O que as pessoas acham sobre o assunto:
Repulsivo. Já está comprovado que psicologicamente afeta a criança sim. Não tem nada a ver né, vamos combinar. Pai beijando filho na boca? Isso é completamente desncessário. Beijo na boca é pra casal, tem conotação sexual. O que a criança vê nas novelas? Mãe beijando filho na boca?Não. Vêem casais se beijando. E o que ela vai concluir disso tudo se o pai a beija na boca??? Pensem nisso! (M- São Paulo)
P mim beijo na boca tem conotação sexual sim. Beijo na boca é demonstração de amor entre um homem e uma mulher. Selinho é cumprimento de casal. O resto é aberração.
Não tô nem aí p bactérias, isso tem em qq lugar, o q prejudica é o psicológico: o da criança principalmente.
Engraçado é ninguém vê um rapaz de 17, 18 anos dando selinho no pai, não é?! Se fosse tão natural, qual seria o problema??????
(Bimba - RJ)
Também acredito que esse comportamento não colabora para o desenvolvimento emocional da criança. Sem contar que pode sim transmitir algumas doenças, como a herpes tipo I, vulgo "sapinho". Mas acho que o pai só faz isso como forma de carinho, apesar de eu não me comportar assim com minha filha, conheço alguns casais que beijam seus filhos na boca...converse com ele sobre a possibilidade de transmitir algumas doenças, é que ele já deve fazer por hábito, nunca deve ter ouvido falar sobre essas coisas, faz por achar carinhoso...
(Linda)
Vou confessar, antes de mim separar de meu marido eu tinha esse hábito de dá selinho em meus filhos, depois de minha separação foi que eu senti que não era certo, eles no início não entendiam porque eu não queria mais dá selinho neles, principalmnet o mais velho, mais fui explicando que não era certo, não era higiênico etc...
Hoje acho um absurdo tbm, é o maior foco de transmissão de bactérias, eu tenho um conhecido que ele é oficial da marinha e tem uma filha de 3 anos, viaja muito e tem uma mulher em cada lugar que passa, palavras dele, e dá beijo de estalo na boca da menina, isso me enoja muito.
(Drica - BH)
O que diz a pisicóloga Elisa Marina Bourroul Villela, professora da Universidade Presbiteriana Mackenzie:
“É fundamental não transformar o selinho em um hábito, uma forma frequente de carinho, mas uma bitoquinha em um momento de brincadeira não tem nenhum problema”, diz a psicóloga Ana Cássia Maturano. A especialista ressalta ainda a importância de deixar claro o limite e a diferença entre um carinho entre namorados e o carinho com os pais.
Para a psicóloga Patrícia Gugliotta, mestre em saúde mental pela Universidade de Campinas (Unicamp), o afeto entre pais e filhos pode ser demonstrado de outras formas. “Eu não sou a favor desse contato. Não que haja sexualidade, mas a criança nem sempre consegue entender até onde ela pode ir. Além disso, não acho saudável o beijo na boca entre pais e filhos porque os pais são referência, e como explicar então que com os colegas esse comportamento não é aceito”, diz
Carinho ou dependência
De acordo com a doutora em psicologia Elisa Marina Bourroul Villela, professora da Universidade Presbiteriana Mackenzie, é preciso analisar o papel do selinho na relação entre pais e filhos. “É claro que existe um aspecto cultural e de costumes entre cada família, mas é importante que o selinho seja dado simplesmente como forma de carinho, e não para representar, mesmo que inconscientemente, a necessidade dos pais de manter o filho em uma fase de dependência”, diz.
Elisa explica que outros carinhos, como o colo ou o toque no seio da mãe, por exemplo, são adequados durante um período da vida da criança, mas merecem cuidado e uma atenção especial quando a criança começa a crescer. “Em famílias em que o contato próximo é um costume, não há nenhum problema ou limite de idade para esse carinho, mas o espaço da criança deve ser respeitado, não pode ser invasivo.”
Já Patrícia defende que o contato físico nem sempre é sinônimo de cuidado. “Não é necessário dar selinho para mostrar ao filho cuidado e o quanto ele é amado, existem outros meios de mostrar o mesmo carinho”, diz.
Reflexos fora de casa
O selinho frequente pode levar a criança a considerar natural esse tipo de manifestação entre amigos na escola, por exemplo, o que pode trazer problemas. Para evitar essa situação, Ana Cássia sugere a constante conversa com a criança. “Os pais devem explicar que há algumas formas de carinho que fazemos apenas com quem temos intimidade, em família. Ainda assim ressalto que estou falando de um selinho simples, e de vez em quando.”
Segundo Elisa, a criança é capaz de distinguir os tipos de contato que são familiares e o que é uma cultura compartilhada. “A criança deve estar ciente de que nem tudo que ela faz em casa, com os pais e irmãos, pode ser feito entre outras pessoas. As culturas de outras famílias também precisam ser respeitadas. E a melhor forma de fazer a criança compreender isso é com uma boa conversa”, afirma a especialista.
Outro cuidado importante, segundo as psicólogas, é deixar claro que a relação de namoro se dá entre a mãe e o pai. “É comum que a menina se enamore pelo pai e o menino pela mãe, e muitas vezes esse tipo de comportamento estimula essa ‘paixão’, por isso os pais devem deixar claros os limites entre as brincadeiras e carinhos”, afirma.
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domingo, 24 de abril de 2011
Onde você carrega seu bebê?
Você que tem crianças com menos oito anos que andam com você no carro, já está dentro dos padrões que a CONTRAN determinou que entrasse em vigor dia 1 de setembro, de 2010?
Para você não deixar as coisas para última hora, e atrapalhar suas férias, algumas informações úteis de como utilizar e proceder, com a nova lei.
Use e compre somente cadeirinhas com o selo do IMETRO, se não tiver o selo não é válido e você também é multado.
A multa é de R$191,54 e 7 pontos, na CNH, pois é considerado multa gravíssima.
Não adianta colocar um na cadeirinha e outro com “quase” oito anos no cinto de segurança, se for pego pela fiscalização, é multado da mesma maneira, a lei é rígida quanto às normas. Ou seja, de Oito para baixo, tem de estar dentro dos requisitos.
O CONTRAN requer Bebê Conforto para menores de um ano, cadeirinha infantil até 4, e assento infantil para os menores de 8 anos. Após essa faixa etária pode-se utilizar o cinto sem nenhum problema.
Os valores estão entre R$180 até R$1.200, o que pode subir ainda mais devido as férias se aproximando. Então se quer economizar e curtir com segurança vale a pena o investimento.
É fácil encontrarmos esse tipo de imprudência no Brasil, ainda ! Porém, a recente regulamentação da lei de trânsito que trata desse caso, trará severas multas para quem descumprir esse quesito tão básico de segurança no transito. De acordo com a Lei de transito brasileira, o artigo 65 diz:
"Art. 65. É obrigatório o uso do cinto de segurança para condutor e passageiros em todas as vias do território nacional, salvo em situações regulamentadas pelo CONTRAN."
O termos 'todos os passageiros', inclui também os bebês, não importando a idade. Sendo assim o uso de cadeiras Bebê Conforto são mais de indispensáveis, para a segurança sua, de seu filho e de seu bolso.
Uma cadeira Bebê Conforto não é um item muito barato, e por esse motivo em especial, é uma preocupação no momento de aquisição devido a sua vida útil (utilização pelo bebê). São muito modelos no mercado e isso também gera preocupação, pois, fazer um alto investimento para adquirir um objeto que será usado apenas alguns meses não parece ser um bom negócio. Mas é!.
Uma boa cadeira Bebê Conforto garantirá muita segurança a seu filho em caso de acidentes. Nesse caso é indispensável a aquisição de um modelo de boa qualidade e certificado pelo Inmetro. Confira sempre o selo inmetro.
Na lei, não existe uma idade limite para uso do Bebê Conforto. Isso fica a cargo dos pais, que devem sempre analisar levando em consideração o desenvolvimento da criança. Alguns bebês já não ficam confortáveis na cadeirinha já com 10 ou 12 meses, sendo necessário a troca por uma cadeira de carro para uma plena segurança. Leve sempre em consideração a altura do bebê e também seu desenvolvimento motor, ou seja, se ele se mecha muito, fica perigoso ficar muito tempo no Bebê Conforto, sendo possível que a cadeira se vire e machuque o bebê.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Uma questão de conciência

Mesmo tendo a intenção de amamentar meu terceiro rebento, Pedro no peito, afinal leite materno é simplesmente a melhor coisa que a natureza nos deu de presente, e
sabendo da polêmica do BPA, eu e meu esposo resolvemos adquirir mamadeiras livres do produto. Afinal, em algum momento teremos que oferecer sucos e outros líquidos ao bebê.
Tivemos dificuldade de encontrar mamadeiras livre de BPA em nossa cidade, em alguns estabelecimentos os vendedores nunca tinham ouvido falar no assunto. Acabamos comprando pela internet as mamadeiras da Philips Avent.
Compramos pelo site www.submarino.com.br .

Mães de todo o Brasil,acho um absurdo não termos produtos livre de BPA e saber que o nosso país está mais uma vez atrasado em relação a um assunto tão importante. Enquanto o Brasil não abre os olhos, vamos usando os produtos importados.
Mamadeira saudável é mamadeira sem Bisfenol-A.

Para quem nunca ouviu falar do Bisfenol, ou BPA, a gente explica melhor. A substância é uma espécie de resina nociva à saúde encontrada na maioria dos plásticos, inclusive nas mamadeiras.
Para muitos cientistas, ela pode estar por trás do aumento de algumas doenças, entre elas o câncer de mama, os distúrbios cardíacos, a obesidade e a hiperatividade.
Na Inglaterra, por exemplo, estudos mostram que a substância está presente em quase todos os produtos infantis e, para evitar que isso aconteça, a Breast Cancer UK, entidade que luta contra o câncer de mama no país, lançou uma campanha para que o BPA não seja utilizado na produção de mamadeiras.

trocando em miúdos....
O que é Bisfenol-A?
O bisfenol-A (BPA), cuja formula é (CH3)2C(C6H4OH)2, é um composto utilizado na fabricação do policarbonato, um tipo de plástico rígido e transparente. É o monômero mais comum entre os policarbonatos empregados em embalagens de alimentos. O BPA é também um dos componentes da resina epóxi (plástico termofixo que endurece quando misturado a um agente catalisador ou “endurecedor”), presente por exemplo no revestimento interno de latas para evitar a ferrugem.
Apesar do plástico ser considerado estável, já se sabe que as ligações químicas entre as moléculas do BPA são instáveis, permitindo que o químico se desprenda do plástico e contamine alimentos ou produtos embalados com policarbonato ou resina epóxi. No caso de aquecimento do plástico, a contaminação por BPA é ainda maior.
ONDE ENCONTRAMOS O BISFENOL-A?
Em grande parte das mamadeiras de plástico;
Em embalagens plásticas para acondicionar alimentos na geladeira, copos infantis, materiais médicos e dentários;
Nos enlatados, como revestimento interno;
Em garrafas reutilizáveis de água (squeeze), garrafões de 5L;
CONSEQUÊNCIAS DO BISFENOL A
O bisfenol-A está presente em produtos no mercado por mais de 120 anos. Estudos demonstram que o BPA não só é um composto onipresente nos seres humanos (alcançou 93% da voluntários em uma ampla pesquisa americana), mas também uma potente toxina mesmo em doses muito baixas. A maioria das pesquisas que afirma a seguridade do BPA foi patrocinada pela indústria que o produz.
Considerado um interferente endócrino, o químico age como alguns dos hormônios presentes no corpo humano e pode comprometer a saúde. Estudos sugerem que a parte mais afetada é o sistema reprodutivo, sendo fetos e bebês os mais vulneráveis à sua exposição.
Estudos realizados associaram o bisfenol-A a uma maior incidência de obesidade, problemas cardíacos, diabetes, câncer na próstata e mama, puberdade precoce e tardia, abortos, anormalidades no fígado em adultos e também problemas cerebrais e no desenvolvimento hormonal em crianças e recém-nascidos. O químico também foi associado a problemas sexuais em homens como a diminuição da qualidade e da quantidade de esperma.

RISCOS À SAÚDE
Câncer
Disfunções Sexuais
Outras doenças associadas ao bisfenol-A
• Hiperatividade;
• Autismo em crianças e adolescentes;
• Problemas cardíacos;
• Diabetes.

BISFENOL – BRASIL
A diretiva da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária do Brasil) é normalizada junto ao Mercosul, foi revista em março de 2008 (Resolução Anvisa nº 17, de 17 de março de 2008) e baseia-se em lei da Comunidade Européia de 2004 (Comission Directive 2004/19/EC).
Para o bisfenol-A, o limite de migração específico (LME) permitido das embalagens para os alimentos e bebidas é de 0,6 mg/kg de material plástico.
No momento, o Projeto de Lei do deputado Beto Faro (PT-PA), que está sendo analisado pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio, de Seguridade Social e Família e de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados, tramita em caráter conclusivo.
O Projeto proíbe a produção, a importação e a comercialização de embalagens, equipamentos e outros produtos para lactantes e crianças da primeira infância que contenham em suas composição o bisfenol-A.
Em Curitiba, o vereador Aladim Luciano (PV) propôs lei banindo o bisfenol. Apresentado na Câmara de Curitiba, em março de 2010, o projeto prevê a proibição da fabricação, fornecimento e comercialização de mamadeiras e brinquedos infantis compostos por elementos plásticos que liberem o poluente orgânico persistente bisfenol-A (BPA).
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