Essa pose de menina-meiga-santinha é só disfarce.
No fundo eu escondo o veneno alecrim-doce de uma mulher.

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sexta-feira, 10 de junho de 2011

Bebê com nariz sempre escorrendo



É angustiante para pais e mães presenciar o primeiro resfriado do bebê. A criança fica desconfortável, fungando, e muitas vezes tem dificuldade para mamar. É tudo muito chato, mas você pode ajudar seu filho a ter menos desconforto. 

E tente ficar tranquila: um resfriado não costuma ter maiores complicações. Vá se acostumando. É bem provável que o bebê tenha entre oito e dez resfriados só nos dois primeiros anos de vida. Haja lenço de papel e noites maldormidas! 

O resfriado é uma infecção das vias respiratórias superiores, causada por vários tipos de vírus. O modo de contágio mais comum é através de gotículas de saliva -- quando alguém espirra, libera as gotículas no ar, e elas são aspiradas por outra pessoa. 

O vírus também pode ser transmitido pelo contato das mãos, portanto sempre lave as mãos depois de assoar o nariz. 

Os bebês tendem a pegar vários resfriados porque o sistema imunológico deles trabalha com apenas cerca de 60 por cento da capacidade do de um adulto, em especial entre os 6 meses (quando diminui a proteção do leite materno) e os 2 ou 3 anos. 

A exposição à fumaça do cigarro também predispõe a infecções respiratórias. 



Quando resfriado, o bebê pode ter febre. Pode apresentar tosse, olhos vermelhos, nariz escorrendo e dor de garganta. A criança costuma ficar irritada e sem apetite. Quando têm menos de 6 meses, os bebês têm dificuldade de mamar se estiverem com o nariz entupido. 

Mesmo que seu filho já estivesse dormindo bem à noite, um resfriado é suficiente para levar a família de volta à época das noites em claro. Ele vai acordar várias vezes por causa do nariz entupido, e o colo costuma ser a melhor solução. 

Dormir na posição horizontal pode deixá-lo mais congestionado ainda, portanto tente mantê-lo com a cabeça mais elevada, no colo ou no carrinho. Se deixar no berço, dobre um cobertor pequeno, ou uma toalha, e coloque-o embaixo do colchão na parte da cabeça, para elevá-la um pouco. 



Na maioria dos casos, os sintomas começam a melhorar entre três e dez dias, mas em bebês muito pequenos podem durar até duas semanas. Bebês que convivem com crianças mais velhas (que têm irmãos ou que vão para a escola ou creche) chegam a ter entre seis e dez resfriados até fazer 1 ano. É bem capaz que você tenha a impressão de que ele vive com o nariz escorrendo, principalmente no inverno. 
amamentação é um dos melhores meios de reforçar a saúde do seu filho, já que junto com o leite materno ele recebe seus anticorpos. Não se trata de uma fórmula mágica para impedir que o bebê se resfrie, afinal bebês que só mamam no peito também ficam com o nariz escorrendo e entupido, mas os sintomas costumam ser mais leves. 

Você também pode tentar proteger seu filho mantendo-o longe de pessoas doentes e pedindo aos familiares que lavem bem as mãos antes de pegar o bebê no colo ou mexer nas coisas dele. 

Abandonar o fumo, seja você ou seu parceiro, é sempre benéfico para o bebê. Evite também levar a criança a locais onde haja gente fumando. Crianças que moram com fumantes ficam mais resfriadas que as outras, e o resfriado demora mais para sarar que o de crianças que não são expostas à fumaça do cigarro. 



Se seu filho tem menos de 3 meses, procure o médico ao primeiro sinal de que ele não está bem. No caso de bebês mais velhos, ligue para o pediatra ou o leve ao médico se: 
• o resfriado não melhorar depois de cinco dias 
• se ele tiver febre de mais de 38 graus 
• se ele tiver dificuldade para respirar, chiadeira no peito, tosse persistente, catarro verde ou sinais de dor de ouvido 


O que faço para tratar o resfriado? 

Não há muito que você possa fazer. Faça com que seu filho tome bastante líquido (você pode dar suco de laranja, rico em vitamina C, se ele já tomar) e o deixe descansar. 

Se ele estiver com febre, você pode baixar a temperatura com um antitérmico, seguindo a recomendação do médico. Não é absolutamente necessário baixar a temperatura da criança. Dê o antitérmico se seu filho estiver claramente desconfortável. 

Nunca administre remédios antigripais ou descongestionantes por conta própria para o bebê. Estudos já demonstraram que esse tipo de medicamento pode fazer mais mal do que bem, por isso só os dê ao bebê se o pediatra indicar. 
Veja o que mais você pode fazer para aliviar o desconforto do seu filho durante o resfriado: 

• Coloque uma toalha dobrada ou um cobertor pequeno debaixo do colchão do berço, na parte da cabeça, para deixá-la mais elevada. Dormir com a cabeça mais elevada diminuirá um pouco a congestão nasal do seu filho. Não use travesseiros dentro do berço para fazer isso. Outra opção é deixar o bebê dormir no carrinho, com o encosto meio reclinado, ou no seu colo, com você sentada (e é claro que nesse caso você não vai dormir). 

• Use soro fisiológico para aliviar a congestão nasal. Pergunte ao pediatra qual o melhor tipo (em gotas ou spray). Um bom truque é passar o soro fisiológico um pouco antes da mamada. Existem pequenos aspiradores nasais, disponíveis nas farmácias, que tiram o catarro do nariz do bebê por sucção. 

Para fazer isso, você precisa pressionar o bulbo de borracha, colocar a ponta do aspirador na narina do bebê e tampar a outra narina, ao mesmo tempo em que solta o bulbo para criar a sucção. Funciona, mas o bebê provavelmente vai odiar você com todas as suas forças naquele momento (mas depois provavelmente ficará aliviado). 

O ideal é fazer a operação com ajuda de alguém para segurar as mãozinhas dele. Esse procedimento só é indicado quando o bebê estiver com bastante catarro, e a secreção estiver espessa. 

• Dependendo da região em que você morar, o uso do vaporizador de ar para umedecer o ambiente pode ser benéfico, mas converse antes com o pediatra, porque esse tipo de aparelho pode acabar proliferando fungos e piorar a situação. Também é possível fazer inalação só com soro fisiológico, seguindo recomendações do médico. 

Uma opção improvisada é ficar cerca de 15 minutos com o bebê dentro do banheiro enfumaçado de vapor. Lembre-se de trocar a roupa do bebê depois da "sauna", porque ela pode ficar úmida. 

• Se seu filho está com o nariz entupido mas não tem nenhum outro sintoma, dê uma olhada nas narinas dele para ver se ele não enfiou nenhum objeto estranho nelas. Nunca se sabe: até crianças pequenininhas podem aprontar uma dessas. Quando isso acontece, pode aparecer uma coriza de cheiro ruim. Esse tipo de acidente é mais comum do que se imagina. 

Ficar resfriado é muito incômodo, mas acontece com todo mundo. Depois que você sobreviver ao primeiro resfriado do seu filho, ficará mais tranquila nos próximos -- que certamente virão.




segunda-feira, 6 de junho de 2011

Vida sexual: como ela fica após o nascimento dos filhos?

O nascimento dos filhos é um momento importante e muito aguardado por qualquer casal.
É quando uma nova vida, literalmente, começa para todos na casa. Estas novidades, entretanto, podem mudar de forma definitiva a rotina sexual dos parceiros. E apenas com paciência e muito diálogo este contratempo pode ser resolvido.

Para Luciana Amadi, psicóloga com experiência em sexualidade humana e especializada em psicodrama, isso deve ser encarado com paciência e sensibilidade. “Se o casal possui uma vida sexual satisfatória antes do nascimento do bebê, a vida sexual sofrerá menos com a chegada do novo integrante da família”, afirma. Ela ressalta, porém, que o excesso de trabalho da mulher neste período e a dedicação ao filho acabam sendo naturalmente prioritários. “Além disso, o efeito da prolactina, hormônio responsável pela produção de leite materno, influencia diretamente a produção de testosterona na mulher, este último responsável pelo desejo sexual.”, explica.

Normalmente, os médicos liberam clinicamente as novas mamães para o sexo após 40 ou 60 dias do parto. Entretanto a preparação física para o sexo não corresponde diretamente à preparação psicológica para voltar à ativa. Apesar da possibilidade do casal estar distanciado e intolerante, há perigo da mulher apresentar uma leve depressão devido à sua sensibilidade aflorada e ainda baixa auto-estima, por causa das mudanças no corpo. Nestes casos a sensibilidade do homem nunca é demais.
A técnica ambiental Nina Oliveira, de 50 anos, é casada há 21 e tem dois filhos. Seu primogênito nasceu quando passados apenas dois anos do enlace. Para ela, entretanto, a vida sexual do casal passou poucos problemas, algo que não pudesse ser contornado. “A privacidade fica comprometida, você tem que ter mais cuidado, não pode se empolgar a qualquer hora ou em qualquer cômodo da casa (risos)”, afirma. Ela conta ainda que o desgaste físico foi um dos maiores contras no seu caso, principalmente no primeiro ano de vida do bebê, onde a mãe acaba por se dedicar quase 100% ao filho. Quanto ao marido, Nina não acredita que houve intolerância. “O homem se sente um pouco excluído naturalmente, mas nada que uma boa conversa não conserte”, diz.
Diante de pequenos problemas ou atritos nestes casos, como contornar a situação? Luciana explica: “Para o homem, muito cuidado e muito carinho, lembrando que sexo não necessariamente envolve penetração. Nesta fase, a mulher fica mesmo mais sensível fisicamente. Elogios e carícias podem ser muito bem-vindos e se transformarem num estimulante para a relação do casal. É preciso adaptar-se ao corpo em transformação, tirar aquele pijama de amamentação e colocaralgo mais sexy. Pode parecer inimaginável, mas faz muito bem ao casal e acredite, a você também. Reserve um tempo para vocês e namore”, explica. A psicóloga completa ainda dizendo que é necessário acostumar-se ao sexo com interrupções, choros, amamentações e trocas de fraldas noturnas. “Parece que eles adivinham...”, brinca.
Nina também explica como fez para se adaptar ao novo estilo de vida ao lado da família. “Ensinei meus filhos a respeitarem os limites. Por exemplo, bater na porta do quarto antes de entrar”, afirma. De acordo com ela, outras boas estratégias são: esperar as crianças dormirem, tomar banho juntos e deixar as crianças na casa dos avós por algumas horas. “Depois dos filhos, nós nos sentimos mais unidos, cúmplices”, finaliza.


Quanto tempo falta para o natal?

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