sapinho". Mas acho que o pai só faz isso como forma de carinho, apesar de eu não me comportar assim com minha filha, conheço alguns casais que beijam seus filhos na boca...converse com ele sobre a possibilidade de transmitir algumas doenças, é que ele já deve fazer por hábito, nunca deve ter ouvido falar sobre essas coisas, faz por achar carinhoso...
(Linda)

Vou confessar, antes de mim separar de meu marido eu tinha esse hábito de dá selinho em meus filhos, depois de minha separação foi que eu senti que não era certo, eles no início não entendiam porque eu não queria mais dá selinho neles, principalmnet o mais velho, mais fui explicando que não era certo, não era higiênico etc...

Hoje acho um absurdo tbm, é o maior foco de transmissão de bactérias, eu tenho um conhecido que ele é oficial da marinha e tem uma filha de 3 anos, viaja muito e tem uma mulher em cada lugar que passa, palavras dele, e dá beijo de estalo na boca da menina, isso me enoja muito.
(Drica - BH)


O que diz a pisicóloga Elisa Marina Bourroul Villela, professora da Universidade Presbiteriana Mackenzie:

“É fundamental não transformar o selinho em um hábito, uma forma frequente de carinho, mas uma bitoquinha em um momento de brincadeira não tem nenhum problema”, diz a psicóloga Ana Cássia Maturano. A especialista ressalta ainda a importância de deixar claro o limite e a diferença entre um carinho entre namorados e o carinho com os pais.

Para a psicóloga Patrícia Gugliotta, mestre em saúde mental pela Universidade de Campinas (Unicamp), o afeto entre pais e filhos pode ser demonstrado de outras formas. “Eu não sou a favor desse contato. Não que haja sexualidade, mas a criança nem sempre consegue entender até onde ela pode ir. Além disso, não acho saudável o beijo na boca entre pais e filhos porque os pais são referência, e como explicar então que com os colegas esse comportamento não é aceito”, diz
Carinho ou dependência

De acordo com a doutora em psicologia Elisa Marina Bourroul Villela, professora da Universidade Presbiteriana Mackenzie, é preciso analisar o papel do selinho na relação entre pais e filhos. “É claro que existe um aspecto cultural e de costumes entre cada família, mas é importante que o selinho seja dado simplesmente como forma de carinho, e não para representar, mesmo que inconscientemente, a necessidade dos pais de manter o filho em uma fase de dependência”, diz.

Elisa explica que outros carinhos, como o colo ou o toque no seio da mãe, por exemplo, são adequados durante um período da vida da criança, mas merecem cuidado e uma atenção especial quando a criança começa a crescer. “Em famílias em que o contato próximo é um costume, não há nenhum problema ou limite de idade para esse carinho, mas o espaço da criança deve ser respeitado, não pode ser invasivo.”

Já Patrícia defende que o contato físico nem sempre é sinônimo de cuidado. “Não é necessário dar selinho para mostrar ao filho cuidado e o quanto ele é amado, existem outros meios de mostrar o mesmo carinho”, diz.



Reflexos fora de casa

O selinho frequente pode levar a criança a considerar natural esse tipo de manifestação entre amigos na escola, por exemplo, o que pode trazer problemas. Para evitar essa situação, Ana Cássia sugere a constante conversa com a criança. “Os pais devem explicar que há algumas formas de carinho que fazemos apenas com quem temos intimidade, em família. Ainda assim ressalto que estou falando de um selinho simples, e de vez em quando.”

Segundo Elisa, a criança é capaz de distinguir os tipos de contato que são familiares e o que é uma cultura compartilhada. “A criança deve estar ciente de que nem tudo que ela faz em casa, com os pais e irmãos, pode ser feito entre outras pessoas. As culturas de outras famílias também precisam ser respeitadas. E a melhor forma de fazer a criança compreender isso é com uma boa conversa”, afirma a especialista.

Outro cuidado importante, segundo as psicólogas, é deixar claro que a relação de namoro se dá entre a mãe e o pai. “É comum que a menina se enamore pelo pai e o menino pela mãe, e muitas vezes esse tipo de comportamento estimula essa ‘paixão’, por isso os pais devem deixar claros os limites entre as brincadeiras e carinhos”, afirma.

Levei um fora do meu obstetra....

Hoje é domingo, são 05:27h e é Páscoa!

Como de costume estou acordada já a algum tempo. As dores continuam me incomodando, ontem como havia comentado no post anterior, fui ao médico. tive o maior susto que uma gestante pode ter.
Eu com 36 semanas de gravidez chego no obstetra para reclamar de minhas dores, e antes mesmo de conseguir reclamar escuto um: " não vou mais fazer sua cesária".
Quase tive um enfarto, fiquei atônita, branca, azul, verde.... entre outros sintomas que não consigo explicar...Tinha acabado de levar um fora do meu obstetra.
Eu olhava para meu marido com cara de quem não queria acreditar no que estava acontecendo.

Mas porque?

Bom ai vem a seguinte história, meu obstetra é o meu patrão, ele é um senhor de 72 anos médico há muitos... experiente, inteligente e sempre me pareceu muito saudável.


Quando cheguei ontem na clínica fiquei sabendo que ele havia passado muito mal naqueles dias, problemas com o cansado coração.... e que está proibido de clinicar.

Então ele entregou meu caso, assim como os outros casos em andamento para colegas de trabalho.

Tudo bem, ele está doente, não tem culpa.... mas e eu?
Estou grávida, com uma barriga enorme, sinto as dores do parto já a algum tempo, com muitas complicações na gestação... e agora?

A primeira coisa que me passou pela cabeça foi, hoje é sábado de aleluia aqui nessa cidadezinha que nada funciona nos feriados, se o Pedro resolver dar o ar da graça eu estou "frita".
Estão todos viajando, médicos competentes, anestesistas e pediatras e eu sem obstetra...aff.
Todos sabem que mulher é um bicho complicado e quando está grávida então a coisa 'pipoca'.

A minha sorte que tenho um marido muito calmo e paciente, do tipo amigão que está sempre presente em tudo, ele com seu jeito de estrategista conseguiu me deixar mais calma, enquanto ele mesmo não se aguentava.


Já em casa, a minha ansiedade aumentava mais. E o inevitável aconteceu...comecei a ter contrações fortes, deixei o marido agitado. Tomei uma medicação para as dores que diminuiram, consegui cochilar algum tempo durante a noite. Levantei inumeras vezes, abri meu ovo da páscoa e comi quase todo com coca gelada (essa é outra história). E agora estou aqui compartilhando meu presente de páscoa com vocês.

Tenho que ficar em repouso, bem quietinha para que o Pedro aguente até segunda feira, quando tenho uma consulta marcada com outro obstetra. Depois de meses confiando em um médico, fica difícil mudar assim tão de repente, afinal, a relação médico paciente é quase um casamento, principalmente quando se está com um bebê na barriga.

Acho que é isso.... então Feliz Páscoa para todos nós!

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Talassemia


Descobri que sou talassêmica ainda na infância, Talassemia do tipo menor alfa, tenho uma vida normal regada a ácido fólico. Mas agora na gravidez a coisa complicou. A minha hemoglobina está em um nível muito baixo para aguentar uma cesáriana e vou precisar de uma transfusão sangüínea. Meu hematologista tentou melhorar o nível de hemoglobina me receitando uma dose alta de vitamina B12, foi quando descobri que sou alérgica à tal vitamina. Estou com a pele horrível, toda empolada e tive falta de ar durante a fase crítica da reação alérgica. Com tanta complicação resolvi postar sobre o assunto... então:

O que é talassemia?

A talassemia é uma desordem do sangue hereditária que causa anemia leve ou severa. A anemia é decorrente da hemoblobina reduzida e menos células vermellhas sanguíneas que o normal. Hemoblobina é a proteína nas células vermellhas sanguíneas que carregam oxigênio para todas as partes do corpo. Em pessoas com talassemia, os genes que codificam para a hemoblobina estão faltando ou são diferentes. Formas severas de talassemia são geralmente diagnosticadas cedo na infância e é uma condição para toda a vida.

Os dois tipos principais de talassemia, alfa e beta, recebem seus nomes por causa das duas cadeias de proteínas que fabricam hemoblobinas normais. Os genes de cada tipo de talassemia são passados dos pais para a criança. Tanto a a talassemia alfa quanto a beta tem formas leves e severas.

Causas da talassemia

A talassemia é causada por genes faltando ou diferentes que afetam como o corpo fabrica hemoglobina. Pessoas com talassemia fabricam menos hemoblobina e células veremelhas do sangue do que o normal. O resultado é anemia leve ou severa. Muitas combianções possíves de genes diferentes causam vários tipos de talassemia, a qual é sempre herdada. A pessoa que herda gene de talassemia de um pai e normal de outro tem talassemia menor, a qual geralmente não apresenta sintomas a não ser anemia leve.

Sinais e sintomas da talassemia

Os sintomas da talassemia dependem do tipo e gravidade da doença. Os sintomas ocorrem quando oxigênio suficiente não chega às várias partes do corpo devido à baixa hemoglobina e falta de células vermelhas sanguíneas (anemia). Pessoas com talassemia menor geralmente não apresentam sintomas. Pessoas com talassemia alfa ou beta geralmente têm anemia leve que pode ser encontrada em teste de sangue.

Em casos mais graves de talassemia, os sinais e sintomas aparecem cedo na infância e podem incluir:
* Fadiga e fraqueza.
* Pele pálida ou amarelada.
* Abdômen protuberante.
* Urina escura.
* Ossos faciais anormais e crescimento pobre.
Bebês com todos ou quatro genes afetados geralmente morrem antes ou logo após o parto

Tratamento da talassemia

O tratamento da talassemia depende da gravidade da doença:

* Pessoas com talassemia menor geralmente não apresentam sintomas e não precisam de tratamento.

* Aqueles com formas moderadas de talassemia podem precisar de transfusão de sangue ocasionalmente, como quando estão passando por estresse devido a infecção. Se uma pessoa com talassemia intermédia piorar e necessitar de transfusões regulares, ela passa a ser considerada talassemia maior.

* Pessoas com talassemia severa têm uma doença grave que pode ameaçar a vida. Elas são tratadas com transfusões de sangue regular, terapia quelante de ferro e transplante de medula óssea. Sem tratamento, crianças com talassemia grave não sobrevivem até depois da primeira infância.

http://www.copacabanarunners.net

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Edema...



Apesar do frio, o maridão deixou a piscina em condições de uso....
Consegui ficar uns 5 minutos lá, mas já deu para dar uma revigorada. O inchaço não foi embora, mas me sinto mais disposta.

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Assim que nascer seu bebê vai reconhecer sua voz


Pode parecer mentira, mas não é: os bebês realmente reconhecem a voz da mãe logo depois que nascem. Já foram feitas muitas pesquisas comprovando que recém-nascidos preferem a voz da mãe, e se acalmam com ela.

Em uma das pesquisas, cientistas gravaram a voz de grávidas lendo um poema, e então tocaram a gravação para os bebês, que ainda estavam dentro da barriga. Eles mediram os batimentos cardíacos dos fetos e observaram que, quando era a voz da mãe, o ritmo cardíaco dos bebês aumentava; quando era a de outra mulher, o ritmo do coração diminuía.

Os especialistas acreditam que, ao ouvir a cadência da voz da mãe, ainda dentro do útero, os bebês começam a aprender a usar a linguagem.

Mães, pais e especialistas também já notaram que recém-nascidos parecem se acalmar ao ouvir sons parecidos com os de dentro do útero, como o barulho do ventilador, por exemplo, ou aquele chiado de TV ou rádio fora do ar.

Por isso, na hora daquele berreiro, você pode conversar ou cantar para o bebê. Se nada adiantar, procure um barulho desse tipo.

Não custa tentar!

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Uma questão de conciência



Mesmo tendo a intenção de amamentar meu terceiro rebento, Pedro no peito, afinal leite materno é simplesmente a melhor coisa que a natureza nos deu de presente, e
sabendo da polêmica do BPA, eu e meu esposo resolvemos adquirir mamadeiras livres do produto. Afinal, em algum momento teremos que oferecer sucos e outros líquidos ao bebê.

Tivemos dificuldade de encontrar mamadeiras livre de BPA em nossa cidade, em alguns estabelecimentos os vendedores nunca tinham ouvido falar no assunto. Acabamos comprando pela internet as mamadeiras da Philips Avent.
Compramos pelo site www.submarino.com.br .



Mães de todo o Brasil,acho um absurdo não termos produtos livre de BPA e saber que o nosso país está mais uma vez atrasado em relação a um assunto tão importante. Enquanto o Brasil não abre os olhos, vamos usando os produtos importados.

Mamadeira saudável é mamadeira sem Bisfenol-A.




Para quem nunca ouviu falar do Bisfenol, ou BPA, a gente explica melhor. A substância é uma espécie de resina nociva à saúde encontrada na maioria dos plásticos, inclusive nas mamadeiras.

Para muitos cientistas, ela pode estar por trás do aumento de algumas doenças, entre elas o câncer de mama, os distúrbios cardíacos, a obesidade e a hiperatividade.

Na Inglaterra, por exemplo, estudos mostram que a substância está presente em quase todos os produtos infantis e, para evitar que isso aconteça, a Breast Cancer UK, entidade que luta contra o câncer de mama no país, lançou uma campanha para que o BPA não seja utilizado na produção de mamadeiras.


trocando em miúdos....
O que é Bisfenol-A?

O bisfenol-A (BPA), cuja formula é (CH3)2C(C6H4OH)2, é um composto utilizado na fabricação do policarbonato, um tipo de plástico rígido e transparente. É o monômero mais comum entre os policarbonatos empregados em embalagens de alimentos. O BPA é também um dos componentes da resina epóxi (plástico termofixo que endurece quando misturado a um agente catalisador ou “endurecedor”), presente por exemplo no revestimento interno de latas para evitar a ferrugem.
Apesar do plástico ser considerado estável, já se sabe que as ligações químicas entre as moléculas do BPA são instáveis, permitindo que o químico se desprenda do plástico e contamine alimentos ou produtos embalados com policarbonato ou resina epóxi. No caso de aquecimento do plástico, a contaminação por BPA é ainda maior.

ONDE ENCONTRAMOS O BISFENOL-A?

Em grande parte das mamadeiras de plástico;
Em embalagens plásticas para acondicionar alimentos na geladeira, copos infantis, materiais médicos e dentários;
Nos enlatados, como revestimento interno;
Em garrafas reutilizáveis de água (squeeze), garrafões de 5L;



CONSEQUÊNCIAS DO BISFENOL A

O bisfenol-A está presente em produtos no mercado por mais de 120 anos. Estudos demonstram que o BPA não só é um composto onipresente nos seres humanos (alcançou 93% da voluntários em uma ampla pesquisa americana), mas também uma potente toxina mesmo em doses muito baixas. A maioria das pesquisas que afirma a seguridade do BPA foi patrocinada pela indústria que o produz.
Considerado um interferente endócrino, o químico age como alguns dos hormônios presentes no corpo humano e pode comprometer a saúde. Estudos sugerem que a parte mais afetada é o sistema reprodutivo, sendo fetos e bebês os mais vulneráveis à sua exposição.
Estudos realizados associaram o bisfenol-A a uma maior incidência de obesidade, problemas cardíacos, diabetes, câncer na próstata e mama, puberdade precoce e tardia, abortos, anormalidades no fígado em adultos e também problemas cerebrais e no desenvolvimento hormonal em crianças e recém-nascidos. O químico também foi associado a problemas sexuais em homens como a diminuição da qualidade e da quantidade de esperma.



RISCOS À SAÚDE

Câncer
Disfunções Sexuais
Outras doenças associadas ao bisfenol-A
• Hiperatividade;
• Autismo em crianças e adolescentes;
• Problemas cardíacos;
• Diabetes.



BISFENOL – BRASIL
A diretiva da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária do Brasil) é normalizada junto ao Mercosul, foi revista em março de 2008 (Resolução Anvisa nº 17, de 17 de março de 2008) e baseia-se em lei da Comunidade Européia de 2004 (Comission Directive 2004/19/EC).
Para o bisfenol-A, o limite de migração específico (LME) permitido das embalagens para os alimentos e bebidas é de 0,6 mg/kg de material plástico.
No momento, o Projeto de Lei do deputado Beto Faro (PT-PA), que está sendo analisado pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio, de Seguridade Social e Família e de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados, tramita em caráter conclusivo.
O Projeto proíbe a produção, a importação e a comercialização de embalagens, equipamentos e outros produtos para lactantes e crianças da primeira infância que contenham em suas composição o bisfenol-A.
Em Curitiba, o vereador Aladim Luciano (PV) propôs lei banindo o bisfenol. Apresentado na Câmara de Curitiba, em março de 2010, o projeto prevê a proibição da fabricação, fornecimento e comercialização de mamadeiras e brinquedos infantis compostos por elementos plásticos que liberem o poluente orgânico persistente bisfenol-A (BPA).

Quanto tempo falta para o natal?

Daisypath Christmas tickers